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Flybondi, 1ª low-cost da Argentina, chega ao Brasil em parceria com TurismoCity

A FlyBondi é a primeira companhia low cost da Argentina com preços competitivos para o consumidor final. A partir de outubro, brasileiros também poderão optar pelos voos oferecidos pela empresa na hora de comprar uma passagem para a Argentina.

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No Brasil, a companhia irá comercializar passagens por tempo limitado a partir de R$ 300 por trecho (sem taxas) – com três voos semanais entre o Rio de Janeiro (Aeroporto do Galeão) e Buenos Aires (El Palomar). De acordo com levantamento do Jornal O Globo, as tarifas serão, em média, 40% mais baratas que as oferecidas por Latam, Azul, Gol e Aerolíneas Argentinas no mesmo trecho.

A Flybondi foi fundada em janeiro de 2018 e conecta 17 destinos argentinos, além de voar para Assunção, no Paraguai. Hoje, a companhia afirma ter 9% do mercado argentino e ocupação média de 81% nos voos. Segundo a Flybondi, nos seus primeiros 18 meses de atuação a empresa transportou cerca de 1,6 milhão de passageiros, 200 mil viajaram de avião pela primeira vez.

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O buscador de voos TurismoCity, plataforma que reúne, compara e envia em primeira mão aos usuários voos disponíveis e passagens aéreas promocionais para diversos destinos, é o primeiro parceiro da empresa no Brasil e irá comercializar as passagens da companhia por meio do seu site e aplicativo – oferecendo em primeira mão aos usuários os melhores preços do marketplace.

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Paula Rebouças, Country manager da empresa no Brasil, explica: “O TurismoCity tem uma parceria na Argentina com a Flybondi há mais de um ano e portanto, a aérea já está listada entre as nossas opções de serviços oferecidos. A partir de agora, quando o voo do Rio de Janeiro para Buenos Aires estiver disponível, teremos todas as opções em nosso site ou aplicativo em primeira mão, sem nenhum custo adicional para os usuários”.

De acordo com Paula, a entrada da Flybondi terá efeito positivo no mercado brasileiro. “A companhia aérea é uma low cost, ou seja, oferece preços bastante competitivos, o que é sempre interessante para o consumidor final. A concorrência, por sua vez, terá que conseguir conquistar esse consumidor de alguma forma, seja acompanhando os preços baixos, seja oferecendo outras vantagens para ele. De uma forma ou de outra, quem ganha é o viajante”, finaliza Paula.

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