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EVP’s da AccorHotels participam de mesa aberta no 6º Fórum de Compras da rede

"Inovação" foi tema bastante citado durante a apresentação

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Da esquerda para direita. Adriana Toro, mediadora do debate, Philippe Trapp, EVP de Operações Upscale e Luxo, Olivier Hick, EVP de Operações midscale e Franck Pruvost, EVP de Operações Econômicas da rede

A 6ª edição do Fórum de Compras da AccorHotels, no Novotel Center Norte, em São Paulo, contou uma mesa aberta com os EVP’s da rede AccorHotels para a América do Sul. Durante a apresentação, cada EVP comentou sua opinião sobre o respectivo setor.

Franck Pruvost, EVP de Operações Econômicas da AccorHotels para a América do Sul, deu início a apresentação comentando sobre a importância do trabalho em conjunto com os fornecedores da rede. “Nós estamos prontos para trabalhar juntos com vocês (fornecedores) e encontrar novas ideias”, destacou.

Sobre os planos de expansão da rede, Pruvost revela que a AccorHotels também pretende atingir outras cidades. “Nosso desenvolvimento começou nas capitais, mas de uns 4 a 5 anos para cá, estamos desenvolvendo as franquias também em cidades secundárias e terciárias”, comentou.

Philippe Trapp, EVP de Operações Upscale e Luxo da AccorHotels para a América do Sul, deu sequência comentando sobre o conceito de “luxo” nos hotéis e o papel dos fornecedores para a rede. “Tudo é luxo, não é só um lugar em Copacabana, na praia. São hotéis que o cliente tem uma combinação de coisas que criam uma experiência única. O papel dos fornecedores é de entregar essas opções para criarmos essa sensação, como a comida, vinho, uniforme, pavimento, entre outros”, esclareceu.

Trapp ainda explicou o novo conceito que a rede busca. “Não é só porque é um hotel de luxo que vamos gastar mais dinheiro. Obviamente as necessidades das marcas são diferentes, mas qualidade é qualidade. Precisamos é de inovação, é importante o cliente entrar no hotel e já saber pelo que pagou e esse é o trabalho do fornecedor”, justificou.

Sobre a gestão de Alimentos e Bebidas da rede, Trapp explica que a rede trabalha constantemente nisso e prioriza a produção nacional. “Fizemos um trabalho com todo mundo de compras e vendas. Precisamos trabalhar juntos para identificar o que podemos fortificar e assim crescer. Achamos importante fazer compras locais em A&B. Por que importar se podemos fazer? Para isso, precisamos de investidores e fornecedores para criar novos produtos e novas ideias. Precisamos fazer isso aqui, não precisamos importar”, completou.

Olivier Hick, EVP de Operações Midscale da AccorHotels para a América do Sul, apresentou vídeos conceituais dos hotéis midscale da rede como o Mercure, Adagio e Mama Shelter. Com experiência internacional, Hick afirma que a administração no Brasil é diferente de outros países, e também frisou a necessidade de inovação. “É diferente. Eu já trabalhei na Ásia, Dubai, Tunísia, e o Brasil é totalmente diferente. Quando falamos em fornecedor, acredito que precisamos trabalhar novos produtos, novos materiais”, complementou.

Hick também comentou sobre os planos para os hotéis com a bandeira Novotel. “Hoje trabalhamos a criatividade, design, qualidade. Essa última é mais importante que todos os produtos. Também estamos investindo bastante em tecnologia, queremos quartos mais modernos e diferentes”, finalizou.

Paulo Mancio, SVP Technical Design and Construction da rede, deu uma prévia sobre os próximos passos da rede e como os fornecedores estarão inclusos nele. “A rede AccorHotels esta passando por transformações. Somos muito consistentes nos nossos padrões, mas eles vão evoluir. Nós precisamos de vocês (fornecedores) para andar para frente. Os padrões são mais flexíveis, inteligentes, mas a performance de cada um de vocês agregará valor em nossos hotéis “, concluiu.

Para finalizar, Partick Mendes, CEO da AccorHotels para a América do Sul, também focou no embate entre ‘padronização’ e ‘inovação’. “Inovação é importante. O cliente não quer mais experiência A e B iguais. Sei que toda a experiência da rede foi baseada em padronização e antes isso era muito bom para o consumidor, dava segurança. Mas hoje, a rede está indo além disso, simplesmente porque o consumidor também está. O consumidor é diferente, ele não quer mais dormir em um hotel chato. Ele nos obriga a repensar nosso jeito de administrar. É fundamental ter criatividade em todas as marcas”, explicou.

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