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Chile recebeu quase 600 mil brasileiros em 2018

O Sernatur – Serviço Nacional de Turismo do Chile – divulgou o número total de brasileiros que viajaram para o país latino no ano passado: 589.172, uma alta de 8,1% em relação à 2017.

Trata-se do segundo aumento consecutivo, já que em 2017 (544,8 mil viajantes brasileiros) foi observado um crescimento ainda maior, de 24,1% contra os 439 mil em 2016, ou seja, em dois anos o número de turistas do Brasil no Chile teve um acréscimo de cerca de 150 mil.

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Os números e a crescente dos brasileiros motivaram a estratégia de promoção turística adotada pelo país neste ano, colocando o Brasil como um dos mercados prioritários. Do orçamento de US$ 14,1 milhões do Chile para promoção turística internacional em 2019, US$ 2,6 milhões serão investidos no Brasil, 18,44% do total.

Isso posiciona o país atrás apenas dos Estados Unidos em investimentos, já que US$ 3,1 milhões (22%) serão revertidos em ações no país norte-americano. “A expectativa para 2019 é que os turistas brasileiros no Chile ultrapassem, no mínimo, os 600 mil. Sempre vimos o Brasil como um dos mercados prioritários, nos motivando a ampliar nosso investimento neste ano”, comentou a Diretora Nacional do Sernatur, Andrea Wolleter.

Dentro do investimento estão previstos famtours para o trade e mídias, parcerias com operadoras, companhias aéreas e outras empresas do turismo brasileiro, campanhas publicitárias, além de treinamentos de agentes de viagens.

Gastos do brasileiro no Chile  

Ainda de acordo com Andrea, um dos motivos para o Chile apostar tanto no Brasil é o quanto o viajante do país investe em suas viagens: turistas brasileiros gastam, em média, US$ 104 por dia no Chile, tanto em atividades turísticas quanto em compras, e ficam, também em média, oito dias em suas viagens ao país.

Andrea Wolleter, Diretora Nacional do Sernatur

Diversificação

Uma das estratégias que o Sernatur deve adotar para crescer ainda mais no mercado brasileiro é diversificar os destinos. Hoje, boa parte dos turistas do Brasil visitam Santiago e as montanhas da Cordilheira dos Andes, onde se encontram algumas das mais conhecidas estações de esqui do país. As regiões do Deserto do Atacama, no Norte, e da Patagônia Chilena, no Sul, também tem atraído brasileiros, mas o objetivo é ir além: promover os tantos destinos de cultura e natureza que o Chile oferece de norte a sul.

Um exemplo disso é o Astroturismo do Valle de Elqui, ao norte de Santiago. Com altitude elevada, poucas partículas de poeira e um clima seco, o céu da região é considerado um dos melhores do mundo para observar estrelas e constelações. Por lá, se encontram algumas das principais estações de observação astronômica do país.

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Já entre Santiago e a Patagônia fica a região dos Lagos e Vulcões. Fluindo entre as montanhas dos Andes, o rio Futaleufú – ‘Rio Grande’, na língua indígena Mapuche, considerado um dos melhores do mundo para prática de esportes de aventura, como rafting e caiaque.

Uma alternativa que chama a atenção na mesma região é Huilo Huilo, reserva biológica dentro da selva patagônica, a pouco mais de 100 km de Pucón. Lagos, cachoeiras e uma floresta com árvores da família das Araucárias permitem aos visitantes passar dias fazendo trilhas por entre as montanhas.

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