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Portobello Resort & Safári recebe programa gratuito de equoterapia

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Em iniciativa da prefeitura de Mangaratiba, a equoterapia é ofertada para crianças e adolescentes com necessidades especiais.

A fazenda do Portobello Resort & Safári tem sido palco de um programa inovador e gratuito de equoterapia (terapia com equinos) da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer de Mangaratiba (RJ), desenvolvido para atender crianças e adolescentes com necessidades especiais, matriculados na rede de ensino, pública ou particular, do município. Os jovens frequentam semanalmente a fazenda do Portobello para participar da terapia com cavalos, que tem se revelado um sucesso para o desenvolvimento cognitivo e motor de pessoas com necessidades especiais.

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Com todos os protocolos adaptados à situação da pandemia, as crianças são atendidas pela equipe do CEMAP -Centro Municipal de Atendimento Psicopedagógico, com o suporte de profissionais de fonoaudiologia, psicopedagogia e fisioterapia. De acordo com o veterinário do Portobello Resort & Safári, Bruno Rocha, os cavalos que participam da equoterapia precisam ser selecionados cuidadosamente: “Além de estarem saudáveis, que é imprescindível, eles precisam exercer as funções de trote e marcha, ou até mesmo galope. O cavalo também precisa ser manso para garantir a segurança dos pacientes e facilitar o trabalho dos profissionais no uso dos acessórios durante a terapia”, explica Bruno. Para complementar a equoterapia, o CEMAP ainda oferece aos pacientes a Terapia Assistida por Animais (TAA), que é uma atividade realizada na Fazendinha do Portobello e possibilita a interação direta das crianças com diferentes espécies. A responsável pelo CEMAP, Cristileine Pereira da Silva Portugal, destaca que a equoterapia é um método terapêutico e educacional. “Ela oferece uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial das pessoas com necessidades especiais”, explica Cristileine.

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Para participar do programa, a criança deve ter o encaminhamento médico (de neurologista ou psiquiatra), ser matriculada na rede de ensino local e passar pela avaliação da equipe multidisciplinar do CEMAP. Também é importante que os pais tenham a disponibilidade para levar seus filhos para a realização do tratamento.

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