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Mercado livre de energia é tema de palestra na Equipotel 2017

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Alan Nogueira, Gerente de patrimônio e manutenção na Deville

O mercado livre de energia elétrica, ou Ambiente de Contratação Livre (ACL), é um ambiente em que os consumidores podem escolher livremente seus fornecedores de energia, exercendo seu direito à portabilidade da conta de luz. Nesse ambiente, consumidores e fornecedores negociam as condições de contratação de energia.

Para falar sobre o tema, Alan Nogueira, Gerente de patrimônio e manutenção na Deville, Especialista em Gestão de Manutenção, Reformas e Novas Construções ministrou o tema “Resultado do ingresso dos hotéis no mercado livre de energia” no Espaço Café do Saber by Nescafé Espresso da Equipotel 2017, feira realizada no São Paulo Expo até a próxima quinta-feira (14).

Ele mostrou o cenário da utilização de energia a partir do mercado livre em acordo firmado em 2016, e que perdurará até 2020. Segundo ele, entre os objetivos estão: diminuir impacto das contas públicas nos resultados das unidades hoteleiras, que impactavam algo próximo de 5,5% do resultado e simplificar as operações com o desligamento dos grupo geradores em regime
de ponta.


Para firmar o contrato, foram feitos estudos como pesquisa de mercado das principais comercializadoras do país, reuniões presenciais com os futuros prestadores de serviço e envio das informações e fornecimento de energia.

Pago em 2011 – R$ 157 kw/hora. No início, a rede pagou R$ 157 por kw/hora. Entre investimentos e multa, foram investidos R$ 470 mil. A rede também precisa fazer o envio de relatório anual, sobre o quanto será gasto por mês.

“Em alguns hotéis a ocupação estava baixa, e o acúmulo de energia não gasta foi vendida por mais que o dobro. Então acabou sendo um retorno com esta estratégia. A partir do momento que se compra energia, você paga se usar ou não. Mas você pode vender no mercado aquilo que não se usou, e se conseguir que seja um valor maior que o pago por ela, é umg rande negócio”, afirmou Nogueira.

O executivo destacou a importância do planejamento e o projeto com o levantamento de todas as necessidades para migração a ACL, como denúncia dos contratos junto as concessionárias, contratação da empresa de adequação do SMF, aprovações, dentre outras. Além disso, é importante ter uma empresa que faça o projeto elétrico, para que tudo esteja esclarecido e cada setor tenha o entendimento de uma coisa. No Deville, o projeto e aprovações duraram cerca de seis meses.

Ele apresentou também alguns gaps do processo, como burocratização, disposição geográfica das unidades, comunicação com as entidades, atraso da unidade de Curitiba, Flexibilidade da empresa contratada para o fornecimento de energia, concessionárias e o atraso do ddesconto de 50% na TUSD por parte da concessionária do Paraná.

Em um ano, R$ 2.363.031 foram economizados, uma queda de 31,35%.

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