Publicidade
Trofeu fornecedor

Tomei a vacina: agora posso viajar?

O Dia e horário dessa postagem está no final, assim como nome do autor. O tempo estimado de leitura é de 3 minutos

A imunização da vacina contra COVID-19 não é imediata e demanda um tempo de espera por parte do viajante

A pandemia do coronavírus fez com que os brasileiros tivessem que ficar mais tempo dentro de casa, como forma de desacelerar a propagação do vírus. Isso significou que muitas pessoas tiveram que adiar seus planos de viagem, seja para destinos nacionais ou internacionais.

Publicidade
Pikolin

Agora, com a campanha de vacinação já em andamento no território brasileiro, já tem gente se perguntando se é possível fazer uma viagem segura. Apesar da segurança proporcionada pela vacina, a resposta para essa questão não é tão simples assim. Neste texto, saiba quais são os cuidados que ainda são necessários.

Tempo de imunização

Um dos pontos que as pessoas devem estar atentas é o tempo de imunização para que a proteção da vacina seja efetivada no organismo humano. No caso das vacinas contra a COVID-19, a primeira dose de qualquer uma das fabricantes não garante uma imunização completa do corpo.

A primeira dose serve para gerar um estímulo no sistema imunológico, que começará a produzir os anticorpos contra o vírus. No entanto, mesmo que essa dose induza um certo grau de imunização, não é possível quantificar se é o suficiente para proteger o organismo do vírus.

Publicidade
Encontro da Hotelaria Mineira

Essa certeza só existe com a aplicação da segunda dose. E mesmo após a sua explicação, é preciso que a pessoa ainda espere um tempo, dando tempo para o corpo produzir todos os anticorpos necessários. Segundo infectologistas, esse tempo é de no máximo 15 dias. Somente a partir daí a pessoa pode ser considerada imunizada.

É preciso entender também que, mesmo com a vacinação, ainda há o risco de a pessoa ser infectada pela doença. Isso porque nenhuma das vacinas feitas no mundo até agora tiveram 100% de eficácia contra o contágio.

No entanto, isso não deve ser motivo de preocupação para os brasileiros. Todas as vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e que estão sendo aplicadas na população garantem que a pessoa não desenvolverá a forma grave da doença. Isso significa que, caso ela seja infectada, ela irá apresentar apenas os sintomas mais leves da COVID-19.

Viajar com cautela

Mesmo para quem já está vacinado, o ideal é permanecer tendo cautela nas ações cotidianas para correr o menor risco possível e diminuir a transmissão do vírus. Assim, para quem vai viajar, é necessário continuar seguindo uma série de recomendações sanitárias propostas pelos órgãos de saúde.

A principal delas é o uso de máscara sempre que sair de casa, uma vez que ela diminui a chance da pessoa, caso esteja infectada, transmita o vírus para os demais. Da mesma forma, ela também reduz as chances de quem não tem o vírus pegá-lo ao estar fora de sua residência.

O uso de álcool-gel nas mãos ao entrar em estabelecimentos públicos também é outra medida eficaz. Com o seu uso, caso o vírus esteja presente em suas mãos, ele é exterminado com o uso da solução. Isso permite que você toque em objetos e superfícies sem a chance de transmitir o vírus para outras pessoas.

Publicidade
Engie

Assim, no caso dos viajantes, o ideal é que procure por hotéis, resorts e companhias de viagem que estejam exigindo esse tipo de comportamento. Além dessas práticas, o distanciamento social e a inexistência de aglomerações são outras formas de garantir a saúde de turistas e funcionários dos estabelecimentos.

Outra possibilidade para quem está com saudades de viajar é procurar por destinos menos visados. Se durante o verão as praias são muito procuradas pelos turistas, é mais recomendado que você troque esse passeio por um local mais isolado e que receba um fluxo menor de viajantes, evitando fazer parte de aglomerações.

Outra recomendação é viajar para locais próximos de onde você mora. Isso porque, dessa forma, é possível você fazer o trajeto com seu próprio carro, sem precisar compartilhar transportes como ônibus ou avião. Se esse for o seu caso, viagens mais curtas garantem que você fique menos tempo em um espaço fechado com outras pessoas.

Publicidade
Altenburg

Comments

Paulo

Eu tomei uma dose ontem. E devo ir para os EUA. no próximo mês. Tomei ASTRA ZENECA. E possiveltomae a outra lá ?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


CAPTCHA Image
Reload Image

CLICK AQUI PARA ESCOLHER O IDIOMA DA LEITURA
error: ARQUIVO NÃO AUTORIZADO PARA IMPRESSÃO E CÓPIA