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HSMAI Strategy Conference: impacto do COVID-19 na comunicação é tema de palestra

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Dando prosseguimento a programação da HSMAI Strategy Conference, Rafael Martins, CEO da Share, ministrou a palestra “Impacto do COVID-19 na comunicação e como se preparar para este novo cenário”.

Martins começou sua apresentação mostrando a capa da The Economist, publicada no início da pandemia com a pergunta: “Quão Ruim vai Ficar?”. “O coronavírus não é só uma crise de saúde e sim uma reestruturação da economia em nível global e no Brasil, uma característica política, que temos de analisar. Nas três primeiras semanas, houve a ‘ansiedade’, seguida de desconforto emocional e físico e criação de novos hábitos e comportamentos. A partir da décima semana, a vida mudou e com ela surgiram novos estilos de vida. Esse é um resumo de como foi o impacto da COVID na vida das pessoas. Na vida das empresas, tivemos dois problemas ao mesmo tempo, com cancelamentos de viagens e uma estratégia de emergência para manter o caixa das empresas. Percebi que muitas empresas colocou a pasta de planos de 2020 para como sobreviver em 2020. Trazendo um exemplo prático, trago um framework de contexto com quatro passos: impacto radical, novos comportamentos, mudanças culturais e mudanças de consumo”, explicou Martins.

Rafael Martins enumerou as consequências do COVID-19 na indústria

Impacto radical

Segundo Martins, o framework ajuda na identificação do impacto radical e dos novos comportamentos das pessoas. “Quais são os novos comportamentos das pessoas a partir do que aconteceu? Tivemos um movimento de muitas pessoas comprando itens de limpeza. É preciso analisar cada um desses comportamentos para encontrar o diálogo ideal com as pessoas e a partir daí, oferecer o produto ideal nesse momento, de que forma a minha empresa pode entrar nessa conversa de forma relevante. O home office por exemplo, tende a virar uma mudança cultural. Nesse contexto, deve-se refletir: ‘minha empresa consegue entrar nessa conversa?’. Outro exemplo de mudança cultural foi o crescimento da consciência ‘compre do pequeno’ para o fortalecimento dos empreendedores”, pontuou.

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Mudança de consumo

De acordo com o CEO, “tivemos tempo para experimentar o que nunca tivemos tempo. Hoje, por exemplo, minha mãe descobriu o YouTube e agora estuda artesanato pela plataforma. Quando temos de repensar o nosso cotidiano, temos como oportunidade consumir novos produtos digitais, inclusive para o setor de turismo. Viagens virtuais são uma forma de manter viva no pensamento das pessoas as experiências que elas viviam antes da pandemia. Outra coisa relevante é o senso de comunidade com o consumo de produtos locais e a consciência de ‘comprar o que precisa’”.

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Martins citou como oportunidade de novos negócios, o surgimento do Room Office, ou Office Room, que se tornou tendência nas redes hoteleiras. “Quando falamos de comunicação e o que mudou nesse sentido, hoje a confiança que as pessoas têm pelas marcas, rege o bom desempenho, o que chamamos de economia da confiança. Mas como criar uma marca confiável? Fazendo com que o mundo seja um lugar melhor. Mude o que as pessoas sentem sobre sua marca e você mudará os resultados de seu negócio”, afirmou. “Muitas vezes o consumo é motivado pelo sentimento, pela emoção e depois usamos a razão para a justificativa da compra. Isso não deve mudar”, concluiu.

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