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Gestão de pessoas e retenção de talentos é tema de palestra no 57º Conotel

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Com a ministração da Dra. Vania Ejzenberg, da Ejzenberg Consultoria e RH e Jurema Dantas, membro do Conselho Nacional de Turismo, terminou há pouco o painel “Os Desafios atuais na Gestão de Pessoas e Captação e Retenção de Talentos” no 57º Conotel – Congresso Nacional de Hotéis. A palestra contou com a mediação do jornalista e Diretor Editorial da Revista Hotéis, Edgar Oliveira e de Arnaldo Cardoso Freire, Presidente da ABIH-GO. O evento acontece até esta quarta-feira (18) no São Paulo Expo Center, na zona sul da capital paulista.

Vania Ejzenberg falou sobre o grande desafio que paira sobre o processo da retenção de talentos na hotelaria e turismo, um mercado mundial que abrange 880 milhões de pessoas viajando a turismo; 6% a 8% do total de empregos, com 235 milhões de profissionais e que representa 9,4% do PIB Mundial. No Brasil, o mercado emprega 6,1% das pessoas ocupadas, um total de 5,5 milhões de pessoas de acordo com o IBGE.

Segundo ela, a partir do momento que as pessoas deixarem de viajar em virtude do alto valor praticado pela alta do dólar, elas certamente mudarão seu destino. Quanto a formação de talentos, Vania aponta que os profissionais em potencial podem estar em qualquer lugar. “O profissional tem que se responsabilizar pela sua capacitação. A empresa pode entrar como facilitadora, mas depende apenas de cada um o sucesso na carreira. Não se pode esperar cair do céu”, pontua Ejzenberg.

Para captar os talentos, a empresa, além de apoiar seu profissional, pode apostar na atuação de uma consultoria externa, de acordo com Vania. É possível detectar habilidades a partir do comportamento dos profissionais, a fim de desvendar os talentos. “Em geral, as empresas costumam colocar nos Recursos Humanos pessoas que não estão preparadas e capacitadas para selecionar seus funcionários, e isso é muito perigoso. O hotel tem que olhar com isenção e transparência para seu produto. O controller deve ser co-participante de todo o processo, pois é a pessoa ciente da rentabilidade que aquilo trará”, explica a Dra.

Em seguida, Jurema Dantas falou sobre a capacitação e educação, frisando que desde a criação do Ministério do Turismo a qualificação profssional sempre esteve presente nas discussões. “Em termos de qualificação vemos que não estamos acima da média. É necessário investir em treinamento constante para atingirmos um patamar positivo”.

A executiva ressaltou sobre uma ação do ministério do Turismo definida em 2014, a qual tinha a intenção de discutir e formular diretrizes de qualificação na área do turismo. De acordo com Jurema, MTur convocou diversas áreas para instituir uma política de qualificação, realizando pesquisas de mercado, verificando como era o quesito qualificação em oito países diferentes, assim como verificaram o nível de certificação desses indivíduos. “É muito comum ouvirmos que a academia não forma o que o mercado necessita, por isso devemos investir constantemente na capacitação”, frisa.

Finalizando, Jurema afirmou que algumas diretrizes de qualificação já começaram a ser introduzidas no mercado de turismo. Segundo ela, é necessário que os programas de qualificação sejam mapeados para diferentes regiões. “Também gostaria de ressaltar que é necessário utilizar tecnologias adequadas para a qualificação, com educação à distância de qualidade. Deve se estimular e valorizar o uso da certificação, assim como “formular a política nacional de qualificação”, finalizou.

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