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FBHA apoia projeto de flexibilização de horas de trabalho

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Para o presidente Sampaio, essa é uma alternativa para combater a crise no desemprego, que atingiu número recorde - Crédito da foto - Divulgação FBHA

O Presidente da FBHA — Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio esteve reunido no último dia 31 de maio em Brasília, com o novo Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB-RS). Em pauta a discussão da aprovação do Projeto de Lei 3785/2012, que institui o contrato de trabalho intermitente. O Presidente Sampaio recebeu sinal verde do Ministro Nogueira para o pedido de apoio ao Projeto que se encontra em tramitação na Câmara dos Deputados, propondo a possibilidade de contratar empregados por hora móvel em vez de hora fixa.

Segundo Alexandre Sampaio, “o ministro está favorável à ideia de que a remuneração passe a ser por hora”. Ronaldo Nogueira já estaria pensando em um patamar de horas mínimas trabalhadas, além de ter iniciado o diálogo com as Centrais Sindicais. A convite da FBHA, o ministro deve se reunir com empresários do trade na 1ª quinzena de julho para continuar o debate.

Para o presidente Sampaio, essa é uma alternativa para combater a crise no desemprego, que atingiu número recorde, segundo divulgou o IBGE. O novo modelo de contrato de trabalho aumenta a quantidade de postos formais, diminui o déficit da Previdência, já que haverá mais recolhimento de contribuição, além de movimentar o setor de turismo, às vésperas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. “É urgente à necessidade de regulamentação do trabalho intermitente, principalmente no setor de hospedagem e alimentação. Precisamos sensibilizar o Parlamento das vantagens disto para os empresários e também para os trabalhadores”, declarou.

Desemprego em alta

Só para se ter uma ideia da queda substancial nos postos de trabalho formais, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, em 31 de maio, que o desemprego ficou em 11,2% no primeiro trimestre de 2016, segundo a PNAD —Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. A taxa é a maior já registrada pela série histórica do indicador, que teve início em janeiro de 2012. A população desocupada bateu os 11,4 milhões. Em relação ao trimestre encerrado em janeiro – que inclui novembro e dezembro de 2015-, o contingente cresceu 18,6% e, frente ao mesmo trimestre de 2015, subiu 42,1%.

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