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Retomada do turismo

“Inovação em Hotéis” é tema de painel no 57º Conotel

Terminou agora há pouco o painel “Inovação em Hotéis”, ministrado pela consultora Gabriela Otto, no 57º Conotel – Congresso Nacional de Hotéis. O evento ocorre em simultâneo com a feira Food Hospitality World, realizada no São Paulo Expo Exhibition & Convention, em São Paulo (SP).

Gabriela Otto iniciou o painel afirmando que os canais de distribuição podem ser considerados o principal fator para o sucesso nas vendas de produtos hoteleiros. A consultora falou sobre o crescimento da venda cruzada, do mobile, amadurecimento das OTA’s, tecnologia disruptiva e as grandes novidades do mercado hoteleiro, como o dayuse, que realiza a venda de diárias por hora. “As pessoas estão se acostumando a comprar online onde 40% do tráfego nos sites dos hotéis vem das OTA’s. A estimativa é de que os usuários buscam em média 20 sites antes de realizar a compra de sua viagem”.

A consultora ressaltou o crescimento dos hostels, que estão ganhando uma grande fatia da economia. As ferramentas tecnológicas para o hoteleiro também foram ressaltadas, onde existem diversos canais, porém, que não de comunicam entre si. “O que deve estar em primeiro lugar na pauta da hotelaria é a tecnologia, onde o hoteleiro deve saber monitorar essas tecnologias e fazer com que essas ferramentas de conectem. É importante também que o empresário invista em pessoal, em treinamento de equipes. A união também é essencial para o sucesso do negócio. É imprescindível também que se tenha dados de pesquisa para podermos projetar melhor os negócios. Além disso é essencial que o hotel entregue o que ele prometeu. A estratégia de um hotel passa por marketing, revenue management e marketing”, frisou.

Luciano Palumbo ressaltou sobre a questão do pequeno hoteleiro não dispor de muito recurso para inovar em suas ferramentas. “Não temos visto o pequeno hoteleiro aparecer, se destacar. Vemos que o pequeno hoteleiro demora mais para reinvestir em seu empreendimento”, frisou. De acordo com Gabriela Otto, a hotelaria independente precisa mudar sua mentalidade, investindo não só em infraestrutura, mas em novos canais de distribuição, para entender de onde vem o seu hóspede. “A hotelaria independente pode concorrer, em termos de distribuição, de igual para igual com as grandes redes. O primeiro passo para a hotelaria independente se modernizar é inserir um motor de reservas no site, com uma interface amigável, onde o consumidor consiga se hospedar em poucos cliques. É essencial que os hoteleiros invistam em treinamento nas ferramentas de comunicação online”, comentou.

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