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Produtos chineses invadem o segmento hoteleiro

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A China é a grande fábrica do mundo e de olho no crescimento do segmento hoteleiro brasileiro cada dia mais produtos chegam ao setor com preços muito competitivos, mas a qualidade necessita ser observada, pois assim como em qualquer indústria mundial, existem bons e maus produtos

 

Desde a última década, a China vem se despontando como uma grande e importante liderança comercial e econômica mundial, e desbancando o reinado dos Estados Unidos que perdurou por décadas. Em consequência disto, a China considerada a grande fábrica do mundo e aproveitando o bom momento do mercado econômico dos paises emergentes, já ocupa a posição de maior parceiro comercial do Brasil desde 2009, tanto no que se diz respeito a importação e exportação de produtos, que vão desde eletrônicos a equipamentos e maquinário industrial.

 

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, através da Balança Comercial, as trocas bilaterais alcançaram US$ 77,1 bilhões, com superávit brasileiro de US$ 11,5 bilhões, em 2011. O superávit comercial brasileiro com a China equivale a 38% do superávit global do Brasil. Entre janeiro e novembro de 2011 o Brasil exportou US$ 40,6 bilhões à China, 28% a mais que no mesmo período de 2010, e os principais produtos exportados foram minério de ferro, soja em grão e petróleo bruto. Em contrapartida o Brasil importou da China US$ 30,1 bilhões entre janeiro e novembro, crescimento de 23% em relação a 2010, e os principais produtos importados foram: aparelhos eletroeletrônicos e componentes, máquinas e equipamentos, químicos e veículos. Alguns céticos de plantão já falam que este é o inicio do processo de desindustrialização no Brasil.

Qualidade Made in China
E a qualidade destes produtos, como fica? Assim como em toda e qualquer indústria mundial, a China fabrica mercadorias boas e ruins e sem que muitas pessoas percebam, grandes marcas mundiais de eletrônicos japoneses, americanos ou mesmo europeus possuem o selo Made in China. Agora a ‘onda de ataque’ é o segmento hoteleiro, pois os chineses perceberam o imenso potencial deste setor e começou uma ‘invasão silenciosa’ de produtos principalmente na importação de cofres, sensores de presença, frigobar, secador de cabelo, espelho de aumento, amenities, travesseiros, enxovais de cama, mesa e banho, utensílios e equipamentos para cozinhas industriais. Para conquistar este mercado os chineses são presença cada vez mais constantes em feiras segmentadas para apresentar seus produtos e estreitar relacionamentos com os compradores hoteleiros. Independente disto, numa busca na internet é possivel identificar dezenas de empresas que vendem diretamente para a hotelaria.

 

Esta ‘onda vermelha’, uma alusão a cor predominante da bandeira da China, preocupa até mesmo tradicionais fornecedores da hotelaria nacional que descobriram os produtos chineses como fortes concorrentes. Na maioria das vezes eles chegam ao mercado brasileiro com um preço imbatível, sendo que em muitos casos estes produtos podem estar subfaturados e algumas vezes quem compra corre o risco ainda da mercadoria não cumprir critérios estabelecidos pela vigilância sanitária brasileira.

 

A Tramontina que possui cerca de  90% da produção nacional de talheres se sentiu incomodada com a concorrência dos produtos chineses e no ano passado, pediu que o SECEX – Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento que examinasse a diferença com relação aos valores de exportação cobrados por fabricantes de outros países. A Itália, por exemplo, exporta talheres aos Estados Unidos ao preço de US$ 39,22 por quilo, enquanto os chineses enviam talheres ao mercado brasileiro a US$ 3,48 por quilo. Levando em consideração somente à importação de facas, o Brasil importou em 2011 US$ 2,4 milhões, representando um aumento de 47% em relação a 2010, e 88% destes produtos vieram da China, segundo os dados do MDIC— Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Alegando dumping de talheres da China, a Tramontina move um processo no DECOM — Departamento de Defesa Comercial, órgão vinculado ao MDIC. A ABCON – Associação Brasileira de Importadores, Produtores e Distribuidores de Bens de Consumo questiona e alega que a Tramontina mostrou dados falsos no processo, com o objetivo de prejudicar a concorrência e realizar uma política de protecionismo.  “O que vemos hoje no Brasil é que há um exagerado número de pedido de processos antidumping para os mais diversos segmentos que vão desde a talheres a automóveis. Um mercado saudável deve ter abertura à concorrência de produtos importados, como é em todo o mundo, para que os consumidores possam ser atendidos em suas necessidades. Vemos  que, em muitos casos, há um exagero por parte dos fabricantes brasileiros, visto que nem sempre conseguem atender os consumidores e mesmo assim entram com processo para impedir importações saudáveis aos consumidores, aos mercados como um todo e mesmo ao controle dos preços  internos no país. Assim, fecham o mercado, impõem preços e todos perde com a perda de competitividade para outros centros. O setor hoteleiro é um segmento sensível a essas imposições de preços e produtos. Perde competitividade, cria desemprego no setor hoteleiro e nos segmentos fornecedores”, avalia Gustavo Dedivitis, Presidente da ABCON.

 

Segundo ele, os produtos importados complementam o mercado consumidor brasileiro em praticamente todos os segmentos. “A hotelaria brasileira é um desses setores que se beneficiaram com a chegada de uma variedade enorme de produtos utilizados com a finalidade de melhor atender  turistas e consumidores em geral. Hoje os produtos importados da China desfrutam de uma imensa aceitação por parte dos consumidores brasileiros. A fase da curiosidade, da desconfiança, já passou e os produtos chineses são muito bem recebidos pela qualidade obtida nos processos produtivos, que cresceram e se modernizaram muito nas últimas décadas”, salienta Dedivitis.

Barreira aos chineses
Segundo João Peres, Presidente do SINDAL – Sindicato dos Fabricantes de Equipamentos, das Empresas Fornecedoras de Produtos e Serviços de Projeto, Montagem e Manutenção de Cozinhas Industriais em Hotéis, Motéis, Flats, Restaurantes, Bares, Lanchonetes, Fast-Foods, Supermercados, Hospitais, Escolas, Clubes e Similares do Estado de São Paulo, visando se posicionar de maneira ainda mais competitiva no mercado e fazer frente aos chineses, fabricantes brasileiros de equipamentos para cozinhas profissionais e food service em geral estão investindo pesado na ampliação e na modernização da sua produção. Novas tecnologias de ponta estão sendo incorporadas, assim como processos de fabricação voltados para o aumento da qualidade e o barateamento dos produtos. “Contudo, a matéria prima aço inox é uma das mais caras do mundo, a carga tributária é elevada e o custo do dinheiro é astronômico no Brasil. Apesar disto, a indústria nacional cresce e se organiza para atender seus clientes e dar o respaldo em assistência técnica e pós-venda. Isto é uma garantia para o empresário da hospitalidade, que não vai ficar na mão numa hora em que a sua reputação e a sua marca estiverem em jogo”, afirma Peres.

 

Segundo ele, os fabricantes chineses de equipamentos para cozinhas profissionais estão introduzindo cada vez mais produtos no mercado brasileiro. “É crescente o número de  empresas  locais que buscam a competitividade importando containeres lotados com produtos chineses para o setor. Na própria feira Equipotel de 2011, os fabricantes chineses procuraram as indústrias brasileiras que ali estavam, oferecendo-se para produzir seus equipamentos com um custo mais reduzido, em função da mão de obra e matérias primas (especialmente o aço inox) mais baratas do que se fossem feitos no Brasil, descontados os impostos”, conta o Presidente do Sindal.

 

Em relação à qualidade dos produtos chineses Peres declara que o que foi visto na feira Equipotel em 2011 não deixou a desejar, mas tudo depende do gosto do cliente. “Aqueles que priorizarem preço, o farão em prejuízo de qualidade. As indústrias chinesas possuem todas as certificações (NSF, CE, UL, etc), caso o mercado queira pagar por isto. Tem também muita ‘porcaria’ de baixa qualidade e aço inox para todos os gostos. É preciso conhecer e conferir caso a caso, lembrando de verificar quem vai se responsabilizar pela manutenção destes produtos”, enfatiza Peres.
Na opinião de Peres os produtos chineses competem com os locais, tirando mercado dos nossos fabricantes, pois não incluem o custo Brasil nem a alta carga tributária, além do aço inox ser mais barato lá. “Sem dúvida que os fornecedores para hotelaria tem que se preocupar com a  vinda destes produtos.

 

A competição muitas vezes é desigual  e o cliente  precisa saber que  não terá suporte  de pós venda. As empresas devem agir  na defesa do seu capital  e do mercado que ajudaram a construir  no  Brasil. As entidades  representativas  da indústria estão  dispostas a respaldar  suas associadas, desde que elas efetivamente queiram  se defender  de uma competição predatória  e desleal”, assegura o presidente do Sindal.

Qualidade e competitividade
A Humaitá Louças, uma das maiores fornecedoras de equipamentos e utensílios de cozinha para hotelaria nacional, descobriu que importar da China é mais vantajoso, pois existe muita qualidade nos produtos, que em alguns casos não existe fabricação nacional, e um preço mais competitivo do que adquirir no mercado nacional. Com isto, a empresa criou duas marcas próprias para os produtos que importa da China a Humaitá Catering e Humaitá Inox. “Os itens da Humaitá Catering não possuem similares fabricados no Brasil – são bandejas de fibra de vidro com antiderrapante, carros para pratos, suportes para pratos prontos, carros para transporte de gelo, recipientes isotérmicos para líquidos e alimentos, racks para lavagem, armazenagem e transporte de copos e taças. No caso da Humaitá Inox, são réchauds, chafings, suqueiras e samovares/cafeteiras em inox para atender a hotelaria e muitos também não possuem fabricação nacional”, conta Júlio César Rodrigues, Diretor Comercial da Humaitá Louças.

 

Segundo ele no Brasil não existe nenhum fabricante de produtos para catering ou de equipamentos em inox como os que a Humaitá Louças importa a alguns anos da China. “Da mesma maneira que muitos fabricantes tradicionais de diversos países possuem linhas de produção na China, nós fomos atrás de produtos de qualidade, diferenciados e com custo mais baixo, além, é claro, de estabelecer uma parceria que nos permitisse o desenvolvimento de novos produtos. Nossa experiência de 45 anos de atividades e de mais de 15 anos como importadores de utensílios e equipamentos de diversos países diferentes, nos capacita plenamente a desenvolver peças adequadas ao perfil do mercado brasileiro e que, ao mesmo tempo, atendam às demandas de um mercado em franco crescimento e cada vez mais globalizado”, destaca Rodrigues.

 

Além de fornecer produtos modernos e de alta qualidade a Humaitá Louças está sempre atenta às novidades e as exigências do mercado hoteleiro de restauração e de catering. “Visitamos feiras internacionais e acatamos diversas sugestões de nossos clientes, assim com certeza iremos incorporar novos produtos ao nosso plantel”, acrescenta o diretor comercial.

 

Já em relação aos produtos importados a Humaitá Louças tem sempre o cuidado de tê-los em estoque, como os nacionais, para vender conforme a necessidade do cliente. “Temos programações anuais de conteineres, o que acarreta um constante fluxo de mercadorias, embora devido à distância geográfica e à burocracia de nossa legislação possam ocorrer atrasos na chegada dos produtos devido a fatores alheios ao nosso planejamento”, assegura Rodrigues.

Componentes internacionais
Outra tradicional empresa fornecedora da hoteleria nacional que recorre a China para suprir a carência da indústria brasileira é a Saga Systems. “Como hoje o Brasil não têm mais uma indústria de componentes eletrônicos e os nossos produtos são em sua essência eletrônicos, buscamos componentes de qualidade no mercado mundial. Hoje a China é um grande fabricante de componentes. Não temos como fugir desta realidade para equipar nossos cofres eletrônicos”, explica Priscilla Bastos, Diretora da Saga Systems. 

 

Segundo ela a empresa brasileira que importa e comercializa os produtos da China tem que atender as normas de qualidade, pós-venda e a legislação nacional. “Este é um tripé que caso não seja atendido, a empresa não dura muito tempo no mercado, pois um hotel que compra um produto que não tenha qualidade, não compra a segunda vez. A empresa que não atende a legislação brasileira entendo que ela está cometendo um crime e consequentemente será penalizado”, afirma Priscilla.

 

Outros cuidados que o hoteleiro deve ter na hora de escolher produtos chineses para equipar o hotel, Priscila cita que não deve buscar um produto por ser fabricado em País X ou Y  e sim em uma empresa que lhe oferece serviços no futuro. “Se o produto é fabricado na China ou em São Paulo,  não importa, pois quando esse produto der algum tipo de problema ele vai precisar de uma empresa parceira. Acreditamos também que os hotéis devem buscar empresas idôneas e parceiras, pois consequentemente as empresas sérias buscam qualidade em seus produtos, normalmente possuem certificados que qualificam seus produtos e normas como ISO para transmitir confiança aos seus clientes.Vivemos num mundo de serviços. O hotel vende serviços, logo compra serviços de seus fornecedores”, observa Priscilla.

 

A Sabie, uma das principais empresas fornecedoras de enxovais de cama, mesa e banho para hotéis e hospitais, analisa como preocupante a crescente invasão dos produtos chineses no Brasil, principalmente no setor hoteleiro. “Eles chegam ao mercado nacional a preços mais baratos e, muitas vezes, com qualidade questionável. Entretanto o que os diferencia dos nacionais, principalmente quando falamos em Sabie, é a personalização e a durabilidade da linha de enxovais de cama, banho e mesa. A Sabie confecciona os produtos da maneira que o cliente necessita e são voltados 100% para o segmento corporativo, o que significa qualidade superior e maior tempo de uso”, afirma Roberto Toschi, Diretor de Marketing da Sabie.

 

Toschi ainda ressalta que a indústria brasileira está preparada para essa invasão chinesa na hotelaria. “A qualidade, durabilidade e personalização de nossos produtos fazem um diferencial no mercado. Porém, levando em consideração o aspecto de mão de obra, saímos em desvantagem, porque na China é barato e consequente o produto final será mais barato. Neste aspecto a concorrência não é tão leal, frente aos nossos produtos. Pelas taxações que sofremos, na maioria das vezes, é muito difícil de competir”, frisa Toschi.

 

Segundo ele o risco para hoteleiro quando adquire um produto chinês por empolgação devido somente a preço e oportunidade, é o de ser “pego de surpresa”. “Oferece-se preço, mas se esquecem do fundamental, que é o pós-venda”,  observa.

 

Para finalizar Toschi comenta que o mercado brasileiro é muito auspicioso e grande, e oferecemos um parque fabril atualizado, competente, comprometido, e com produtos de qualidade. “No caso da Sabie, após mais de um século de existência estamos prontos para atender todas as necessidades desse mercado, cada vez mais agressivo. Acredito que ninguém precisa buscar produtos lá fora, o que já temos aqui dentro são de muita qualidade e se adequam as necessidades do cliente”, conclui Toschi.

Importação dificultada
Quando o produto chinês envolve diretamente a saúde pública, a invasão é mais contida, como no caso de amenidades. “As exigências da ANVISA — Agência Nacional de Vigilância Sanitária são bem rígidas e como muitos destes produtos possuem uma qualidade questionável e não atendem a esta legislação, isto por si só funciona como um espécie de freio para a entrada destes produtos no Brasil. O facilitador pode ser o preço em razão de nossa alta carga tributária, mas como trabalhamos com produtos personalizados, a entrada destes produtos no Brasil se torna inviável.

 

Existe ainda  o desembaraço do porto o qual não é fácil, a legislação exige regulamentação na Anvisa, químico responsável, armazenamento adequado, que juntando tudo isto fica bastante inviável para não dizer quase impossível uma importação com qualidade desejável. Se eu fosse um hoteleiro jamais pensaria em importar amenities da China, pois este produto não possui um alto valor agregado, não responde por um percentual considerável na estadia e pode colocar em risco a reputação de um empreendimento por um valor pequeno”, assegura Luiz Roberto Magrin Filho, Diretor geral da Harus Amenities.

 

A qualidade dos amenities brasileiros também é defendida por Mauro Carvalho, Diretor Comercial da Realgem’s, outra tradicional fornecedora para a hotelaria nacional. “A qualidade na fabricação de amenities no Brasil está a 50 anos na frente da China e por isto não vejo estes produtos como concorrentes”, garante Carvalho, lembrando que qualquer produto importado deve pagar os mesmos impostos que os nacionais exceto seja contrabandeado. Para os hoteleiros que queiram investir na compra de amenidades chinesas, Carvalho aconselha que certifique-se que os produtos estão registrados e legalizados para comercializar no Brasil. 

 

Um outro segmento da hotelaria em que os chineses entram agressivos é o de refrigeração, pois é uma tecnologia muito dependente de peças importadas, mas em câmaras frigoríficas, a realidade é outra. “Câmaras frigoríficas seguem projetos específicos e devem ser fabricadas de forma personalizada, o que inviabiliza a importação. No entanto, não vejo diferença entre produtos fabricados na China ou no Brasil, mas sim as garantias, os serviços de instalação, a reposição de peças, pois são estas as diferenças”, enfatiza Augusto Boccia, Diretor administrativo da São Rafael Câmaras Frigoríficas

 

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Comments

Paulo SA Mello

Um artigo bastante realista e muito bem escrito sobre o mercado de importações da china para o Brasil. As importações, assim como as exportações, são de suma importância para o equilíbrio da nossa economia interna, pois pressiona, de modo até agressivo, às vezes, concordo; mas muito salutar para a melhora da qualidade dos produtos e o equilíbrio de preços. Que bom se os brasileiros tivessem facilidade para importar dinheiro a juros baixos! Não seríamos tão explorados pelo cartel dos Bancos que se esbaldam no Brasil por conta do dinheiro fácil.

Gostaria de lembrar apenas, que para importar, a não ser que a empresa já esteja estruturada e tenha larga experiência no comércio exterior, é essencial a assessoria de uma empresa especializada. Tenho amigos empresários que se "estatelaram" em loucas aventuras direcionadas ao mercado Chinês. Não sei se cabe, aqui, mas indico com a maior segurança uma das empresas mais sérias que conheço em termos de mercado internacional. Pro shoe International Trading. http://proshoe.com.br. Ali, você encontra todas as informações e assessoria de como importar da China ou de qualquer outro país.

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