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Rodolfo Nascimento fala sobre a Central de Produção de Alimentos da Aviva na HFN

Direto de Olinda (PE) – Dentro da programação da 2ª Hotel & Food Nordeste, iniciada nesta quarta-feira, 6 de novembro, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, acontece o 2º Fórum de Hospedagem e Alimentação do Nordeste com curadoria do site Hôtelier News. Neste primeiro dia de palestras, Rodolfo Nascimento, da Aviva, detalhou a operação da Central de Produção de Alimentos da companhia.

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Rodolfo iniciou a sua palestra elogiando a capital pernambucana e o seu povo hospitaleiro. “Estou na hotelaria há 18 anos e possuo experiência extensa na área de Alimentos e Bebidas. Quero compartilhar com vocês detalhes da operação desenvolvida pela Aviva, empresa na qual atuo e que é detentora da Costa do Sauípe e do Complexo Rio Quente, dentro deste segmento”, revelou.

De acordo com Nascimento a missão como Gerente de Alimentos e Bebidas é trazer “excelência e experiência para as famílias que visitam os empreendimentos da companhia”. Nascimento exaltou o aumento de voos fretados pela companhia e outros fatores que, segundo ele, tornam a marca Aviva ainda maior a cada ano.

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Retomada do turismo

Segundo o Gerente, a proporção da empresa está alinhada com a grandiosidade da Central de Produção de Alimentos. “Queremos ser reconhecidos no Brasil como uma empresa de entretenimento. Temos a hospitalidade como marco importante, o Vacation Owner Ship como um dos pilares do negócio, mas o entretenimento continua sendo o foco. Estão chegando mais novidades que serão um marco na nossa história e na forma de promover o turismo no Brasil”, afirmou.

Movimento

Entender como tratar alguns segmentos dentro da empresa era essencial para o crescimento da Aviva. A centralização da produção de alimentos foi uma das conclusões alcançadas pela empresa no processo de elaboração de uma nova estratégia, iniciada anos atrás. “Pensamos sobre o assunto, estressamos esse assunto e o colocamos em prática. No início cada hotel tinha uma produção de alimentos cujo consumo era imediato. Nosso associado precisava chegar cedo para atender um café da manhã que começava 7h30. Essa observação mostra o prazo de tempo e entrega, um dos focos do estresse da operação. A produção era conforme a demanda, antes fazíamos o planejamento para cada um dos empreendimentos, com custos diferentes, o que causava transtornos ao controle de custos da nossa empresa”, detalhou o executivo.

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Nascimento explicou que, apesar da disparidade de cardápios, a demanda também era diferenciada de empreendimento para empreendimento. “As vezes eu tinha uma estrutura melhor em um dos hotéis para uma deficitária para outro. Os Programas de Pré-Requisitos podiam acabar corrompidos, pois por exemplo, precisávamos garantir que fossem aferidas temperaturas dos produtos servidos e a sua qualidade de cocção, e ao invés de uma única planilha para tudo, tínhamos cerca de dez, e isso refletia no desperdício de alimentos. Se o alimento só tem seis horas de validade, conforme determina a legislação, e não foi consumido, isso era perda, muita comida jogada fora. Soma-se a isso o alto custo da manutenção de equipamentos e a insalubridade e ergonomia que antes eram comprometidos”, lembrou o gestor.

Design Thinking

Trabalhando com métodos ágeis, surgiu o plano de implantação do sistema cook n´chill, que segundo Nascimento, “garante que não se tenha proliferação bacteriana, pois tiramos um alimento de 90 graus e o baixamos a menor temperatura em um tempo muito ágil, processo que garante maior qualidade de conservação dos alimentos dentro da CPDA. Com o sucesso dessa prática, percebemos que poderíamos vender para o mercado, fora do complexo. Assim, foi criada a Practive, que é um canal de food services para vendas externas e que logo de cara, consolidou-se com uma carteira de clientes que inclui hotéis e outros prospects”, revelou.

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RAP Engenharia

A centralização da produção e os desafios que esta implicou foram os temas seguintes da palestra de Nascimento, que seguiu a sua apresentação abrindo espaço para a participação do público, que pôde tirar dúvidas sobre a produção de alimentos e a inovação conquistada pela Aviva dentro deste segmento.

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