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Retomada do turismo

Pesquisa constata dificuldade na liberação de crédito para o setor de hotéis e parques

Diante da escassez de crédito em razão da pandemia do COVID-19, entidades do trade acabam de divulgar uma pesquisa para identificar como está a de liberação de crédito para o setor de hotéis e parques. Nesse momento, o acesso ao crédito torna-se fundamental para que empresas dos setores mais afetados consigam sobreviver e superar essa fase, preservando os empregos e as empresas. O Governo brasileiro vem adotando medidas para facilitar o acesso a crédito, mas na prática há uma percepção das empresas sobre a dificuldade de obter tais benefícios.

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RAP Engenharia

Quem promoveu essa pesquisa com seus associados foi: Resorts Brasil, ABIH – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, FOHB – Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil, FBHA – Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, SINDEPAT – Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas, ADIBRA – Associação das Empresas de Parques de Diversão do Brasil, BLTA – Brazilian Luxury Travel Association e UNEDESTINOS – União Nacional de CVBx e Entidades de Destinos. A coleta de dados foi realizada no dia 24 de abril, por meio de link enviado pelas entidades e foram obtidas 298 respostas.

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Harus

Foi constado que:

O Fôlego é curto em todos os portes e tipos de empreendimentos

  79% das empresas indicaram não ter condições financeiras para suportar o fluxo de caixa por mais de dois meses, sendo que mais da metade destas empresas não passará do próximo mês;

Há indícios de resistência à liberação de crédito nos vários perfis de instituições financeiras, para diversos tipos de empreendimentos e portes variados. Do montante necessário de crédito para salvar as empresas da pesquisa, apenas 16% já foi liberado e apenas 24% das empresas pesquisadas (total da amostra) conseguiram algum acesso a crédito.

As justificativas mais mencionadas para a não liberação de crédito pelas empresas pesquisadas foram: morosidade/burocracia na avaliação dos processos, falta de garantia real do empreendimento e o alto risco atribuído ao setor de turismo;

Mais da metade das empresas pesquisadas, apesar de precisar de crédito (69% delas precisarão em menos de dois meses), ainda não encaminhou a solicitação às instituições financeiras. 53% destas empresas afirmam ter dificuldade de oferecer uma garantia real.

Clique aqui e acesse a pesquisa na íntegra.

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