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Eficiência energética como fator de redução de custos

O período de poucas chuvas e a dívida do setor energético em mais de R$ 60 bilhões elevaram a conta de energia, que nos hotéis já é exorbitante. Pensando nisso, o que o seu hotel tem feito para garantir eficiência energética?

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Os painéis da Canadian Solar já foram implantados em mais de 20 países - Foto - Divulgação

Passados os meses de chuva, responsável por manter as usinas hidrelétricas brasileiras em pleno funcionamento, inicia-se uma preocupação com o custo da energia. No mês de abril, os consumidores passaram a pagar R$ 3 a mais para cada 100 quilowatts/hora consumidos, vigorando a bandeira tarifária vermelha exatamente pelo menor volume de chuva.

Além disso, uma projeção recente da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica mostrou que, a partir deste ano, o custo da energia elétrica crescerá aproximadamente 30% ao ano para saldar uma dívida do setor energético de R$ 62,2 bilhões. Essa dívida será repassada para as tarifas de energia elétrica até 2024, com acréscimo de 7,17% em média. Considerando que a conta de energia elétrica é um dos maiores custos operacionais dos hotéis, os gestores precisam pensar em alternativas para economizar, e ao mesmo tempo, praticar ações sustentáveis a partir de energia limpa, como uso de biomassa, painéis fotovoltaicos, parques eólicos, biogás e outras.

Termostato, sensor de presença e de porta e o interruptor inteligentes da Evolutix auxiliam na redução de consumo energético – Foto – Divulgação
Ricardo Bezamat – “Energias renováveis chegam a cortar até 90% dos gastos com a conta de energia elétrica de sua concessionária” – Foto – Divulgação

O estudo Energy Outlook (NEO), feito pela BNEF – Bloomberg New Energy Finance em 2015, previu que até 2040 o Brasil deverá atrair US$ 300 bilhões em investimentos para geração de energia elétrica, sendo a maior parte dela (70%) para projetos solares e eólicos. No total, o País vai adicionar 250 gigawatts (GW) de nova capacidade nos próximos anos, chegando a 383GW, um aumento de 189% sem sua capacidade total.

Cerca de 89% desta quantidade, de acordo com o estudo divulgado pela Revista Exame, serão compostos de energias renováveis, inclusive de pequenas e grandes hidrelétricas. Um terço dos US$ 300 bilhões esperados até 2040 (US$ 125 bilhões) terá fins solares. Projetos de grande escala, com mais de 1 Megawatt (MW), receberão R$ 31 bilhões. A princípio, basta boa vontade e investimento dos gestores para que os empreendimentos reduzam sua conta de energia.

País privilegiado

Se existe o lugar ideal para o uso de energia limpa, este lugar é o Brasil. Para Ricardo Bezamat, Consultor de Eficiência Energética para a FBHA – Federação Brasileira Hospedagem e Alimentação e SEBRAE, o potencial de energia renovável no Brasil é imenso, em especial de origem de energia solar, eólica e resíduos de biomassa.

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