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Kempinski revela detalhes do 1º hotel da marca em Canela (RS)

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O CEO e Chairman da Kempinski, Bernard Schroeder, apresentou na manhã desta sexta-feira, dia 27 de agosto, o plano de inclusão do Brasil no circuito mundial de hospedagem de luxo da marca por meio de uma coletiva virtual, na qual estiveram presentes, além de lideranças do setor e imprensa, o Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. A estreia da marca Kempinski no Brasil se dará com a chegada do Kempinski Laje da Pedra, no Vale do Quilombo, em Canela.

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Segundo José Paim, um dos proprietários do Laje de Pedra, “Além da arquitetura e localização inigualáveis, no hotel Laje de Pedra sempre esteve presente, desde sempre, a elite mais importante do País. Passei muitos anos sem retornar a região, mas quando o Laje de Pedra foi posto a venda eu imediatamente me interessei porque trata-se de um ativo que é parte da história do Rio Grande do Sul e da minha história. Queremos revelar a arte gaúcha, a culinária, a história e a natureza do Rio Grande do Sul por meio desse grande empreendimento que se tornará o maior hotel do País na região mais importante como destino turístico do País fora do litoral. A escolha da Kempinski foi muito importante porque não queríamos repetir cadeias que obedecem padrões internacionais. A Kempinski valoriza a imersão na cultura regional e é isso que queríamos, que o Laje de Pedra fosse palco dessa cultura que é, talvez uma das mais ricas do nosso País”.

Kempinski apresenta plano de inclusão do Brasil em seu circuito de hospedagem de luxo

José Ernesto Marino: “Colocaremos a natureza como atriz principal do empreendimento”

José Ernesto Marino, também proprietário do Laje de Pedra, observou: “Nós pegamos um edifício planejado nos anos 1960, e estamos tendo a possibilidade de remontar esse empreendimento, colocando a natureza como atriz principal dessa unidade. Faremos renovações, com um volume grande de investimento, para adequar o Laje de Pedra ao padrão de qualidade Kempinski, sem perder a essência do local”.

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Bernold Schroeder afirmou: “Estamos felizes de começar no Brasil pelo Rio Grande do Sul, pelo aspecto alemão e pela própria beleza natural que o Estado possui. Toda a equipe está alinhada e dando o melhor de si para seguir todas as exigências e legislações locais. Um tópico importante é envolver a comunidade e operar cuidando do meio ambiente e minimizando impactos ambientais. Temos oito hotéis em operação e vinte em desenvolvimento e somos muito seletivos nos nossos movimentos. Posso afirmar que para a Kempinski as parcerias são muito importantes e é isso que tornará esse o melhor hotel de luxo do País”.

O Governador Eduardo Leite reafirmou o orgulho para o Estado do Rio Grande do Sul a abertura do Laje da Pedra e o desenvolvimento que ele trará para o entorno e para o turismo do Estado. “Estado esse de diversas culturas, quarta economia do Brasil e berço de várias culturas: italiana, alemã, polonesa, entre outras, que nos tornam um dos povos mais diversificados do País. Trata-se de um voto de confiança no Estado e oferecemos todo o apoio necessário para que esse investimento tenha o sucesso devido, motivando outros movimentos em prol desse destino. Celebramos mais do que nunca, a capacidade de superar desafios e lembramos das histórias de pioneirismo e arrojo no setor hoteleiro com um novo capítulo, com empreendedores arrojados e uma bandeira renomada. Sejam bem-vindos e parabéns”, ressaltou o Governador.

Investimentos

O investimento no Laje da Pedra é da ordem de R$ 540 milhões para os próximos anos. “Pretendemos inaugurar no segundo semestre de 2024, a primeira fase do hotel, que é basicamente a reforma de tudo o que já existe”, explicou José Paim.

José Ernesto revelou sobre as atrações do empreendimento: “Vamos oferecer 195 suítes, teremos quatro restaurantes, cinco bares, fitness center, spa, centro de convenções voltado a eventos sociais e culturais, três piscinas, sendo uma sobre o rooftop, que será um cartão de visitas do empreendimento e a criação de experiências de concierge, que também será um diferencial”, disse o executivo. “Também estamos procurando um segundo empreendimento para desenvolver com a marca, sempre em localizações mágicas e especiais, características da Kempinski. Já estamos estudando quatro opções”, complementou.

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José Paim afirmou que a arquitetura do empreendimento refletirá elementos e artistas locais para recriar a atmosfera cultural do Estado. “Os apartamentos ainda estão em fase de ajustes, mas divulgaremos a configuração em breve. São espaços generosos, para atender as necessidades desse nicho específico”, observou.

O trâmite para o início das obras do Laje da Pedra já estão avançados. “Nós pretendemos fazer um centro de experiência para mostrar toda a história do Laje de Pedra, com um trabalho em conjunto com fotógrafos famosos, do que foi e do que vai ser o Laje de Pedra. Também inauguraremos uma grande churrascaria até o fim do ano, com uma marca consolidada e conhecida, mostrando de uma maneira refinada, premium e elegante a tradição do churrasco no Estado, e temos certeza de que será um sucesso também”, finalizou José Paim.

Modelo de negócio focado em turismo e residências ultra premium é pioneiro no País

Além da operação hoteleira, o Kempinski Laje de Pedra contará com residências privadas ultra premium servidas por todos os serviços de um hotel cinco estrelas, incluindo a disponibilidade de mordomo, adega e garagem privativas individualmente fechadas para a segurança dos automóveis de luxo.

Outro método inovador é o serviço de intercâmbio de propriedades de altíssimo luxo ao qual o Kempinski Laje de Pedra estará afiliado, que permitirá aos proprietários utilizarem sua propriedade em Canela em troca de estadias em propriedades de igual padrão em regiões nobres e atraentes em mais de 90 países. Uma parte das residências do Laje de Pedra será comercializada pelo regime de propriedade compartilhada, que permitirá que, por exemplo, alguns apartamentos tenham 4 coproprietários com o potencial de uso de 13 semanas ao ano cada, tal como já amplamente utilizado no compartilhamento de jatos executivos, helicópteros e lanchas no público de alta renda. É o luxo compartilhado.

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