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Retomada do turismo

SegurHotel lança Manual de Orientações COVID-19: Retomada de Atividades Hoteleiras

Terceiro volume preparado pelo especialista em segurança na hotelaria e Diretor da SegurHotel, Inbal Blanc, o Manual de Orientações COVID-19: Retomada de Atividades Hoteleiras segue o mesmo passo dos anteriores, com dicas e procedimentos para a obtenção de melhor desempenho da operação hoteleira obedecendo as recomendações da OMS desde o início da pandemia e garantindo também, além da saúde, a segurança de colaboradores e hóspedes.

O manual é voltado para a retomada das atividades hoteleiras, já que aos poucos, a hotelaria vai desenhando o seu retorno e a sua volta a normalidade. Blanc enumera em quatro fases este processo, detalhando-as e esmiuçando os procedimentos a serem tomados por departamento.

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Um dos conceitos apresentado no manual é o de anéis de segurança, que tem como objetivo aumentar a possibilidade dos hotéis prevenirem hóspedes infectados de circularem, antes mesmo de sua chegada ao hotel. “As redes hoteleiras têm um papel fundamental na aplicação dos dois conceitos e devem apoiar todas as suas propriedades através da criação de um mini departamento especializado na prevenção de COVID-19 nos hotéis”, explica. Assim, os anéis de segurança se dividem em: Hóspede em trânsito, Hóspede no hotel e Hóspede em casa. O manual mostra procedimentos a serem adotados pelos hotéis para cada um dos anéis, tornando a operação mais segura antes, durante e após a estadia do hóspede no empreendimento.

Na primeira fase, segundo Blanc, o hotel deve funcionar com ocupação máxima de 50%; ter acesso permitido mediante a medição de temperatura; ter encaminhamento exclusivo para hóspedes com febre ou sintomas; e disponibilização de área determinada para realização de testes do novo coronavírus.

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Um destaque do manual da SegurHotel é a instituição pelo hotel de três zonas distintas para acomodação do hóspede: a área verde, para hóspedes sem sintomas, que não fazem parte de nenhum grupo de risco específico; a área amarela, para acomodação de hóspedes que não apresentam sintomas, mas que fazem parte de grupos de risco específicos, como tabagistas e idosos; e a área vermelha para acomodação de hóspedes que apresentam os sintomas ou cujas informações obtidas durante o processos dos anéis de segurança indiquem riscos relevantes.

Colaboradores da zona vermelha, por exemplo, devem seguir procedimentos de proteção mais rígidos de acordo com recomendações de especialista infectologista.

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Essas e outras recomendações, assim como o passo a passo de como incorporá-las à operação são descritas no manual, disponível para visualização e download por meio deste link.

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