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ADIT Share debate disparidades entre mercados de multipropriedade

O Dia e horário dessa postagem está no final, assim como nome do autor. O tempo estimado de leitura é de 2 minutos

Francisco Costa Neto, da Beta Advisory Brazil; e Gerardo Rioseco, do Grupo Posadas, do México, foram os painelistas seguintes da programação do 9º ADIT Share, evento realizado no Bourbon Atibaia Resort entre 23 e 25 de setembroe que tem a Revista Hotéis como Media Partner. Esse painel foi moderado por Felipe Cavalcante, ex-presidente da ADIT Brasil e o tema debatido foi a multipropriedade.

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Costa Neto falou sobre inovação e relevância das estratégias no mercado de multipropriedade. “Essa operação te obriga a se transformar. Eu diria que Sauípe para a Aviva, por exemplo, foi uma oportunidade de continuar evoluindo em uma cultura de serviço mais ágil e inovadora. Acredito que existem muitos negócios dentro do negócio de multipropriedade e a complexidade reside na explicação de tudo isso. Neste mercado, você está muito envolvido com o mercado imobiliário, com investidores”.

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Francisco Costa Neto: “Acredito que existem muitos negócios dentro do negócio de multipropriedade e a complexidade reside na explicação de tudo isso”

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Gerardo Rioseco falou sobre a multipropriedade no México e detalhou disparidades em comparação com mercado no Brasil. “Temos desenvolvimentos de diferentes naturezas com preço médio de US$ 15 mil a US$ 18 mil. Hoje existe um fator muito importante que é o fato de trabalharmos com 45% de upgrades e reloads de clientes que vão optando por isso de ano para ano, fazendo com que o volume de vendas seja mais eficiente. 50% das vendas do México são oriundos de discounts clubs e outros canais e isso tem feito a diferença também para este mercado.

ADIT Share debate disparidades entre mercados de multipropriedade

Gerardo Rioseco participou on line diretamente do México

Não podemos falar de México como um mercado único, o Brasil e o México são muito diferentes, existe uma regionalidade, mas o tratamento fundamental é o mesmo. Talvez haja disparidade na forma de financiamento, mas o tratamento, a forma de abordagem, eu acredito que seja muito parecida com o que vocês fazem no Brasil. Não existe, portanto, uma diferença muito grande. Estamos em meio de uma transformação da indústria e essa tem muitos players. Quem tem que ser comercializadores, são aqueles que possuem o processo do conhecimento e a tecnologia. O negócio de leisure se manteve separado da viagem de negócios e cada vez mais essas duas modalidades se unem e nos últimos meses isso se acentuou mais, essa combinação de trabalho e vida pessoal. Acredito que isso aconteça tanto em Guadalajara, Monterrey como em São Paulo. Isso vai acontecer em muitos destinos e precisamos complementar esse serviço, novos nichos de mercado, novos canais e novos conceitos de experiência, que se demandam muito no mercado”, analisou Rivera.

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Felipe Cavalcante foi o moderador desse painel

Características da multipropriedade

Costa Neto também comentou algumas singularidades do mercado de multipropriedade: “Invertemos o processo na multipropriedade, o pós-vendas é mais importante que as vendas nessa modalidade. Acho que se colocarmos pessoas nos nossos call-centers, na área de renegociação e upgrade é importante para termos noção do trabalho e da performance, pois eles acabam desenvolvendo a capacidade de entender o business e realizar vendas mais responsáveis. Tudo começa no aprendizado, no reconhecimento dos erros e esse modelo de transformação, de talento é o que almejamos. Pensar à frente é importante”.

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