Publicidade
Hotelplus

LASOS debate as inovações da comercialização na retomada

O Dia e horário dessa postagem está no final, assim como nome do autor. O tempo estimado de leitura é de 3 minutos

Dando continuidade a edição do ano de 2021 do LASOS  – Latin American Shared Ownership Summit e acontece de forma on-line em razão da pandemia da COVID-19. O evento promovido pela RCI é um dos maiores eventos do gênero no mundo e renomados profissionais que atuam na indústria do Turismo e Propriedade Compartilhada. A temática discutida nesse painel trata de inovações da comercialização, ou seja, como ela se reinventa para continuar firme nesta retomada.

Publicidade
Simmons

Participaram desse painel Alejandra Espinosa, Diretora de Desenvolvimento de Negócios, como moderadora, Ronaldo Fagundes, Vice-presidente de Hospitalidade Gramado Parks e Norman Mcpherson, Diretor RCD Resort.

LASOS debate as inovações da comercialização na retomada

Alejandra Espinosa, Diretora de Desenvolvimento de Negócios

Alejandra Espinosa abriu o assunto comentando sobre as fases do turismo que o Brasil e México passaram. “Temos ocupações limitadas, começamos abri e fechar, temos estudos que falam que em Agosto 54% dos hotéis estavam operando, mesmo com ocupação limitada. O mercado doméstico brasileiro estava acostumado a sair, gostam muito de sair, de ir pra Miami, Cancún… Então este turista é muito útil para o mercado doméstico. Mas se tivermos um momento, na parte da distância, os brasileiros estão nesse sentido. No caso do México está numa situação diferente, depende muito da do turista internacional, principalmente o americano”, comenta.

LASOS debate as inovações da comercialização na retomada

Ronaldo Fagundes: “Alguns hotéis e pousadas pequenos tendo muita ocupação, já os maiores, tendo pouca ocupação”

Retomada do turismo

Já Ronaldo Fagundes, Vice-presidente de Hospitalidade Gramado Parks, fez sua análise do momento de retomada no País. “Aqui no Brasil falamos de grandes centros urbanos, como São Paulo, Porto Alegre, eles continuaram com bons movimentos. O Brasil é um País continental, então temos liberação em um lugar, e no outro não, então há bastante desinformação em relação a pandemia. Isso prejudicou o turismo nacional. Quando eu tenho que sair de Porto Alegre e ir para o Nordeste, muitas vezes um estado está com seus restaurantes abertos, e outro estado não. Então essa troca de informação e mudanças bruscas, juntamente com sua malha aérea nacional, ainda prejudicada, fez com que o turismo se comportasse de maneira regional. Sem dúvida nenhuma, os destinos que são mais ligados a natureza, com lugares abertos, tiveram uma demanda maior, então vemos essa tendência. Alguns hotéis e pousadas pequenos tendo muita ocupação, já os maiores, tendo pouca ocupação”, explicou aos acompanhantes do LASOS.

LASOS debate as inovações da comercialização na retomada

Norman Mcpherson: “No México tivemos um crescimento no mercado nacional”

Norman Mcpherson, Diretor RCD Resort, colocou na balança as diferenças entre o Brasil, Republica Dominicana e México. “A mudança foi imediata, com a reabertura, foi uma mudança temporária. O perfil do cliente tinha mudado, não se sentia ameaçado pela COVID-19, desceu a idade das crianças, a estadia média. No México tivemos um crescimento no mercado nacional. Temos muitas visitadas dos americanos e brasileiros, mas o mercado mexicano ficou forte. Na Republica Dominicana, tivemos muitas visitas de americanos. A mudança foi como achamos que seriam, mas por outro lado não. Depois que começamos com os protocolos, com exigências de testes, então se sentem mais seguros e confortáveis”, apontou ao LASOS.

Turismo doméstico

Fagundes destacou a crescente do turismo brasileiro durante a pandemia. “O nosso principal produto é a multipropriedade. Essa propriedade faz parte do patrimônio do cliente, é a longo prazo. A natureza do ser humano não mudou. A pandemia traz transtornos grandes, mas o propósito do turismo que é juntar a família, não mudou, e os clientes percebem isso. Tudo faz sentido no turismo. Como no Brasil o dólar cresceu bastante, uma mudança significativa, foi trazer o mercado nacional. Nós como provedores do turismo, começamos a dar mais relevância para os produtos nacionais, e mostrar isso ao cliente”, lembrou.

Já Norman Mcpherson opinou que: “Na realidade, a gente não teve o êxito que o Ronaldo teve com nosso programa online. Colocamos a plataforma, equipe, clientes, mas justo quando crescíamos, liberavam o hotel de novo, então nosso foco voltou a ser o presencial. Nunca conseguimos 10% das vendas, tivemos longe disso. Não saímos com as mãos cheias. Pensamos em ser diferentes nos próximos anos, e deixamos essa parte. Enquanto as salas de venda, temos uma política de 4 pontos para seguir, então seguir os protocolos, não nos afetou, mas queremos tirar tudo isso, porque todos os clientes analisam a comunicação, com a família, e precisam cuidarem de todos os longos para que os protocolos se cumpram. Não serve de nada um cliente seguir os protocolos, e os outros não. Aqui cuidamos muito disso”, finalizou.

Publicidade
Anuncie conosco

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


CAPTCHA Image
Reload Image
CLICK AQUI PARA ESCOLHER O IDIOMA DA LEITURA
error: ARQUIVO NÃO AUTORIZADO PARA IMPRESSÃO E CÓPIA