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Lagosta do restaurante da Pousada Corsário Vila de Santo André recebe prêmio

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Lagosta grelhada na manteiga de búfala, fatiada e recolocada com a casca por cima, servida com tomate e jiló assados e purê de batata doce com coco

Chegou ao fim a terceira edição do Festival da Lagosta da Costa do Descobrimento, em Santa Cruz Cabrália (BA). O 1º lugar do Troféu Lagosta 2018 – Prato foi para a chef Mikie Iwakiri, do restaurante da Pousada Corsário Vila de Santo André, que apresentou a ‘Lagosta grelhada na manteiga de búfala, fatiada e recolocada com a casca por cima, servida com tomate e jiló assados e purê de batata doce com coco’ e recebeu a nota 9,7, desempatando nos quesitos técnico e sabor do Restaurante Gaivota, que ficou com o 2º lugar. O restaurante da Pousada Gaivota recebeu o troféu de 3º lugar, com a ousadia de apresentar como sobremesa Cheesecake de Lagosta.

Os três pratos primeiros colocados são de restaurantes em Vila de Santo André, onde começou o festival em novembro 2016, por iniciativa do Costa Brasilis All Inclusive Resort & SPA e depois se propagou para as outras cidades de Santa Cruz Cabrália. O 1º lugar do Troféu Lagosta 2018 – Estabelecimento e Serviço, ficou com o Restaurante Luz de Minas, em Vila de Santo André, em 2º lugar o Restaurante Trigo, no Cais de Cabrália, e em 3º o Restaurante Sossego, em Coroa Vermelha. Todos os participantes receberam diplomas e já estão respondendo positivamente para participar da quarta edição do Festival da Lagosta, que acontecerá de 8 a 17 de novembro de 2019.

Os jurados técnicos, indicados pelo SENAC, assim como jornalistas e clientes ocultos, experimentaram as delícias criadas pelos chefs dos 18 restaurantes participantes e escolheram os melhores pratos e os melhores estabelecimentos, sendo que neste último quesito incluía na avaliação o serviço do garçom. A organização do evento ainda não tem o resultado do volume de consumo da lagosta, mas informou que foi bem maior do que os 291k do ano passado.

Para a chef Mikie Iwakiri, o sucesso do prato desenvolvido por ela está na utilização de ingredientes adquiridos facilmente na região, como a batata doce, o coco e o jiló, além da lagosta que era um item obrigatório.