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Desafios do desenvolvimento da hotelaria no País é debatido na Conferência Internacional de Desenvolvimento Imobiliário

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Na última palestra de hoje (08/11), da Conferência Internacional de Desenvolvimento Imobiliário no Brasil, que acontece no hotel Intercontinental São Paulo, na capital paulista foi abordado os principais desafios do desenvolvimento hoteleiro e imobiliário no Brasil. Entre os painelistas estavam Rogério Basso, da Ernst & Young, Fábio Campos Mello, Sócio administrador da Campos Mello Advogados, Marcos Catan Junior, Diretor Financeiro da Carvalho Hosken, José Ernesto Marino Neto, Presidente da BSH Internacional, Alejandro Moreno, Diretor da RCI Brasil, Javier Pimenta, Diretor administrativo da Terranum Hotels, José Romeu Ferraz Neto, Presidente do conselho consultivo do Sinduscon-SP e Mark Yoshizaki, Vice-presidente da Watg. 

 

Segundo Pimenta a principal dificuldade dos investidores hoteleiros estrangeiros é conseguir um terreno no Brasil para desenvolver um empreendimento devido ao preço do metro quadrado que está alto nas grandes capitais como Rio de Janeiro e São Paulo. Para a execução do negócio em muitos casos não é possível por causa de documentação dos imóveis que estão irregulares e é necessária a realização de uma auditoria e isso demanda tempo e o investidor acaba desistindo do empreendimento. 

 

Outra dificuldade no desenvolvimento hoteleiro no País explanado por Ferraz é ligada a legislação ambiental que é bastante rígida e necessita ser realizada um planejamento detalhado do projeto de impacto ambiental por parte do investidor e dependendo das exigências dos órgãos ambientas e da demora da liberação do projeto, acaba afujentado o empresário estrangeiro, que não quer arriscar em um investimento que pode ser embargado e consequentemente não entrar em operação por questões burocráticas. “Isso acaba emperrando o desenvolvimento do setor, sendo que o turismo no Brasil está crescendo muito devido a economia que está aquecida”, salienta Ferraz.

 

Catan  diz que uma das soluções para os investidores é a realização de  joint venture para atender os padrões de incorporações hoteleiras no Brasil e fazer parcerias com grandes redes de hotéis. “As expectativas para o mercado hoteleiro são bastante promissoras, mas faltam oportunidades de imóveis, maior abertura para fundos de investimentos por parte do BNDES e dar segurança aos investidores quanto a legislação”, conclui o executivo.

 

O evento segue até amanhã (09/11) com as palestras sobre oportunidades investimentos em hotéis fora do eixo Rio e São Paulo, e de onde virão os novos financiamentos para a construção de empreendimentos hoteleiros no País.

 

 

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