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Hotelaria do Rio de Janeiro busca acordo com OTAs

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No cenário de crise causada pela pandemia do novo coronavírus, a negociação com as agências de viagens online – OTAs, na sigla em inglês – vem sendo uma das pautas prioritárias do setor hoteleiro. Uma comissão formada por hoteleiros representantes do Hotéis Rio e da ABIH-RJ tem buscado, nos últimos cinco meses, estabelecer um diálogo com os principais players deste mercado, como Expedia, HURB, Booking e Decolar.

Cientes da crise do setor, um dos mais afetados pelas recomendações de circulação restrita e isolamento social, a HURB foi a primeira OTA a se solidarizar e ofereceu um pacote com condições exclusivas para hotelaria, afirmam as entidades. A Expedia também teve resposta positiva aos pleitos dos hotéis e se comprometeu em apresentar uma proposta na primeira semana de setembro, emendam as associações.

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Uma das maiores do setor, porém, teve manifestação contrária às demandas da hotelaria. A Booking.com não atendeu as reivindicações apresentadas pela ABIH-RJ e pelo Hotéis Rio. Até o momento, ainda não houve entendimento também com a Decolar.com, HotelBeds e CVC/Trend.

Segundo o Vice-Presidente do Hotéis Rio e titular do Conselho Fiscal da ABIH-RJ, Ronnie Arosa, “quanto mais econômico seja viajar para o cliente, mais favorável será para todos, e isso permitirá a geração de empregos para ambos os lados. Todos temos que reduzir nossos custos. Nós já fizemos a nossa parte e estamos aguardando que as OTAs sigam o mesmo caminho. Precisamos nos apoiar e reinventar para favorecermos nossos clientes e colaboradores”.

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Desde o início da pandemia, seis hotéis já fecharam as portas em definitivo na cidade do Rio de Janeiro. A taxa de ocupação vem apresentando crescimento lento, atualmente na faixa de 25% a 30%, e o setor estima que a recuperação para o patamar anterior à crise possa demorar até quatro anos. Nos últimos quatro meses, a hotelaria carioca acumulou um prejuízo estimado em R$ 850 milhões e cerca de 20 mil empregos diretos estão suspensos.

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