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Gabriel Waldman lançou livro a Estratégia do Escorpião

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O livro que foi lançado pela Editora Viseu tem uma história que desenrola em dois planos localizados em épocas distintas: o século XX e a Idade Média - Foto - Divulgação

Esse romance policial foi lançado pelo consultor em segurança hoteleira da SegurHotel na livraria da Vila do Shopping JK no último dia 28 de novembro. O livro que foi lançado pela Editora Viseu tem uma história que desenrola em dois planos localizados em épocas distintas: o século XX e a Idade Média. No primeiro plano, um húngaro radicado no Brasil nos anos 1950 tem um sonho misterioso e recorrente, intimando-o a voltar a sua antiga pátria. Obedece ao sonho, volta a Hungria, então submetida ao regime comunista. Durante sua visita os resistentes ao comunismo fazem chegar às suas mãos um manuscrito proscrito pelo regime, pedindo que ele o contrabandeasse e publicasse no ocidente. Enquanto está naquele pais irrompe a revolução de 1956 o que o obriga a se refugiar no porão de um hotel. Sem nada a fazer e não podendo sair, dedica-se à leitura do manuscrito e se vê cada vez mais envolvido em seu conteúdo.

Já o segundo plano se passa na Idade Média, quando o manuscrito escrito por um contador descreve uma série de assassinatos aparentemente insolúveis visando uma família nobre. A condessa descendente da família seduz o contador com requintes da época e envolve-o nos crimes cometido, como suspeito. Ele, procurando salvar-se da acusação, desvenda os motivos espantosos e alucinantes dos crimes que envolvem não apenas a família já quase extinta pelos assassinos, mas alcança todo universo do cristianismo. Amor, sexo, fanatismo e intolerância se entrelaçam na historia, em amalgama explosiva que incendeia os corações e abafa a razão, gerando uma guerra fratricida e insensata.

A sessão de autógrafos foi bem concorrida e teve presença até do Ministro Celso Lafer – Foto – Divulgação

Enquanto lê o livro, o visitante é envolvido involuntariamente, na revolução. Esta, ao ser esmagada pelos tanques soviéticos, cria o risco pessoal de sua execução, mas ele é salvo de fuzilamento pela diplomacia brasileira. Antes de poder deixar o Pais com o salvo conduto diplomático, os dois planos, o passado relatado pelo manuscrito e o presente vivido pelo viajante se encontram numa cena delirante. Viajar para o passado em busca das origens sujeita o subconsciente a riscos muitas vezes inesperados. Retirante nordestino, fugitivo de guerra ou simples emigrante, as raízes das origens subsistem e são fortes demais para serem ignoradas.

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