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Ocean Air passa a se chamar Avianca e prevê conquista de 4% do mercado nacional

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Desde o último dia 1º de maio, a Ocean Air passou a utilizar a marca colombiana Avianca e anunciou a aquisição de quatro novos Airbus A319 em seu portfólio de aviões neste ano. A empresa já iniciou as operações de seu primeiro Airbus A319, percorrendo a rota Porto Alegre, Guarulhos, Brasília e Salvador durante dois meses. Em seguida, a aeronave passará a operar na Ponte Aérea. Os novos Airbus têm capacidade para 132 assentos e se diferencia das outras aeronaves pela maior distância entre as poltronas (“pitch de 32 polegadas”).
Com a recente união entre Taca-Avianca, o grupo Synergy, que controlas as companhias, passa a liderar o transporte aéreo na América Latina. “A mudança de nome não é cosmética, mas um passo fundamental para consolidar a empresa”, define José Efromovich, presidente da Avianca no Brasil.
O grupo Synergy já investiu aproximadamente US$ 6 bilhões no projeto de renovação da frota, iniciada em 2008. E, até o fim deste ano serão investidos cerca de US$ 250 milhões, sendo que deste montante, US$ 200 milhões devem ser destinados apenas para a compra dos novos aviões. Com preço estimado de US$ 40 milhões (cerca de R$ 70 milhões), o modelo A319 deverá ser a principal aeronave a ser utilizada pela empresa para alcançar resultados positivos em curto prazo. “Com a entrada em operação da nova frota, esperamos um crescimento de 30%  para 2010”, prevê José Efromovich. Com projetos de adquirir novas aeronaves para aumentar sua frota em 2011.
A expectativa da empresa aérea é de conquistar cerca de 4% do mercado brasileiro com as novas aeronaves, sendo que em março deste ano a OceanAir participou com 2,2% dos passageiros transportados no mercado doméstico. “Não vamos lutar desesperadamente por market share”, afirmou Efromovich.
Com a consolidação da aliança entre a Avianca e a Taca obrigou o grupo Sinergy a repensar em toda a operação internacional – são cerca de 700 voos diários na América Latina. “Ainda não temos a data e a cidade específica que pretendemos atender a partir do Brasil”, disse Efromovich. A integração dos programas de milhagem permanecerão inalteradas até o momento.

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