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Sheraton Barra sediou encontro de sustentabilidade urbana

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No último dia 1º de setembro, aconteceu no Sheraton Barra Hotel & Suítes, na capital fluminense, a terceira edição do “Barra Sustentável”. O evento reuniu cerca de 250 pessoas, entre empresários, políticos, ambientalistas e entidades civis da Região da Barra da Tijuca, com o objetivo de discutir questões da Mobilidade e Urbanização que afetarão a região e adjacências (nova Macrozona Condicionada) nos próximos anos, em decorrência dos megaeventos Copa do Mundo e Olimpíadas.

 

No encontro, a Diretora de vendas e marketing do hotel, Ana Nery, destacou a importância e transformação do “Barra Sustentável” num movimento “guarda-chuva” para todas as iniciativas pró-sustentabilidade da Região.  O ciclo de palestras foi aberto pela Deputada Estadual pelo PV-RJ, Aspásia Camargo, que mostrou a complexidade e os limites do novo Plano Diretor e sugeriu a elaboração de um Plano Estratégico para a Região, envolvendo empresários, comunidade e governo.  “Temos que usar o Plano Diretor como uma alavanca de crescimento sustentável, mas também trabalhar nos seus vazios, como, por exemplo, a apropriação cultural, batizando as riquezas ecológicas da região, a fim de preservá-las (como foi com o Pão de Açúcar)”, disse a deputada. 

 

A Professora de sustentabilidade da FGV – Fundação Getúlio Vargas, Patricia de Sá, apresentou um resumo dos trabalhos do concurso universitário “Nós Pela Macrozona”, que apontaram o baixo comprometimento das construtoras com a sustentabilidade, a transformação da Região numa “ilha de calor”, por conta das edificações sem critério, excesso de pavimentação e falta de áreas verdes (em horários do dia umidade relativa do ar fica abaixo de 30%). O alto índice de emissão de CO2 da Avenida das Américas (que só perde para a Avenida Brasil) e a substituição dos ecossistemas nativos por uma “natureza fabricada” com fins  imobiliários também foram citados.

 

No final do encontro foram propostas algumas soluções para melhorar a mobilidade e urbanização na Região, levando em consideração a sustentabilidade e qualidade de vida dos moradores: incluir o Parque Municipal Ecológico de Marapendi como um dos compromissos e legados da Rio 2016; criar corredores verdes e calçadas gramadas; maior fiscalização dos gabaritos e espaçamentos das edificações, despejos de esgoto nas lagoas e projetos de educação ambiental. Além do envio de um abaixo-assinado com 150 assinaturas ao poder público e a Empresa Olímpica com as demandas das lideranças da Região.

 

 

 

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