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Nobile divulga taxa de ocupação, diária média e REVPAR do grupo em 2018

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Roberto Bertino: "seguimos confiantes no futuro do nosso País, no potencial de nossos funcionários e em nossas ferramentas de gestão para minimizarmos os efeitos da crise e potencializarmos melhorias nos resultados dos empreendimentos sob nossa administração”

O grupo Nobile divulgou recentemente dados relacionados com seu desempenho em 2018. Segundo Roberto Bertino, Fundador e Presidente da Nobile Hotéis, muito embora ainda acanhados, os resultados da economia brasileira apresentaram crescimento do PIB próximo de 1,3%, ficando abaixo da projeção de 1,6%. “Esse crescimento do PIB, mesmo que pequeno, atrelado ao esforço da nossa equipe, resultou de forma consolidada aos hotéis do portfólio da Nobile num incremento de 9% na taxa de ocupação, 4% na diária média e 13% em REVPAR – Receita por Apartamento Disponível – em relação ao ano de 2017. O incremento no REVPAR gerou um aumento de 21% no lucro consolidado das operações do grupo”, destacou.

No ano passado, a Nobile completou dez anos de atividades, agregando ao seu portfólio 13 novos hotéis e conquistando, de acordo com Bertino, maturidade institucional com indicadores impactantes que refletem o trabalho sério, a paixão e engajamento de seus colaboradores, tais como:

– 67 operações (hotéis, resorts e long stays);

– 19 hotéis em pipeline;

– 3ª posição no ranking das 50 maiores redes hoteleiras do Brasil (Fonte: Jones Lang LaSalle 2018);

– 11.700+ quartos;

– Três países (Brasil, Paraguai e Chile);

– 19 estados;

– 42 cidades;

– 16 marcas hoteleiras nos segmentos de econômico a luxo;

– R$ 340 milhões em faturamento;

– 100+ hotéis na soft brand Ameris by Nobile (sendo a 1ª e maior rede de hotéis independentes do Brasil);

– 2.700+ funcionários;

– NOBILE PLUS (Programa de Fidelidade com mais de 200 mil associados).

Para 2019, a perspectiva é de manutenção do cenário de crescimento observado em 2018, com incremento taxa de ocupação e, principalmente, na diária média. As projeções são reforçadas pela estimativa do Banco Central de crescimento de 2,53% do PIB para este ano. “Continuamos confiantes no futuro do nosso País, no potencial de nossos funcionários e em nossas ferramentas de gestão para minimizarmos os efeitos da crise e potencializarmos melhorias nos resultados dos empreendimentos sob nossa administração”, finalizou Roberto Bertino.