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Resorts adotam rigorosos padrões de segurança na área de A&B em razão da COVID-19

Admirados pelos hóspedes pela ampla oferta em Alimentos & Bebidas,

unidades implantam novas regras

Tempos estranhos estamos vivendo. Poucos meses atrás se um cliente entrasse de máscara num banco ou num hotel, era visto como ladrão e a polícia acionada.  Hoje quem não entra mascarado nesses locais a polícia também é acionada, pois os novos protocolos de segurança assim exigem. E alguns hábitos que ninguém previa que poderia acontecer num hotel, hoje é inadmissível não ter, como guardanapos de papel ao invés dos de pano, barreiras de proteção nos alimentos expostos, a falta do sorriso dos colaboradores e o distanciamento. E aquele belo e farto buffet all inclusive que muita gente apelidou de “coma e beba até morrer, pois já está pago”, e que era a grande atração dos resorts, está sendo também revisto. Nos novos tempos pós COVID-19 que está ganhando a alcunha de novo normal, é inimaginável os alimentos e bebidas ficarem expostos num balcão com um monte de gente amontoada pegando e ao conversar entre si, liberar gotículas de saliva. Reinventar o negócio é a palavra chave em todo e qualquer atividade econômica, mas num hotel é bem mais difícil encantar e oferecer experiências aos hóspedes, sendo necessário manter o distanciamento.

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Pratos servidos preferencialmente à la carte, novas formas de anunciar um cardápio e diminuição do número de mesas, para manter o distanciamento entre hóspedes nos restaurantes e barreiras nos buffets e nas mesas do restaurante faz parte do novo normal. E essa experiência inovadora que em nenhum momento e nenhum lugar no mundo havia sido enfrentada, é o desafio dos resorts que estão entrando ou se preparando para entrar em operação no Brasil. O Malai Manso Resort, Yacht, Convention & Spa, localizado na cidade de Chapada dos Guimarães, a cerca de 01h30 de carro ao Norte da capital mato-grossense, Cuiabá, voltou as operações recentemente e está ainda aprendendo o que é o novo normal e trabalhando apenas com 50% da capacidade.

O Malai Manso Resort, Yacht, Convention & Spa está adotando rigorosos padrões para servir as refeições

Demanda do dia

O Diretor de operações desse empreendimento, Tiago Cabau, descreve como está atualmente o setor de A&B. “Neste novo cenário pós-reabertura, estamos trabalhando com seis refeições ao dia: as três principais (café da manhã, almoço, jantar), chá da tarde (no anexo do restaurante), buffet de caldos (após o jantar) e petiscos variados que ficam disponíveis no bar da piscina e em outros pontos espalhados pelo resort, durante todo o dia. Não houve redução da oferta de pratos. A variedade de opções continua. Mas outras opções podem ser preparadas à la minuta, de acordo com o desejo do hóspede. Ou seja, caso ele peça algo fora do cardápio, podemos preparar. Isso varia de acordo com a demanda do dia, mas é mais uma opção que damos aos nossos clientes para ter uma refeição que lhe agrade ao máximo”, comentou Cabau.

Para voltar a operar, o resort adotou e pratica uma série de novas regras. Cabau dá alguns exemplos: “O restaurante principal está operando com o limite de 50% da capacidade, para evitar aglomerações; as refeições tiveram os horários diferenciados – para evitar que muitos clientes venham simultaneamente – e há maior espaçamento entre as mesas; no buffet o uso de luvas descartáveis (fornecidas pelo resort), álcool em gel e máscara de proteção são obrigatórios ao se servir; o buffet kids foi integrado ao buffet principal, onde o espaço é mais amplo; a copa baby tem o acesso limitado a uma família por vez; os talheres estão embalados individualmente, e os guardanapos, todos de papel, são embalados também; o serviço de bebidas acontece em sistema self-service, com utilização de copos descartáveis, exceto para vinhos, que são servidos pelos garçons; os bares estão identificados com placas instrutivas sobre distanciamento mínimo de 1,5 m, e todo mobiliário foi retirado para evitar agrupamento de hóspedes; a pizzaria foi readequada com maior espaçamento entre as mesas e atendimento somente na área externa no serviço à la carte”.

Como dá para constatar, o buffet, esta forma de servir que o turista associa 100% à hospedagem num resort, com aquela quantidade enorme de comida a disposição, continua a dar as caras no Malai Manso. “O buffet principal está ativo. Nos períodos de baixa ocupação, o serviço de alimentação no almoço e no jantar será à la carte, mas room service continua operando normalmente”, enfatiza Cabau.

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Equipotel

 

Para informar o menu aos hóspedes, o resort também tomou medidas. “Quando o serviço é à la carte, o cardápio é exposto em displays e entregue impresso e plastificado ao hóspede no momento da refeição”, diz Cabau. “A plastificação foi adotada para que, a cada atendimento, seja feita uma higienização completa”, justifica ele.

Outra medida interessante aplicada diz respeito ao tempo das refeições. Não chega a ser o que é muito comum em navios de cruzeiros, com turnos. “No momento, não [ao estabelecimento de etapas]. Houve apenas uma ampliação nos horários do almoço e jantar, para que os hóspedes venham ao restaurante de forma mais espaçada. Somada à restrição de 50% na capacidade do restaurante e do próprio resort, essa medida tem sido efetiva para evitar aglomerações”, argumenta Cabau.

Em relação aos móveis e equipamentos utilizados na operação de Alimentos & Bebidas, o Diretor afirma que não pretende fazer novos investimentos. “Não haverá novas aquisições, pois os nossos equipamentos já atendem os protocolos”, garante ele.

O Malai Manso Resort, Yacht, Convention & Spa está localizado numa região de beleza exuberante

Avaliação dos hóspedes

E como os hóspedes avaliam essas novidades no segmento das refeições? Pelo menos o que o resort já apurou, os clientes seguem pela linha da compreensão. “Até o momento não houve questionamento por parte deles em relação aos alimentos”, assegura Cabau. “Verificamos que o público compreendeu a importância de tomar essas medidas restritivas para preservar a sua saúde, e eles têm cooperado para que as refeições ocorram sem riscos.”

O Diretor de Operações explica que, “com mais de 1,1 milhão de metros quadrados, grande parte deles em locais abertos e junto à natureza, além de espaços internos e apartamentos amplos, o Malai Manso tem as características necessárias para uma hospedagem segura enquanto o País ainda lida com a COVID-19”. Ele complementa: “Para a reabertura do resort foram adotadas uma série de medidas restritivas para, ao mesmo tempo, preservar a saúde dos hóspedes e dos colaboradores e possibilitar uma hospedagem agradável e prazerosa”.

Cabau revela os cuidados: “Ambientes com as janelas abertas; atividades de recreação realizadas nas áreas externas, evitando aglomerações e privilegiando o contato com a natureza; disponibilização do serviço de transporte interno apenas para bagagem e necessidades especiais; suspensão de shows e apresentações artísticas; maior espaçamento entre as espreguiçadeiras e mesas nas piscinas; enfermaria funcionando 24 horas por dia; academia, Espaço Kids, Malai Club, sala de jogos, saunas e spa permanecem fechados; e todos os hóspedes recebem, no momento da reserva, uma cartilha eletrônica com as recomendações”.

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Expo Retomada

 

Refeições com mais tempo

O Club Med está presente no Brasil atualmente em três destinos – Trancoso, distrito de Porto Seguro (BA); em Mangaratiba (RJ); e Mogi das Cruzes (SP). Desde o início da pandemia da COVID-19, a rede de resorts, em linha com as decisões das autoridades e as orientações da OMS – Organização Mundial da Saúde, decidiu suspender temporariamente as atividades no País. Elas deverão ser retomadas quando não houver mais nenhum risco para a saúde, destaca a empresa por meio de um comunicado.

Em relação às refeições, os resorts Club Med operam sob o conceito All Inclusive. Alimentos e bebidas estão inclusos nas diárias e são servidos aos hóspedes à vontade, em diferentes momentos do dia: café da manhã, almoço e jantar nos restaurantes e, entre estas refeições, bebidas, lanches e aperitivos.

Apesar de fechadas para o público, a equipe do Club Med trabalha para deixar as unidades totalmente preparadas para a futura abertura. “A pandemia da COVID-19, sem dúvida, nos colocou a repensar e a reavaliar a área de Alimentos e Bebidas dos resorts. Estamos nos adaptando à nova realidade, assim, mudanças serão necessárias, todas focadas em nosso principal objetivo: trazer ainda mais segurança e conforto ao hóspede”, afirma o CEO da companhia para América Latina, Janyck Daudet. “Por exemplo, a mudança a mais expressiva será na forma de oferecer essas refeições. Não seguiremos, por enquanto, com a forma de buffet tradicional, com todos as opções expostas ao mesmo tempo. Teremos a nossa oferta de alimentos adaptada, oferecendo ao hóspede sugestões pré montadas e prato assistido”, emenda Daudet.

O executivo revela que para adotar os novos protocolos de biossegurança, higienização e limpeza, o Club Med conta com a consultoria e a expertise de duas grandes empresas: “a Cristal Standards International, conhecida internacionalmente, e que é responsável pelo treinamento, pela auditoria e pela certificação das medidas de prevenção que estamos introduzindo na rede, e a Ecolab, responsável por fornecer os produtos químicos e de higienização, incluindo alguns de categoria hospitalar para a limpeza dos resorts”.

Daudet explica que a, com a ajuda das duas empresas, “nossa área de Alimentos & Bebidas está recebendo protocolos que prezam, principalmente, pelo distanciamento social – teremos a capacidade de lugares reduzida para 60% em nossos restaurantes –, assim como, pelo limite de pessoas presentes nos locais e pela intensificação da higienização desses espaços, com limpeza profunda, reforçada e frequente, incluindo superfícies, equipamentos e pontos de contato (torneiras, interruptores, maçanetas, máquinas de bebidas e cafés)”.

Janyck Daudet: “O Club Med está se preparando para reabrir as unidades no Brasil atendendo a rigorosos padrões de segurança alimentar” (Foto: Juliana Coutinho)

Assim como já ocorre no Malai Manso Resort, o CEO do Club Med também assegura que haverá um tempo maior para os hóspedes comerem nos restaurantes: “Teremos a ampliação das horas de funcionamento, no mínimo três horas, para oferecermos mais flexibilidade de horário para os hóspedes realizarem as refeições, sem aglomerações no local. Serão criados turnos para o horário do jantar”. Ele prossegue: “As áreas externas para alimentação também serão expandidas, suspenderemos o serviço de buffet tradicionalmente conhecido e adotaremos a oferta de pratos montados (prato assistido) e com preparação customizada. Dessa forma, suspendemos a exposição dos alimentos para a manipulação comum de todos, evitando uma eventual possibilidade de contaminação cruzada. Carnes, frutas, pães e queijos serão servidos pela equipe Club Med. As bebidas durante as refeições serão oferecidas em sistema self-service. Aperitivos e snacks serão colocados em réchaud e servidos pela equipe ou disponibilizados em pacotes fechados, individualmente.”

Em relação à estrutura e aos funcionários que estarão trabalhando nestes locais, o executivo revela que “teremos dispenser de álcool em gel com sensor e de uso obrigatório, distanciamento das mesas, todos os funcionários usando luvas e máscaras, lavagem de todos os uniformes acima de 75° C e isolamento de fluxo sujo/limpo”.

Para descrever as comidas, o Club Med será didático. “Faremos uso do serviço assistido. Disponibilizaremos o prato pronto, como uma forma de mostruário, na bancada do buffet, o hóspede escolhe o seu prato e o chef o prepara na hora”, esclarece o CEO. “Os talheres serão higienizados em máquina especial e, após esterilizados, serão embalados de forma individual e disponibilizados aos hóspedes diretamente na mesa.”

Janyck Daudet comenta que, em relação ao mobiliário, o Club Med no Brasil não deve fazer investimentos. “Neste momento não há necessidade. Entendemos que com o mobiliário atual conseguiremos seguir as orientações dos órgãos competentes quanto a higiene e à segurança. O que estamos fazendo é organizá-los em novo lay-out para se respeitar o distanciamento social”, justifica ele. No entanto, a rede em equipamentos de proteção. “Estamos investindo em totens eletrônicos de higienização das mãos, pulverizadores que desinfetam as superfícies e equipamentos de proteção individual para nossos colaboradores”, revela.

Por meio de uma pesquisa realizada em abril passado com 665 clientes do Club Med, que tinham viagens válidas ou canceladas entre abril e julho de 2020, além de clientes que viajaram no mesmo período, em 2019 e 2018, a rede constata que está no caminho certo. Segundo Daudet, “29% destacou a preocupação com a limpeza e a higiene”.

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Segurança dos hóspedes

O Vila Galé Marés, resort all inclusive situado na praia de Guarajuba, no litoral Sul da Bahia foi o primeiro empreendimento que a rede portuguesa Vila Galé escolheu para retomar as operações no pós COVID-19. O empreendimento foi reaberto no dia 18 de junho levando em consideração três princípios essenciais para manter a máxima segurança e bem-estar dos hóspedes, colaboradores e parceiros. resguardar o necessário distanciamento social, garantir o uso de equipamentos de proteção individual e reforçar as medidas de limpeza e desinfecção. “Queremos que nossos clientes se sintam seguros e confiantes em voltar a se hospedar conosco. Vamos manter a nossa qualidade de atendimento, que é reconhecida internacionalmente, e cumprir com rigor as medidas de prevenção e precaução estabelecidas pelos órgãos de saúde. Nossa equipe está completamente treinada e pronta para voltar a prestar atendimento aos nossos hóspedes”, aponta o Diretor de Operações Brasil, José António Bastos.

O resort Vila Galé Mares reabriu no dia 18 de junho com a máxima segurança e bem-estar dos hóspedes

O MyVilaGalé, aplicativo desenvolvido para hóspedes realizarem check in e check out pelo dispositivo móvel, é uma das iniciativas que chega a fim de reduzir o contato social e a espera na recepção. Por meio dessa plataforma, os cardápios de todos os restaurantes e bares bem como o spa menu podem ser consultados entre outras funcionalidades. O restaurante deixa, temporariamente, de ser buffet e passa operar no formato à la carte e por sistema de turnos, para que as cadeiras e mesas sejam devidamente higienizadas após a cada utilização.  Os bares, restaurantes, salas de reuniões e o Club Nep (espaço kids) também vão ter acessos controlados para evitar pequenas aglomerações e as recreações passam ser realizadas em espaço ao ar livre e com número reduzido de crianças.

Produtos e soluções funcionais

Para evitar que as pessoas fiquem muitos próxima uma das outras nas mesas nos restaurantes, a TES Cenografia, empresa do Grupo R1 desenvolveu uma solução simples e eficaz. Divisórias padronizadas, que podem ser moduladas no tamanho necessário e com diversos acabamentos de portfólio, até acabamento e projetos 100% customizados que atendem ao estilo e design dos ambientes originais. Segundo Marcelo Chanoft, Diretor da TES, a ideia é adaptar os restaurantes para as novas regras, porém com design moderno e custos acessíveis. “Nossa principal preocupação é com a segurança sanitária que unisse um design agradável. As divisórias podem ser construídas de acordo com o mobiliário, por exemplo. Nós queremos um ambiente de alto astral e que o distanciamento imposto não seja um incomodo. Essa é a vantagem de fazer os projetos e adequações com uma empresa como a TES. Nossa equipe de projetos está preparada tecnicamente para atender as exigências técnicas sanitárias, porém com muito design e bom gosto. São detalhes que colocamos no projeto que não impactam em custos e fazem toda a diferença”, menciona Chanoft.

As divisórias desenvolvidas pela Tes Cenografia adapta os restaurantes para as novas regras, porém com design moderno e custos acessíveis

Segundo ele, as estruturas são utilizadas como temporárias de fácil instalação e ajustáveis ao tamanho dos locais. “Desenvolvida pelos designers a partir de um estudo de cores e materiais, as divisórias podem ser feitas de tecido, acrílico ou compostas, sempre mantendo a sustentabilidade, que está no DNA do grupo R1, mesmo em momentos difíceis que vive a economia”, concluiu Chanoft.

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APP da Revista Hoteis

 

Barreiras de proteção

Nesse contexto da pandemia do novo coronavírus, toda proteção é bem vinda. Com mais de 50 anos de experiência, a Day Brasil é referência na distribuição de chapas de policarbonato, acrílico e PS no País e viu no COVID-19 uma grande oportunidade para ampliar seu foco de atuação. “Temos uma imensa gama de produtos para ajudar clientes a desenvolver soluções e produzir barreiras de proteção contra fluidos contaminantes para utilização em hotéis, como recepção, bar, restaurante, academia e área de convívio social”, diz a arquiteta Paloma Souza, Gerente de Desenvolvimento de Mercado da empresa.

Segundo Paloma, tanto o policarbonato compacto como o acrílico são produtos indicados para barreiras de proteção. “Apesar de oferecermos os dois, o policarbonato pode ser mais indicado dependendo da utilização e necessidade do cliente: a principal característica do material é a resistência, pois é praticamente inquebrável, não propaga chama e é isento de metais pesados, além da transparência e resistência a produtos abrasivos como álcool 70 e outros produtos de limpeza. A utilização de uma barreira de proteção transparente evita qualquer contato de fluidos contaminantes, sem perder o contato visual e social entre as pessoas”, explica a arquiteta. “Outros tipos de materiais transparentes não são resistentes como o policarbonato, podendo se quebrar facilmente e, principalmente, ‘esbranquiçar’ com a utilização de qualquer material para limpeza e higienização”, compara ela.

Placas da Day Brasil em mesa: barreira transparente evita contato de fluidos contaminantes, sem perder contato

O atendimento e a venda da Day Brasil é realizada por meio dos canais de comunicação da empresa (telefone, Whats App, site e chat). “O ponto de partida é identificar as áreas que serão instaladas as barreiras, definir em conjunto com o cliente as necessidades, sendo altura x largura, proteção frontal e lateral, cantos arredondados, método de fixação etc. Após essas definições, podemos utilizar do nosso Centro de Usinagem para entregar as chapas de policarbonato ou acrílico já customizadas para o cliente, pronto para instalar. De acordo com a necessidade, podemos inclusive oferecer a solução da barreira mais acessórios (fitas adesivas, perfil e até silicone) para permitir a própria instalação pela área de manutenção do cliente”, conta Paloma. “Vale a pena ressaltar que temos como apoio o Departamento de Projetos para quantificar e identificar o melhor aproveitamento das chapas trazendo economia significativa ao cliente.”

Com estoque e o Centro de Usinagem localizados em São Paulo, a Day Brasil atende todo o País. “O material está disponível no estoque para faturamento imediato. Quando utilizamos da usinagem, temos um prazo de três a cinco dias úteis para a entrega”, finaliza a profissional.

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