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Crise muda hábitos de viagem de mais de 64% dos brasileiros

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Entre as medidas que as pessoas usam para economizar, 50% disseram que substituíram a hospedagem por locais mais baratos e 33% afirmaram que não viajam mais - Foto: Pixabay

O estudo realizado pela Toluna, empresa fornecedora de insights do consumidor para a economia sob demanda, com 1.247 pessoas, afirma que 64% das pessoas mudaram sua rotina de viagens. Entre os que confirmaram as mudanças, 63% falaram que o fizeram devido a uma diminuição de renda da família, com 22% afirmando que decidiram investir em outras áreas e 15% perderam o emprego e priorizaram uma recolocação profissional. Entre as medidas que as pessoas usam para economizar, 50% disseram que trocaram a hospedagem por locais mais baratos e 33% afirmaram que não viajam mais.

“Os feriados do ano são sempre uma oportunidade de se procurar ofertas tanto no transporte quanto na acomodação, mas, é preciso ficar atento para que isso não acabe estragando uma data que, se tudo correr bem, pode ser importante para o descanso e diversão. A pesquisa também mostra que os viajantes têm muito a aprender quando se trata de seus direitos, e que as companhias aéreas ainda podem atuar mais para atender melhor aos viajantes. A AirHelp existe há mais de cinco anos para educar e apoiar os passageiros, e continuamos trabalhando para ajudar os viajantes a receber a compensação que lhes é de direito”, afirma Denis da Silva, Analista de Marketing da AirHelp.

Pessoas ainda viajam, mas estão trocando o meio de transporte

A crise não tirou a vontade de viajar de todos os brasileiros, tanto que 48% das pessoas viajaram em 2018, e 43% deles ficaram pelo menos uma semana em seu destino. Mas, a maioria (36%) decidiu ir de carro, geralmente uma alternativa mais barata do que avião, o escolhido por 35% das pessoas.

Link para a pesquisa completa: http://tolu.na/l/y3M9JnS

*Pesquisa realizada no dia 31 de outubro de 2018 com 1.247 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela ABEP – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa -, nas quais pessoas da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 1.625 por mês.