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Palestra na Conferência Nobile destacou as gerações do marketing

Hildernando Bezerra, analisa de marketing da Nobile Hotéis fez essa palestra que aconteceu agora à pouco na grade de programação da Conferência Nacional Nobile 2019.

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Ele começou lembrando que o marketing 1.0 surgiu no início do século XX impulsionado pela produção em escala da Ford em que o importante era produzir e oferecer os produtos básicos a todos que quisessem comprá-los. Com isso ficou cunhado uma frase de Henry Ford: “Qualquer cliente pode ter o carro da cor que quiser, desde que seja preto”. Padronizar produtos para otimizar processos para poder oferecer um preço acessível e atingir a massa foram os objetivos desse novo foco lembrou Bezerra.

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Ele explicou que alguns anos depois surgiu o marketing 2.0 em que o fornecedor podia ter mais acesso as informações e isso possibilitava comparar preços, produtos, marcas e qualquer fator que lhes ajude a melhor satisfazer suas necessidades e desejos. “Então surgiu produtos prometendo mil e uma utilidades no sentido de conquistar esse consumidor que já tornava cada vez mais exigente”, lembra Bezerra.

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E para gerar valor agregado ao produto, surgiu posteriormente o marketing 3.0, onde as empresas tiveram que trazer os clientes para dentro através da colaboração, cultura e espiritualidade. Nesse novo conceito as empresas se diferenciam por sua missão, visão, valores e como isso contribui para a sociedade. “Hoje vivemos o marketing 4.0 em que a inovação é totalmente vertical. Observa o que está acontecendo e utiliza disso. O mercado fornece ideias e as empresa comercializam. Houve uma grande mudança de poder paradoxo do marketing de subcultura digital. O cliente quer comprar experiência, o que pode ser vendido de diferente são experiências e isso as pessoas compram. Por isso, os produtos e serviços passou a buscar os consumidores com toda a estrutura necessária em cada fase da jornada do comprador. “E na hotelaria não é diferente, é necessário criar experiências e elas podem ser bem simples, mas bem eficazes. Como exemplo, criar ações culturais no lobby, fazer exposições de artesões e artistas locais. Isso valoriza o empreendimento, o hóspede tira uma selfie e propaga o hotel nas mídias sociais. Incentivar os clientes a divulgação experiência Nobile essa é a tônica do negócio”, concluiu Bezerra.

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Edgar J. Oliveira

Diretor editorial - Possui 31 anos de formação em jornalismo e já trabalhou em grandes empresas nacionais em diferentes setores da comunicação como: rádio, assessoria de imprensa, agência de publicidade e já foi Editor chefe de várias mídias como: jornal de bairro, revista voltada a construção, a telecomunicações, concessões rodoviárias, logística e atualmente na hotelaria.

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