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Como escolher um bom colchão na hotelaria?

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Matéria publicada na edição 44, maio de 2006

Um bom colchão ainda faz a diferença na hora do hóspede optar por um meio de hospedagem

Ao implantar um determinado hotel, muitos investidores concentram grande parte do investimento em imponentes lobbys com pé direito triplo, com acabamento em materiais nobres e a assinatura de um renomado arquiteto de interiores para impressionar o hóspede já na entrada. Outra parte dos recursos vão para criar espaços que na maioria das vezes o hóspede nunca irá usar e na hora de implantar o apartamento com uma moderna infra-estrutura, faltam recursos e adquirem-se produtos muitas vezes incompatíveis com o padrão do empreendimento. Então é comum você encontrar nos apartamentos modelos de televisões e rádio relógios simples, enxoval básico, um black-out que não veda a luz, falta de um espelho de aumento e de um secador no banheiro, amenidades, uma ducha que não regula direito e não dá vazão correta e um cofre eletrônico totalmente ultrapassado e com dimensões reduzidas, e o mais crucial, um péssimo colchão. Isto simplesmente apaga da memória do hóspede toda a imponência do lobby, o glamour do restaurante e a infra-estrutura que o hotel dispõe, pois a maior parte de seu tempo, ele passa num hotel ele passa dentro do apartamento.

Conforto é fundamental em um colchão
Mesmo com uma série de diferenciais que os hotéis encontram para atrair e fidelizar os hóspedes, uma boa ducha e um bom colchão, ainda fazem a diferença. Uma noite mal dormida por causa de um colchão pode comprometer a imagem do hotel. Afinal de contas, conforto é fundamental  numa cama, pois ninguém acorda sorrindo sem antes ter tido uma boa noite de sono. Valorizar o repouso correto em condições ideais, respeitando o perfil de cada biotipo, devem ser condições essenciais de um bom colchão, pois afinal 1/3 de nossas vidas passamos em repouso, dessa forma, a escolha certa do colchão apropriado é mais do que sensatez é qualidade de vida. Essa escolha nem sempre é tarefa fácil, pois o colchão dos sonhos de uma pessoa pode ser o pesadelo de outra. O que é preciso ter em mente é que esse colchão deverá atender aos mais diversos tipos de hóspedes, nas mais variadas faixas etárias, peso, altura e exigências. Um colchão de qualidade irá proporcionar suporte para todos os pontos de seu corpo de modo a manter a coluna na mesma posição de uma boa postura ortostática. É importante salientar que o corpo precisa ser capaz de relaxar, com sua coluna sustentada em sua curvatura natural. Do contrário, seus músculos funcionam toda à noite e você poderá acordar cansado e dolorido. Outro aspecto que deve ser levado em consideração é quanto mais usado mais o colchão se desgastará, daí a preocupação dos hoteleiros em adquirirem um colchão resistente para compensar o investimento.
Para Francisco Santos, Diretor da Argil, uma das maiores implantadoras hoteleiras do Brasil, o colchão não influencia diretamente na hora do check in, pois o hóspede ainda não tem conhecimento do produto que irá encontrar no apartamento, porém ele tem total influência sobre o retorno ou não desse hóspede a esse hotel. “Se ele na primeira noite encontrou um colchão confortável com certeza ele permanecerá e voltará ao hotel, mas se o produto for de baixa qualidade com certeza será sua primeira e última noite no empreendimento, pois ele sabe que com certeza outros hotéis podem ter colchões mais confortáveis e de melhor qualidade para oferecer-lhe pelo mesmo preço de diária”, destaca Santos. O Diretor de Projetos e Implantação da rede Blue Tree, Jonas Nakamoto, tem opinião idêntica à de Francisco Santos e enfatiza: “O colchão define se o hóspede voltará ou não ao hotel”. O Diretor de implantação e patrimônio da Accor Hotels para a América do Sul, Odair Roque, endossa a importância da escolha de um bom colchão. “Um bom colchão é de extrema importância num hotel, pois o cliente ao se hospedar ele busca preferencialmente um bom banho, uma ótima proteção acústica e uma excelente cama para seu sono, afinal é na cama que o cliente passa a maior parte de seu tempo quando está hospedado. Isto posto, não há conforto sem uma cama adequada com colchão de molas, independente do padrão do hotel, seja de bandeira econômica ou de luxo. Na Accor o sistema box spring é adotado para todas as nossas marcas. O que muda são as dimensões”, explica Roque.

Colchão ideal
Mas afinal de contas, como se identifica um bom colchão? Francisco Santos responde: “Um bom colchão deve proporcionar um sono tranqüilo e confortável e para isso deve possuir uma boa altura, não ser mole e sim firme (não duro). O ideal são os modelos com sistema de molas entrelaçadas que proporcionam ao usuário que estiver de um lado da cama ao se mover não incomodar o usuário do outro lado da cama. Além de possuírem uma durabilidade maior em relação aos colchões convencionais com molas comuns, também é bem vindo colchão com “Pillow Top” (uma camada extra de espuma acima do colchão). Para você saber se um colchão tem boa durabilidade um teste é sentar na borda do colchão e ver se ele tem firmeza ou abaixa com facilidade. Esse teste demonstra quanto tempo você vai precisar fazer o rodízio de lados do colchão, também muito importante é a qualidade do tecido que o colchão foi fabricado, tecidos de baixa qualidade tendem a se rasgar facilmente”.
O crescimento das vendas dos colchões de molejo comprova as exigências do mercado, pois sua principal vantagem é a adaptação aos diferentes biotipos, os sistema de molas se adaptam às características de cada pessoa,  proporcionando um maior conforto e uma melhor qualidade no sono. Os modelos de molejo mais comuns têm molas bicônicas, fabricadas com aço carbono temperado, que quando pressionadas trabalham separadamente, portanto, todo o colchão se movimenta quando o usuário se mexe durante o repouso. No mercado são identificadas como tipo bonnel e geralmente esse molejo tem de 290 a 360 molas em colchões com 1,38m de largura. Outro molejo usual é o ensacado, onde cada mola é embalada individualmente o que ameniza a movimentação do colchão quando pressionado, proporcionando mais conforto para quem está deitado ao lado. Existem outros modelos de molas que são exclusivos de determinadas marcas. Geralmente, as molas são recobertas por espuma de poliuretano e ou feltro resinado e essa estrutura é revestida por tecido. Entre a cobertura das molas e o revestimento, muitos modelos de colchões contam com um pillow top (acolchoado de espuma e ou fibra), artifício que agrega valor ao produto por proporcionar maior conforto. Outra tecnologia incorporada aos colchões trazida ao Brasil pelos fabricantes internacionais foi o colchão que vem acompanhado por um apoio. Ele é formado por um conjunto que pode ser box spring (com molas envoltas em feltro ou espuma) ou sommier (estrutura de madeira, envolta com feltro ou espuma), substituindo com vantagens os antigos estrados, pois propicia maior conforto.

Exigências dos compradores
Mesmo o colchão tendo uma grande tecnologia que garante um sono profundo, isto só não é garantia de que ele consiga entrar num determinado hotel ou rede hoteleira. Existe uma grande preocupação por parte das administradoras hoteleiras e dos implantadores, se as empresas contratadas ou fabricantes, vão entregar os colchões no prazo estabelecido. Pesa em algumas decisões de compra, a saúde financeira da empresa ou fabricante contratado para entregar os colchões, pois um hotel não pode ser inaugurado sem este item fundamental. Segundo Santos, a Argil toma providências para garantir que o prazo de entrega será cumprido, assim como também avalia a saúde financeira da empresa ou fornecedor, assim como também suas condições estruturais, com visita as fábricas. “No momento temos três fabricantes homologados que atendem as nossas exigências, desde a implantação de um hotel super econômico a um padrão luxo. Temos ainda vários outros fabricantes desenvolvendo produtos para também serem homologados pela Argil. Nesse ano de 2006 estamos preparando mais dois fabricantes para serem fornecedores de colchão para os hotéis que implantamos”, garante Santos.
A Accor Hotels também analisa a saúde financeira do fornecedor de colchão além de adotar outros critérios. “Num primeiro momento fazemos um mapeamento de todos os fabricantes potenciais em nosso País e por meio de um leilão reverso, com normas extremamente claras, alem de itens classificatórios.  A exemplo da saúde financeira da empresa, tomamos em conta, a capacidade de produção, parque fabril adequado respeitando o meio ambiente, tecnologia aplicada, facilidade de reposição, preço e principalmente garantia, entre outros. A exemplo de outros produtos, e se necessário, a cada dois anos renovamos o leilão reverso, objetivando conhecer os novos players do mercado, e assim poder assegurar a qualidade da cama e colchão”, revela Roque.
Critério semelhante é adotado pela rede Blue Tree. “Realizamos em primeiro lugar uma avaliação técnica dos materiais utilizados e também a estrutura construtiva do colchão. Após esta avaliação, o colchão ficará em teste durante o período de  um ano em uma de nossas unidades.  Sendo aprovado,  ele é homologado para indicarmos aos investidores de um novo empreendimento. No momento da homologação, analisamos também à saúde financeira da empresa, e sugerimos aos representantes dos investidores que irão realizar as compras  a verificação documental e garantias para cumprimento do contrato”, diz Nakamoto.

Análise da saúde financeira do fornecedor
Para um fornecedor ser homologado na Atlantica Hotels o primeiro processo que se faz é a análise da saúde financeira da empresa. “O fornecedor deve apresentar uma ficha cadastral e consultamos órgãos competentes para verificar se a empresa tem protestos e ou problemas financeiros. Deve apresentar preço competitivo, disponibilizar um produto para testarmos e colhermos a opinião dos hóspedes e da própria equipe operacional do empreendimento. Mesmo estando homologado, a avaliação do fornecedor ainda continua, pois verificamos se houve o cumprimento nas condições comerciais acordadas (no caso das últimas compras) como: prazo de entrega, que é um item imprescindível em hotéis em implantação, preço, condições de entrega (se chegou em boas condições), etc. O pós venda e assistência técnica também são de extrema importância e pesa no nosso critério avaliativo, uma vez que não podemos inviabilizar um apartamento por problemas técnicos não resolvidos. Estamos sempre atentos ao mercado e a situação da empresa fornecedora em nossos empreendimentos. Em certos casos precisamos suspender temporariamente a homologação da empresa, caso não honre com as condições acima mencionadas”, enfatiza Regina Segui, Gerente de Implantação da Atlântica Hotels International. Segundo ela, a Atlantica Hotels adota especificações técnicas diferentes e medidas mínimas para as diferentes categorias (bandeira econômica, superior e luxo) levando sempre em consideração conforto, qualidade, durabilidade e garantia do colchão fornecida pelo fabricante. Todo o processo de compras (seja hotéis em reforma  ou em implantação) da Atlântica Hotels é sempre feita licitação nos fabricantes homologados, seguindo todos os critérios mencionados acima.

Flex do Brasil
O Brasil conta com um moderno parque fabril de colchões e os principais fabricantes mundiais estão presentes e disputam o mercado com grandes fabricantes nacionais que atendem as mais exigentes necessidades do mercado hoteleiro e não ficam a dever em absolutamente nada em termos de qualidade para o conforto do sono dos clientes. A hotelaria é muito importante para os fabricantes de colchões para a formação e consolidação de marca e funciona como uma espécie de vitrine para os hóspedes comprovarem as qualidades do produto e depois adquirir em suas residências. O grupo espanhol Flex, através da sua divisão internacional, está presente em Portugal, Cuba, Chile, Grã-Bretanha e Brasil e no ano passado faturou cerca de 230 milhões de euros. No Brasil mantém uma moderna planta industrial situada em Santa Bárbara do Oeste, Interior de São Paulo, de onde saem os colchões das marcas Epeda – primeiro colchão de molas do Brasil, Flex e Simmons. De acordo com o Gerente Comercial da Flex do Brasil, Paulo Miazaki Jr., são mais de 30 modelos distribuídos nestas três marcas e a fábrica tem capacidade para produzir 150.000 peças por ano entre colchão e camas e dispõe de laboratório próprio para buscar as melhores soluções de desempenho e conforto. Para a hotelaria a empresa disponibiliza os seguintes modelos: Epeda Inn – colchão de molas com molejo bonnell e reforço lateral mariposa. Tecido com tratamento antiácaro, antialérgico e repelente liquido. Altura: 22 cm ou 25 cm; Epeda Inn com pillow-top alt 26 cm; Flex Superlástic Hotel – colchão de molas superlástic – molejo de fio contínuo com 258 molas por m² e 49% mais firme que o bonnell tradicional. Tecido com tratamento antiácaro, antialérgico e repelente líquido. Altura: 22 ou 25 cm e o Simmons – modelos exclusivos. E novos modelos e lançamentos para a hotelaria deverão chegar ao mercado em breve, é o que garante Miazaki. Segundo ele, a hotelaria é um bom nicho de mercado e representa cerca de 17% do faturamento da Flex no Brasil e os produtos podem ser encontrados em vários hotéis como: Accor (Novotel, Mercure, Ibis, Formule 1 e Parthenon), Atlântica Hotels, Club Méd, Holiday Inn, Intercontinental, Vila Galé, Matsubara, Recife Palace Hotel, Promenade, Transamérica, Meliá, Best Western entre outros.

Serta
A Serta, líder mundial na fabricação de colchões para hotelaria, possui uma moderna planta industrial na cidade de São João da Boa Vista, Interior de São Paulo. Segundo Cássio Haddad, Presidente da Serta do Brasil, os colchões fabricados na unidade brasileira seguem padrões e normas rígidas e a qualidade é auditada duas vezes por ano por técnicos da matriz norte-americana. Sempre atenta às necessidades do mercado, a empresa investe maciçamente em novas tecnologias que resultam em produtos de máximo conforto aos usuários, como o molejo Perfect Sleeper (o mais vendido no mundo em sua categoria) e o Perfect Night, que agora ganhou o conceito my bed e está sendo utilizado em todos os hotéis Sofitel — bandeira de luxo da Rede Accor — do Brasil. Algumas das mais conceituadas redes hoteleiras do Brasil, como Blue Tree, Atlantica Hotels, Grupo Posadas, Accor Hotels e empreendimentos que são verdadeiros ícones de alta hospedagem de luxo, como o Nannai Resort, Hotel Emiliano, Hotel Fasano e Grand Hyatt São Paulo, utilizam os colchões Serta.

Probel
Com a associação com empresa Belsonno, a Probel passou a ter seis unidades fabris no Brasil,  em Suzano (SP), Cachoeirinha, (RS) Aparecida de Goiânia (GO), Campinas (SP), Salvador (BA) e São Luiz (MA).  De acordo com o Diretor Comercial da Probel, Osvaldo Centoamore, a capacidade de produção nesta nova composição atinge por volta de 1.200.000 peças/ano entre colchões de molejo; colchões de espuma e camas estofadas. Os modelos produzidos são: colchões de molejo (molejo multilastic e molas ensacadas ) de alturas desde 20 cm para os modelos mais econômicos até 37 cm para os modelos mais sofisticados; colchões de espuma de densidades que variam desde 20kg/m3 até 45kg/m3. No segmento hoteleiro a Probel possui três modelos: Prohotel (modelo mais econômico de altura de 21 cm tecido algodão polipropileno; Prohotel II com 22 cm tecido algodão viscose e o Prohotel Pocket com 22 cm de altura tecido algodão viscose.
De acordo com Centoamore, o segmento hoteleiro tem uma representatividade de 8% do faturamento da empresa que está de olho nas tendências e comportamento deste mercado. “O segmento vem se tornando a cada dia mais profissionalizado e competente voltando toda a sua exigência em benefício do hóspede e de uma relação custo versus benefício mais favorável ao hoteleiro. Isto nos faz prosseguir com uma maior produtividade e eficiência”, menciona. De acordo com ele, as principais redes de hotéis que utilizam os produtos Probel são: Accor, Brasilton, Ca’d’oro, Caesar Park, Copacabana Palace, Hilton, Inter-Continental, L’Hotel, Maksoud Plaza, Sol Meliá, Le Méridien, Othon Palace, Residence, Riema, Sheraton, Sofitel, Transamérica, Rede Tropical, Taj Mahal Atlantic City, Hotel Mabu, Bourbon, Deville, Holliday Inn, Horsa, Lancaster, Luxor, Novotel entre outros.

Ortobom
A Ortobom possui 15 fábricas espalhadas pelo Brasil ocupando uma área de 112 mil m2 e com uma capacidade de produção de cinco milhões de colchões por ano em 220 modelos diferentes. Para o segmento hoteleiro a empresa conta com os modelos da Linha Orthotel que se divide em quatro modelos: Firm Spring, Comfortable Spring; Extra Firm Spring e Extra Firm Spring com Pillow Top. Entre as principais características destes modelos estão: tecido liso, proteção antichamas, tratamento Scotehgard – Impermeabilização, antiácaro, fungos, alças e respiros laterais. Segundo Érica Garcia, Gerente de Marketing da Ortobom, a hotelaria representa apenas 3% das vendas da Ortobom, mas cerca de 80% dos hotéis do Brasil já compraram ou compram os colchões Ortobom, mas ela está ciente de que o segmento hoteleiro é muito importante para a formação da marca e mais um nicho de mercado a ser explorado para alavancar as vendas e aumentar os negócios da empresa.

Castor
A Castor nasceu em 1962 com o nome de Colchões Hélio Silva, em Ourinhos-SP, usando o capim como matéria-prima. Hoje, a Indústria e Comércio de Colchões Castor é referência na fabricação de colchões e móveis estofados de alta tecnologia, nas três fábricas sediadas em Ourinhos (SP), Juiz de Fora (MG) e Passo Fundo (RS). Entre os colchões fabricados pela empresa está a linha Ergomed que valoriza a qualidade de vida e a saúde das pessoas. Os modelos são: Excellent Circulation: indicado para quem sofre ou está sujeito a sofrer de arteriosclerose, evitando os sintomas e combatendo a doença de forma eficaz; Mosquito Free: repele mosquitos e outros insetos além de proteger contra traças e evitar a formação de bolores e o desenvolvimento de bactérias no revestimento do colchão; Viscoelástico: deixa o corpo de quem usa naturalmente alinhado e o Light Stress: o tecido externo é formado por fios de aço inoxidável, que permitem a transmissão da carga eletrostática para a terra, aliviando o stress e prevenindo doenças.

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3 COMENTÁRIO

  1. “Colchão que permite a transmissão da carga eletrostática para a terra, aliviando o stress e prevenindo doenças”. Quanta pseudo-ciência em uma única frase. Não existe nenhum estudo sério que indique que descarregar cargas elétricas do corpo trazem qualquer tipo de benefício a saúde. Qualquer aluno de primeiro grau sabe que para descarregar eletricidade do corpo o aterramento teria que ir de alguma forma do colchão a terra. Quem tem uma cama cuja a estrutura teria que ser própria para conduzir a eletricidade do colchão ligada por um fio a um bastão metálico aterrado? Incrível como esse pessoal que fabrica colchões acha que o povo é idiota.

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