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Hotéis e pousadas poderão acomodar pacientes em recuperação com COVID-19

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Essa é a proposta do Projeto de Lei apresentado na Câmara última terça-feira (23 de março) pelo Deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE). Segundo o texto, a acomodação de pacientes em recuperação no tratamento de COVID-19 em estabelecimentos hoteleiros com condições sanitárias adequadas é a ideal. Na proposta, o parlamentar apresenta a medida como solução para acomodar pacientes que tiveram alta da UTI, mas que ainda precisam ficar isolados, o que irá garantir a liberação dos leitos nas redes hospitalares.

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A ideia do projeto também é dar um suporte financeiro ao segmento hoteleiro, que é um dos principais atingidos pela pandemia. “Ademais, ao acomodar esses pacientes nos estabelecimentos hoteleiros, além de elevar o número de leitos disponíveis aqueles que estão em piores condições e precisam de equipamentos hospitalares específicos, estaremos elevando a ocupação dos quartos de hotéis, representando grande ajuda ao setor hoteleiro, que foi um dos maiores prejudicados pelos efeitos econômicos decorrentes da pandemia”, reforça a justificativa do projeto. O texto aguarda tramitação na Câmara dos deputados.

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Hotéis e pousadas poderão acomodar pacientes em recuperação com COVID-19

Manoel Cardoso Linhares: “A luta que estamos travando hoje é para sobreviver em 2021, sem praticamente nenhuma receita desde o ano passado”  (Foto: Divulgação)

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Encontro da Hotelaria Mineira

Se esse projeto for aprovado, ele traz um alento ao setor hoteleiro no Brasil. De acordo com a ABIH Nacional – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, a hotelaria nacional, especialmente a localizada nos grandes centros e calcada no turismo de eventos e de negócios, a situação chega a ser dramática, já que com as atividades novamente paralisadas em diversos destinos Brasil afora, não será possível sequer recuperar as perdas de 2020 este ano. “A luta que estamos travando hoje é para sobreviver em 2021, sem praticamente nenhuma receita desde o ano passado. O que não foi vendido em 2020 e que não está sendo comercializado em 2021 ficam para trás. Não há como recuperar os investimentos e as dívidas estão se acumulando desde março do ano passado. Para sobrevivermos, precisamos de ações imediatas em todos os níveis – municipal, estadual, federal e da iniciativa privada – para então conseguirmos manter as empresas em atividade, garantindo seu funcionamento e os empregos de seus colaboradores”, revelou Manoal Cardoso Linhares, Presidente da ABIH Nacional.

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