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12º ADIT Share mostra pesquisa sobre Timeshare no Brasil

Palestra “Pesquisa sobre o mercado Timeshare no Brasil” trouxe um panorama do segmento em solo nacional

Direto de Atibaia (SP) – O 12º ADIT Share, maior fórum sobre Multipropriedade e Timeshare da América do Sul, que acontece entre os dias 21 e 24 de maio, no Tauá Resort & Convention, em Atibaia (SP), trouxe Pedro Cypriano, Sócio-Diretor da Noctua Advisory, como um dos seus palestrantes. Ele apresentou a “Pesquisa sobre o mercado Timeshare no Brasil”.

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A palestra de Cypriano começou com ele comentando que foram 23 variáveis analisadas para o conteúdo da pesquisa. Ele destacou que a América Latina e Caribe tiveram evolução de quase 3% ao ano, sendo o Brasil como o segundo melhor mercado, com 18%. O México é o primeiro pela proximidade com os Estados Unidos. “No Brasil temos mais de 50 empreendimentos que atuam com timeshare, 54 salas ativas. Oferta existe e o número de adesão gira em torno de 27%, ainda tem muito espaço para crescimento. Em outros lugares do mundo esse número chega a 90%”, ressaltou.

A pesquisa identificou 154 mil pessoas, 14,2 mil hotéis, em 14 estados brasileiros e 25 cidades. “Notamos que o sistema de pontos é o modelo mais usado no Brasil, com 87,1%. 39,3% da demanda dos hotéis vêm de timeshare. Em termos de equipe, a média fica de 34 a 36 funcionários por hotel de timeshare. A variação da equipe entre a baixa e a alta temporada é pequena”, informa Pedro.

Os dados apresentados informam que os empreendimentos priorizam operações próprias. São 47 mil vendas no mercado em 2023, num mercado de R$ 12,4 bilhões de vendas acumuladas até 2023 e VGV bruto de R$ 2,0 bilhões.

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Foi identificado que 15,4% das vendas feitas são revendas para clientes da base. “Entradas maiores para pagamento são uma estratégia de inibição de cancelamento no mundo. Vendas internas possuem maior eficiência, 21,5%. Já no pós-vendas, no Brasil tem uma porcentagem de 35,2%, e os custos totais próximos a 17,4% do VGV Bruto. O mercado ainda espera uma expectativa de crescimento grande para 2024”, confirma.

Cypriano terminou sua apresentação dizendo que “a oferta de multipropriedade no Brasil é crescente, há potencial ocioso e ocupação acima da média de mercado. Os empecilhos são a macroeconomia delicada no cenário do País, além de cancelamentos, inadimplência, e upgrades a serem feitos”, finaliza.

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João Bernardes

João Bernardes é Repórter da Revista Hotéis

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