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GRI Hotéis 2015 debate sobre contratos de administração hoteleira

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‘Pensando fora da caixa – O que pode ser englobado e descartado nos contratos de administração hoteleira?’, este foi o tema do último painel do GRI Hotéis 2015, evento promovido pela Global Real Estate Institute, no hotel Pullman São Paulo Ibirapuera, na zona sul da capital paulista, e que contou com o apoio de mídia da Revista Hotéis. O assunto foi discutido pelos principais nomes do segmento e trouxe à tona as diversos tópicos relevantes.

Com a participação de Fernanda Mustacchi   – Sócia, Mustacchi & Laurenti Advogados, Ilan Elkaim – VP acquisitions and development – Brazil, Starwood Hotels & Resorts Worldwide, Inc., Marco Amaral – Vice President Development, Hyatt Hotels Corporation, Paula Muniz – Vice President of Development – Brazil, Hilton Worldwide, Paulo Bezerra de Mello – Partner, Aktro do Brasil, e Raphael Espirito Santo Moreira – sócio do escritório Veirano Advogados.

O primeiro assunto a ser discutido foi o papel de cada um dos players do mercado hoteleiro. De acordo com Ilan, o negócio das operadoras é gerenciar o hotel, de maneira para que eles façam sentido. “Nossa natureza é administrar um hotel, providenciar uma central de vendas que possa tornar o hotel rentável, entre outras coisas”, afirma.

Na visão de Paula Muniz, no caso da Hilton, os investimentos são estratégicos para manter a administração correta. “A natureza da operadora é operar o hotel ou ser uma franqueadora, algo que ainda está sendo inserido no Brasil. Além disso é necessário fazer a manutenção para que os empreendimentos permaneçam em ordem”, avaliou.

Raphael Espirito Santo, ressaltou que é difícil saber quem realmente é o responsável pelo hotel. “Do ponto de vista jurídico o operador hoteleiro, quando se fala de um contrato de administração, ele é o proprietário do imóvel”, afirmou. O advogado também ressaltou sobre a importância dos contratos de locação/arrendamento como sendo o que mais funciona e que menos pode dar errado em negócios hoteleiros.

Guilherme Cesari, vice-presidente de desenvolvimento da rede Mariott, levantou o ponto de que a operadora, ao assumir a administração de um empreendimento, também corre inúmeros riscos, sobretudo na questão trabalhista, onde ela irá responder por possíveis processos na justiça. “Todo bom contrato de administração a longo prazo só faz sentido se tiver cláusulas de performance”.

A questão da elaboração e negociação dos contratos de administração, os quais envolvem as incorporadoras, operadoras e investidor também foi ressaltado durante o debate. As cláusulas de performance e de performance também estiveram em pauta.

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