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Accor lança Canal da Mulher no combate à violência doméstica

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A Accor deu mais um passo no combate contra a violência doméstica vivida por mulheres e meninas. A partir do dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a empresa disponibiliza para seus colaboradores o Canal da Mulher, meio de comunicação interno, seguro e exclusivo, onde todos poderão denunciar maus tratos contra mulheres e meninas.

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De acordo com Magda Kiehl, Vice-presidente sênior de Jurídico, Riscos e Compliance Accor América do Sul e líder do Riise América do Sul, Programa Mundial de Diversidade de Gênero da Accor, responsável pelo Canal da Mulher e diversos outros projetos no segmento, “Denunciar é uma forma de ativismo e proteção às mulheres e meninas contra a violência doméstica. O Canal da Mulher é mais um projeto criado pela Accor para caminharmos em busca do fim desse crime brutal no Brasil e no mundo”.

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A executiva afirma que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada três mulheres no mundo já sofreu violência sexual ou física de seus parceiros. “E essa mulher pode ser sua amiga, uma pessoa da família, uma colega de trabalho. Para quebrar esse ciclo de violência e medo só existe um caminho, que é educar, conscientizar e mobilizar a sociedade”, destaca Magda.

A Accor quer, por meio do programa, apoiar mulheres que são vítimas de violência doméstica (Foto: Pixabay/JillWellington)

O Canal da Mulher inicia sua trajetória na Accor com quatro objetivos principais:

– Educação: comunicação online e off-line com o objetivo de tornar o canal conhecido entre todos os colaboradores e mostrar o que é a violência doméstica e como identificar uma vítima;

– Encorajamento: criação de um espaço acolhedor para que as vítimas tenham coragem de fazer uma denúncia, mostrando a importância de denunciar e explicando como fazer;

– Prevenção (comunicação direcionada para homens): palestras de sensibilização, rodas de discussão entre homens, vídeos e treinamentos. O plano será desenhado e conduzido pelo Instituto Papo de Homem (PDH), especializado nesse tema;

– Apoio (psicológico e legal): atendimento 24 horas, todos os dias da semana, por uma consultoria especializada.

A implantação do projeto está estruturada em cinco etapas estratégicas. São elas: “Conhecendo”, onde o canal será divulgado para todos os colaboradores; “Educando”, quando será mostrado o que é a violência doméstica e como identificar uma vítima; “Superando”, criação de um espaço acolhedor para que as vítimas também tenham coragem de denunciar; “Denunciando”, mostrando a importância da denúncia e como fazê-la; e “Vivendo”, revelar todas as frentes e opções que a vítima tem para continuar sua vida após a denúncia.

Projeto Acolhe

Além do Canal da Mulher, a Accor conta com um outro projeto que faz parte do Fundo de Investimento Social Privado pelo Fim das Violências Contra as Mulheres e Meninas – uma parceria com o Instituto Avon e com o apoio do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) – cujo objetivo é mitigar o impacto dessa epidemia silenciosa sobre a vida das mulheres, prover meios de reinseri-las profissionalmente e aprimorar a execução dos serviços públicos de abrigamento e proteção. Saiba mais clicando aqui.

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Segundo Magda, “Chamado Acolhe, este projeto é uma iniciativa para hospedar e capacitar mulheres vítimas de violência, oferecendo-lhes um abrigo temporário nos hotéis operados pela Accor, além de dispor ferramentas para auxiliar na construção de um futuro com mais protagonismo, autoconfiança e autonomia para essas mulheres. Ao todo, são 295 hotéis da Accor, localizados em 133 municípios no país, participando do Acolhe. Esse recurso é proveniente do fundo de emergência global da Accor, o Heartist Fund, dedicado a iniciativas de solidariedade às vítimas do coronavírus. Aliada com medidas de segurança física e sanitização, o objetivo é prover hospitalidade, conforto e acolhimento às mulheres desde o momento do check-in”.

Mulheres em situação de violência devem acessar o site do Mapa do Acolhimento para encontrar os serviços públicos de proteção disponíveis para abrigamento, que podem ser hotéis, casas-abrigo ou casas de passagem.

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