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Central de compras – uma ferramenta para reduzir custos

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Dizer que o mundo dos negócios está extremamente competitivo não é uma novidade para ninguém. Criar estratégias e novos processos que permitam a empresa inserir-se adequadamente no mundo competitivo dos negócios é a outra face que as empresas precisam estar atentas e preparadas. Caso contrário o próprio processo de mudanças rápidas que o mercado impõem as empresas fará com que muitas, infelizmente, não consigam adaptar-se e sairão  do jogo competitivo. Pensar e pensar cada vez mais em criar novas estratégias, novos modelos de administrar e novos processos, estão fazendo parte da rotina dos empreendedores para tornar sua empresa apta para disputar o mercado com ferramentas ágeis, objetivas e de impacto nos resultados.
Isso requer que o empreendedor dê uma dedicação muito forte na gestão do negócio baseada na informação e nos indicadores de desempenho como fatores para estabelecer metas de resultados qualitativo e quantitativo.
Sabidamente e pela minha experiência podemos notar que dedicar-se com mais propriedade no processo de gestão ainda é uma deficiência para o pequeno empreendedor tendo em vista, que sua origem em muitos casos é da área técnica. A área de gestão ainda assusta muitos empreendedores, pois exige mais conhecimento, planejamento, decisão e muita análise de informações para elaborar novas estratégias de atuação da empresa. E tudo isso com muita rapidez. Além disso, a competitividade exige um olhar mais qualificado para a gestão no tocante a elaboração e a implantação de novas ferramentas para busca de melhores resultados. Criar, implantar e mudar novamente sempre num processo de melhoria contínua sem hora para terminar. Isso fará a diferença entre a empresa que deseja continuar ou sair do mercado.
Assim, uma forma de reduzir custos que as empresas dispõe é utilizar-se do mecanismo de negociação conjunta de produtos, matérias-primas, insumos e serviços. Ou seja, a ordem é possibilitar reduzir custos para transformar em custos competitivos do negócio. Esse olhar é estratégico para a empresa que quer manter-se competitivo no mercado. Neste sentido, encarar o concorrente somente como concorrente já não serve mais, pois essa ferramenta além dos resultados que proporciona exige que os empreendedores formem alianças na hora de comprar. É estratégico ter custo competitivo pois do contrário as empresas terão muitas dificuldades na hora de vender seus produtos e serviços. É uma quebra de paradigma fundamental e decisivo para os pequenos empreendedores para um mercado que age numa velocidade espantosa e não pode esperar. Sentar juntos para negociar produz o custo competitivo que tanto a empresa necessita para continuar vendendo. Essa ferramenta disponibiliza isso para as pequenas empresas. A sua implantação prática e objetiva, atendem integralmente aos quesitos velocidade e redução de custos tão necessário na hora de definir o preço competitivo de seus produtos.
Temos que pensar que não somos concorrentes na hora de negociar em conjunto a compra, por exemplo, do material de expediente. A ferramenta possibilita que a pequena empresa tenha poder de barganha em função dos volumes gerados na hora de negociar com os fornecedores o que individualmente é muito difícil de se obter. Trata-se de uma ferramenta que proporciona resultados fantásticos e está disponível para ser utilizado. E principalmente para  a pequena empresa aumenta a seu favor o seu poder de negociação para obter melhores condições de preços, prazo, qualidade e entrega entre outros aspectos. Ao participar da utilização desta ferramenta, a pequena empresa aumenta seu poder coletivo e passa a ser respeitada perante aos fornecedores que em muitos casos numa relação comercial isso não acontece. Minha experiência na implantação desta ferramenta tem demonstrado que a relação comercial fornecedor x cliente melhora significativamente pois todos estão interessados que o processo seja construído de forma eficaz e gere resultados.  E para a pequena empresa será decisivo compreender que precisamos urgentemente formar parcerias com os concorrentes para buscar alternativas para reduzir custos e isso necessariamente passa por sentar juntos e negociar em conjunto. A ferramenta está disponível, basta apenas utilizá-la. E mais, a pergunta  que deve ser feita é? Em até quanto o empreendedor está disposto a reduzir seus custos com aquisição de: matérias primas, serviços, insumos, produtos? 5%, 10%, 15%. A decisão é sua.

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