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Tendências do turismo e segunda onda da COVID-19 foram temas de webinar

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Segunda rodada do Travel Consul teve apoio da Interamerican Network e BRAZTOA, e detalha tendências do turismo nos próximos meses

O Travel Consul, principal aliança internacional de marketing de viagens, divulgou os resultados de sua segunda pesquisa do ano, que revela o impacto da COVID-19 na indústria e a recuperação futura da distribuição global de viagens. Entre 14 e 28 de setembro de 2020, mais de 1.000 executivos de viagens (operadores de turismo e proprietários de agências) de mais de 20 países participaram dessa pesquisa global. Essa segunda rodada de 2020 reuniu novos insights relacionados às certificações de saúde, preferências dos viajantes e reservas antecipadas internacionais. No Brasil, ela contou com o apoio da Interamerican Network e da BRAZTOA – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo.

Para comentar o resultado, Danielle Clouzet Roman, Presidente e CEO da Interamerican Network e Estela Farina, Vice-presidente da BRAZTOA e Diretora da Norwegian Cruise Line no Brasil, reuniram-se na tarde desta terça-feira, dia 10 de novembro, no webinar “Os negócios do turismo e a segunda onda da COVID-19”, transmitido ao vivo para todo o País.

Dando início ao debate, Danielle explicou: “Profissionais da Europa e América do Sul foram os que mais participaram. Isso é interessante e fiquei muito feliz com a interação desse mercado”. Estela corroborou: “Sempre fomos muito carentes em dados e ter uma fonte como essa é muito importante para o mercado”.

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Danielle ressaltou que muitos países seguem com as fronteiras fechadas mas que a pandemia está em declínio, ao contrário do resultado global. “Temos prazer de ver o que está acontecendo em países da Ásia e da Europa, por exemplo”, disse.

A maioria das empresas (36%) afirmou que o maior impacto foi a mudança de tempo integral para jornadas flexíveis. As dispensas registraram 5% de aumento em relação a junho de 2020. No quesito de confiança de agências, nas atuais circunstâncias, perguntados sobre quanto tempo seriam capazes de sustentar seus negócios, houve queda de 5% nos índices de 4-6 meses e aumento de 2% nos índices 7-10 meses. O impacto na receita das agências continua alto, com 76% no quarto trimestre de 2020. “A perspectiva da vacina, apesar da polêmicas, deve melhorar o cenário. Houve inclusive anúncio da Pfizer que animou o mercado”, observou Estela.

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Os programas de treinamento caíram 11%. “É difícil redesenhar o negócio, mas as vezes é necessário”, afirmou Danielle. Na questão “Quais as três principais fontes de dados que você está usando para ajudá-lo a lidar com a crise?”, Associações de agências e operadoras de viagens saíram na frente, com 64%. “A BRAZTOA vem realizando pesquisas e divulgando entre os associados, dando um direcionamento de rota. Está sendo um aprendizado e uma nova leitura do papel das associações”, opinou Estela.

Raio-X do comportamento do cliente

O adiamento das viagens ainda é mais prevalente do que os cancelamentos e não apenas no Brasil. A América do Sul lidera com 82%. Globalmente, quase 50% dos clientes estão esperando para decidir quando viajar, enquanto 1/5 está reservando uma viagem internacional. Na questão “Quais são as três maiores considerações de seus clientes ao escolher um destino hoje?”, as certificações de saúde e segurança lideram com 73,56%, seguidas pelo gerenciamento da pandemia pelo destino (59,65%) e preço, em terceiro lugar, com 39,47%.

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As certificações que conferem mais segurança são as elaboradas pelo destino, com 38% da preferência, seguida pelas certificações internacionais com 33%. A percepção das viagens também está mudando, com 36% estendendo a temporada de verão para o outono e além, e 64% mantendo a temporada de viagens como sempre. Outro dado: 45% dos parceiros de distribuição acreditam que as políticas de cancelamento e flexibilidade dos fornecedores estão tendo impacto positivo em seus negócios. “É bom saber que já existe uma colaboração maior dos fornecedores”, pontuou Danielle.

Resorts e hotéis como opções

Globalmente, 44% dos respondentes estão propensos a considerar hotéis e resorts não oferecidos anteriormente. “É preciso se reinventar. Se Disney está fechada, é preciso buscar outros destinos e empreendimentos para oferecer. É isso que estamos aprendendo com tudo isso. Além disso, está se considerando trabalhar com novos fornecedores, com 47% respondendo ‘provavelmente’ e 38% ‘muito provavelmente’”, explicou Danielle.

As mídias sociais permanecem em primeiro lugar como atividade de Marketing mais planejada para os próximos meses. “Digital e vendas ficaram, respectivamente, em segundo e terceiro lugares”, apontou Danielle. “Você, por meio das redes sociais, consegue segmentar bastante, é uma linguagem mais pessoal que faz mais sentido sim, para todos os segmentos de turismo”, complementou Estela.

Após algumas observações, o webinar sobre o Travel Consul foi encerrado

O webinar estará disponível nos canais da Interamerican e BRAZTOA na plataforma YouTube a partir do dia 11 de novembro, e o estudo completo também será disponibilizado para leitura e download.

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