Publicidade
Hotelplus

FUNGETUR traz fôlego para o turismo nacional

O Dia e horário dessa postagem está no final, assim como nome do autor. O tempo estimado de leitura é de 3 minutos

Linha de crédito do FUNGETUR é disponibilizada com recursos do Ministério do Turismo e possibilitou a manutenção de mais de 48 mil empregos diretos no País

Micro e pequenas empresas são as principais beneficiadas com recursos do FUNGETUR – Fundo Geral do Turismo que, por meio de taxas e juros diferenciados, disponibilizou R$ 5 bilhões para empreendedores do setor do Turismo. Elas representam nove em cada 10 empreendedores beneficiados com a linha de crédito. O resultado dos cerca de R$ 1 bilhão contratado desde o ano passado é a manutenção de mais de 48 mil empregos diretos no setor em todo o País.

Publicidade
Harus

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, destaca que os recursos também estão disponíveis para médias e grandes empresas e que, em muitos casos, foi determinante para evitar que elas fechassem às portas em definitivo. “O FUNGETUR é uma conquista de milhares de empreendedores do setor do turismo brasileiro que, através do crédito disponibilizado por nós, conseguiram um fôlego para tocar o dia a dia de suas empresas e não fechar as portas, mantendo, assim, o emprego de milhares de trabalhadores brasileiros”, destacou Machado Neto.

Dário Ribeiro, padeiro que atua há 12 anos na centenária Casa Valduga, em Bento Gonçalves (RS), indagou: “Na minha idade, se eu perco o emprego, onde eu vou encontrar outro serviço?”. Considerada uma das principais vinícolas do País, a Casa Valduga foi uma das instituições contempladas com a liberação de crédito pelo Ministério do Turismo, em 2020. Estes recursos contribuíram para a manutenção do emprego de pelo menos 300 funcionários da vinícola que, diante da pandemia de COVID-19, interrompeu às atividades de visitação a turistas.

Publicidade
Escola de resultados

A mais de 3 mil km de lá, Jositânia Ramires é guia de turismo em Maceió (AL) e, por conta da pandemia, teve que buscar uma fonte alternativa de renda: “eu tive que vender frutas para sobreviver”. Aguardando o momento em que poderia retornar à profissão de guia de turismo, Jositânia conseguiu, através do Fungetur, recursos para continuar pagando o seu veículo financiado. “Eu levo o turista para conhecer coisas lindas, belezas naturais, eu levo a minha alegria, eu levo a minha cultura, eu levo a minha história e a do meu estado e do meu País”, conta a guia de turismo.

Micro e pequenas empresas são as que mais acessam recursos do FUNGETUR

O FUNGETUR – Fundo Geral do Turismo, trouxe fôlego ao setor de viagens e turismo (Foto: Pixabay/FotografieLink)

Também na capital alagoana, Anderson Rodrigues, que possui uma agência de turismo, comemora o acesso à linha de crédito do Ministério do Turismo. “Eu acho que a palavra mais adequada a situação foi extrema agonia. Esse dinheiro foi, em primeiro lugar, para reativar as atividades da empresa. E a questão de saldar esse crédito, graças a Deus, o planejamento está bem dentro das condições”, diz o guia de turismo e empresário.

Estas são algumas das histórias de 3.119 empresas e de Microempreendedores Individuais (MEI) que receberam suporte do governo federal, por meio do Ministério do Turismo, para minimizar os impactos da pandemia de Covid-19 no setor de turismo. Estes recursos integram o FUNGETUR – Fundo Geral do Turismo.

Ainda no ano passado, o Ministério do Turismo liberou um crédito histórico de R$ 5 bilhões, alcançando empreendedores de 684 municípios distribuídos em 21 unidades da federação. Apenas no ano passado, com a contratação de R$ 758,5 milhões por empreendedores do setor, o FUNGETUR registrou aumento de 1.004% na comparação com 2018 (R$ 68,6 milhões) e de 526% em relação aos valores contratados em 2019 (121,1 milhões). Neste ano, até o mês de abril, foram cerca de R$ 250 milhões contratados.

Fungetur

Os recursos do FUNGETUR foram liberados por meio da MP 963/2020 e podem ser usados tanto para capital de giro das empresas – dinheiro necessário para bancar o funcionamento – quanto para aquisição de bens, como máquinas e equipamentos. Podem ser aplicados ainda em obras de construção, modernização e ampliação para a retomada das atividades, além de reformas em geral em empreendimentos paralisados pela pandemia. A linha conta com taxas (até 5% ao ano, acrescida da Selic) e prazos (até 240 meses) diferenciados para apoiar o setor de turismo.

Publicidade
Gazin

Segundo pontua o Diretor do departamento de atração de investimentos, João Daniel Ruettimann, “Estes recursos foram fundamentais para capitalizar empreendimentos e socorrer o setor quando muitas atividades foram paralisadas. Mas é muito importante também para o cenário de retomada das atividades, porque estes recursos irão contribuir com a preparação dos empreendimentos e atrativos turísticos”.

Publicidade
Soluções RH

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


CAPTCHA Image
Reload Image
CLICK AQUI PARA ESCOLHER O IDIOMA DA LEITURA
error: ARQUIVO NÃO AUTORIZADO PARA IMPRESSÃO E CÓPIA