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Viagens corporativas injetaram quase R$ 76 bilhões na economia em 2014

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Em 2014, o segmento de viagens corporativas foi responsável por injetar R$ 75,93 bilhões na economia do País e por gerar 9 mil novos postos de trabalho, segundo a pesquisa IEVC – Indicadores Econômicos das Viagens Corporativas. Os dados foram apresentados no primeiro dia do Lacte – Latin American Corporate Travel Experience, evento do segmento de viagens corporativas realizado nos dias 23 e 24 de fevereiro, em São Paulo.

O IEVC é promovido pela Alagev – Associação Latino Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas e pelo Senac-SP em parceria com a CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e com o apoio da Abracorp – Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas.

O secretário Executivo do Cetur – Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC, Eraldo Alves da Cruz, representou a Confederação no lançamento da pesquisa, que teve a presença do presidente da Alagev, Eduardo Murad Jr., da presidente do Conselho da Alagev, Viviânne Martins, do presidente da Abracorp, Edmar Bull, e da gerente do Senac Irecê Piazentin.

Apesar do aumento de 9,2% na receita de 2014, em relação a 2013 o indicador demonstra desaquecimento, se comparado a 2013, quando o segmento teve um incremento de 13,8% na receita. As projeções para 2015 são de um crescimento de 8,17%.

O IEVC mede a receita operacional recebida com a prestação de serviços aos clientes corporativos em suas viagens. Em 2014, o segmento de transporte aéreo foi responsável por mais da metade (52,8%) dessa receita, seguido por hotelaria (responsável por 28,6%), locação de carros (5,87%), alimentação (5,26%), agenciamento (4,83%) e tecnologia (2,59%). Ao todo, o setor é responsável por 752 mil empregos diretos e indiretos, representando 24% do total de postos de trabalho do segmento de viagens e turismo no Brasil.

A pesquisa, realizada com as 1.100 maiores empresas no Brasil, mostrou que 61,5% delas pretendem reduzir os gastos com viagens corporativas, e só 23% vão manter os mesmos valores do ano passado. “Sabemos que será um ano difícil. O que precisamos fazer é intermediar o diálogo entre clientes e fornecedores, para que eles comprem e vendam melhor. Cortar custos não resolve; é preciso negociar melhor, de forma inteligente”, afirma Murad Jr.

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