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Accor assina acordo para contratar refugiados venezuelanos em seus hotéis

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Latin American Business Summit on Refugees (Cúpula Empresarial sobre Refugiados na América Latina,) onde a Accor assinou um acordo para contratar 150 refugiados venezuelanos até 2021 (Foto: Divulgação)

A Accor América do Sul fechou recentemente um acordo para contratar até 2021, 150 refugiados venezuelanos para trabalharem em hotéis operados pelo Grupo na Argentina, Brasil, Chile e Colômbia. O compromisso foi assinado por representantes da empresa presentes no Latin American Business Summit on Refugees (Cúpula Empresarial sobre Refugiados na América Latina), que ocorreu na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, organizado pelo Tent Partnership for Refugees e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Na ocasião, outras 20 empresas, entre elas Telefônica, Sodexo e Accenture, também assumiram o mesmo acordo, totalizando 4.500 novas vagas de empregos para refugiados, além do apoio a mais de 2.000 empresas de propriedade de refugiados, que por sua vez vai gerar acesso a serviços para mais de 110 mil pessoas nas mesmas condições.

No Novotel Itu Golf & Resort, no interior de São Paulo, 16 refugiados do Haiti e Venezuela trabalham no hotel como cozinheiro, cummins, recepcionista, arrumadores e auxiliares de cozinha, limpeza, manutenção e eventos. Todos com treinamentos e integração em suas áreas.

Magda Kiehl, Vice-presidente sênior Jurídica e de Riscos Accor América do Sul comenta que “Os refugiados têm orgulho em estar conosco e ter um emprego. Eles sempre demonstram ‘brilho nos olhos’ de poder trabalhar e ser valorizados. Estamos muito satisfeitos em assumir mais esse compromisso”, afirma. “Para a Accor, essa é uma causa muito importante em que a empresa atua em diferentes países da América do Sul, inclusive o Brasil”, completa.

Um exemplo disso é o Café Trampolim, localizado no ibis budget São Paulo Paulista, que por meio de parcerias com ONGs especializadas, há dois anos contrata refugiados. Atualmente, o restaurante tem um refugiado sírio e outro congolês como funcionários. No mesmo hotel, outros dois colaboradores do Congo e dois da Venezuela atuam na recepção.

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