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Estratégias dos Family Offices são debatidas na 15ª edição do ADIT Invest

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Contando com a Revista Hotéis como Media Partner, a 15ª edição do ADIT Invest realizou mais um painel e trouxe como temáticas as estratégias dos Family Offices para o mercado imobiliário. Para debater o assunto os convidados foram Francisco Costa Neto, CEO da Aviva Algar FLC, Rodolfo Senra, Sócio-fundador e CIO – Equity Funds da BRIO e Diogo Alvarez, Diretor Jurídico – HSI e Danilo Ribeiro, Partner e Executive Director – Paramis Capital. O evento hibrido vem sendo realizado no Hotel Pullman São Paulo Vila Olímpia.

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Estratégias dos Family Offices são debatidas na 15ª edição do ADIT Invest

Francisco Costa Neto, CEO da Aviva Algar FLC foi o moderador desse painel

Moderando o painel, Francisco Costa Neto, CEO da Aviva Algar FLC, foi o moderador do evento e questionou Diogo Alvarez, Diretor Jurídico – HSI – Hemisfério Sul Investimentos, sobre o público que a empresa atua. “Nós olhamos várias classes de ativo, não tem uma preferida. O que encaixa melhor no momento. Temos poucas restrições aos tipos de ativos, mas do nosso lado temos investidores gringos, então temos um ticketing de entrada em investimento um pouco elevado, mas coisas que demandam ticketing inferior 50 milhões, parece um pouco vaidoso, mas quando capitamos um fundo, o último por exemplo foi de 700 milhões de dólares, então não conseguimos olhar os inferiores. Mas passando por isso, temos poucas barreiras”, diz.

Estratégias dos Family Offices são debatidas na 15ª edição do ADIT Invest

Diogo Alvarez, Diretor Jurídico da HSI

Danilo Ribeiro, Partner e Executive Director – Paramis Capital, também respondeu o questionamento. “Nós não temos um ticketing tão elevado, atuamos em operações de dividas mais raiz, mas somos bastante atraídos por operações que nos trazem diferencias. Trabalhamos muito fora do eixo Rio-São Paulo também, já fizemos no Brasil também. Os ticketing começamos trabalhar a partir de 5 milhões”, diz.

Momento de pandemia

Diogo Alvarez opinou dizendo que diversos empreendimentos sofreram com a pandemia. “Por ter essa atividade diversificada, alguns setores sofreram bastante. Temos uma carteia com 14 hotéis, operamos com a Ibis no interior e com foco no coorporativo, e eles sofreram demais. Os shoppings também sofreram também. Com a reabertura, melhorou, o ambiente se tornou menos desafiador. Estamos na média de 15% inferior ao pré COVID”, diz.

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Danilo Ribeiro, Partner e Executive Director da Paramis Capital

Danilo Ribeiro também deu seu parecer. “Acho que a curto prazo sofreu muito hotelaria e shoppings, e ganhou rapidamente valor logística e moradia, além do residencial. Tivemos a oportunidade de acompanhar de perto esse segmento e foi uma evolução boa. Os shoppings sofreram bastante, mas está mudando a forma de recuperação. Os escritórios talvez sofram um pouco nessa recuperação”.

Rodolfo Senra, Sócio-fundador e CIO – Equity Funds da BRIO, finalizou a rodada de respostas. “O residencial em São Paulo está vivendo um momento bom. Estávamos num aquecimento o setor grade, com a COVID ela parou, mas rapidamente melhorou, e tem tudo a ver com a taxa básica de juros e deu acesso a muitas pessoas que querem sair do aluguel”, comenta.

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Rodolfo Senra, Sócio-fundador e CIO da Equity Funds da BRIO

Multipropriedade

Francisco Costa Neto lembrou que a multipropriedade é um modelo de negócio que surgiu nos Estados Unidos e que teve as adaptações no Brasil e hoje é o principal canal de investimento do setor. “Com o arcabouço jurídico que a multipropriedade ganhou ela tem um grande potencial para alavancar recursos e desenvolver ainda mais a hotelaria no Brasil”, lembrou Neto. Ele questionou os convidados sobre o crescimento do setor de multipropriedade. “Historicamente nunca olhamos produto de lazer porque o entendimento no geral que o Brasil não tem renda, e não tendo renda é um mercado raso. Mas a multipropriedade veio mudar, você dá acesso a essa segunda residência que é um negócio com essa história de qualidade de vida, e eu enxergo como uma grande oportunidade e ser forte aqui no Brasil também”, diz Rodolfo Senra.

O que fazer para os projetos serem bem estruturados?

Danilo Ribeiro comentou sobre importância das empresas serem bem estruturadas internamente também. “Eu acho que os melhores players estruturam bem os modelos, mas gostamos de ver mais ainda empresas bem estruturadas para a mesa de vendas para atrás, isso gostamos de ver, e obviamente fomos aprendendo a valorir isso. Então a estrutura da porta pra dentro da empresa, para nós é mais importante que qualquer outra coisa”, aponta.

Diogo Alvarez também fez suas observações sobre o tópico. “Recebemos muitas coisas, dizem que não existe reunião ruim e sim não ter reunião. De fato, algo estruturado é bom, ter o assunto um pocuo mais mastigado. Não precisa fazer a maior apresentação do mundo, mas desde que tenha as informações necessárias. Podemos não conseguir implantar todos, mas é mais fácil de ouvir”.

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