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33º ENCATHO & EXPROTEL aborda o A&B como diferencial na hotelaria

O Dia e horário dessa postagem está no final, assim como nome do autor. O tempo estimado de leitura é de 3 minutos

Direto de Florianópolis (SC) – O primeiro dia de conteúdos do 33º ENCATHO & EXPROTEL, no CentroSul – Centro de Convenções de Florianópolis, evento idealizado pela ABIH-SC – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina, com a Revista Hotéis como mídia oficial do evento, começou com a palestra “Tenha o A&B como um grande diferencial do seu hotel, potencialize seus lucros e reduza seus custos”, ministrada por Raphael Busato, Supervisor de Alimentos e Bebidas da Atlantica Hotels.

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Como primeiro tópico, Busato detalhou como foi a experiência da retomada do setor após a pandemia. “É preciso entender cada momento do setor de Alimentos e Bebidas, inclusive o que você vai vender, até chegar a parte de gestão. Foi preciso reinventar após a pandemia. Criamos no Radisson, o primeiro delivery da Atlantica, em Santos. Fizemos um cardápio reduzido e uma parceria com o iFood. Por meio disso, eu conseguia manter a equipe, tivemos que reinventar, inovar e até quem estava na gestão, teve que colocar a mão na massa, inclusive cozinhando. Nunca perca a sua essência, isso é o que aprendi. Versatilidade”, explicou Busato.

Raphael Busato apontou gargalos e soluções na operação de Alimentos e Bebidas (Foto: Hugo Okada)

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Busato, que está há um ano em Blumenau, no hotel Quality, explicou que a sua chegada no empreendimento coincidiu com a suavização das restrições impostas pela pandemia. “Tive ali como primeiro desafio, resgatar a experiência para o hóspede. Fui buscar a redução de erros operacionais, como por exemplo, o room service. Temos que automatizar, é preciso analisar a região. Blumenau por exemplo, é a cidade da cerveja, portanto é importante usar isso a seu favor. O treinamento do time e a boa utilização da mão de obra é essencial para garantir uma experiência 100% satisfatória ao hóspede. Investimentos em novas tecnologias, despertar o desejo e as sensações do hóspede, e elaboração de um cardápio que se adapte aos desejos do cliente é importante para se manter alinhado ao que ele gosta e prefere, criando um diferencial cativante que impulsione a fidelização desse cliente”, detalhou o palestrante.

Café da manhã

De acordo com Busato, até o café da manhã, que é um dos maiores atrativos da operação hoteleira, deve ser adaptado aos novos tempos e tecnologias. “A tecnologia colabora com o hóspede que deseja tomar um café continental fora do horário e servido no quarto, por exemplo. Há aplicativos que facilitam essa solicitação”.

Busato também apontou as dores dos hóspedes no atendimento gastrônomico. “É preciso atentar para as dificuldades na comunicação com recepção e restaurante dos hotéis, analisar a demora no atendimento do room service, facilitar o acesso aos cardápios, melhorar a informação e atualização dos mesmos. Também é importante observar para que não ocorra pedidos entregues com erros e a ausência de atendentes nas dependências do hotel como nas piscinas, academias, áreas de lazer e outros. Hoje a maioria dos hotéis são abertos ao público, e é necessário melhorar sempre o atendimento inclusive para os passantes, que criam uma grande oportunidade de receita para os empreendimentos”, destacou Busato.

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Dores do setor

Segundo o Supervisor, as maiores dores enfrentadas pelo setor hoteleiro, são: perdas financeiras por pedidos não pagos ou contestados; falta de mão de obra qualificada ou custos extras com contratações temporárias; integração com softwares de gestão de terceirizados no A&B; gastos com manutenção constante dos cardápios; baixa interatividade com os hóspedes; perdas de vendas ou pouca tração de pedidos nos hotéis; alto custo operacional em toda a cadeia de atendimento em alimentos e bebidas; e impacto nos processos de check-in e check-out. “O mais importante é qualificar. A mão de obra é escassa, hoje é raro encontrar quem saiba indicar vinhos, por exemplo. É preciso fazer o colaborador entender o valor de trabalhar no empreendimento, ser um aliado. Eu recomendo a capacitação, investimento em pessoas. É preciso incentivar o crescimento, a carreira em detrimento do dinheiro, sem necessariamente tirar o valor da remuneração, mas fazendo o colaborador entender a importância de ser o melhor”, ensinou.

A reportagem da Revista Hotéis viajou a convite da ABIH-SC e hospedou-se no Iate Hotel, em Florianópolis.

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