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RCI tem nova direção no Brasil e América Latina

Empresa reorganiza gestão, anuncia nova liderança no Brasil e comunica criação de diretoria voltada para negócios no continente

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Fabiana Leite, a nova Diretora da RCI Brasil será a moderadora desse painel - Foto - Divulgação

A RCI, empresa especializada em intercâmbio de férias, anunciou através de seu vice-presidente Sênior de Desenvolvimento de Novos Negócios e Operações para América Latina, Juan Ignacio Rodriguez, a nova estrutura organizacional da empresa. A partir de 1º de junho, Fabiana Leite assume a liderança das operações no Brasil. Já o mexicano Esteban Arce, que esteve à frente da gestão Comercial da companhia, se torna Head para América do Sul. Ambos ficarão sediados no escritório em São Paulo.

Após quatro anos, Maria Carolina Pinheiro deixa a empresa, e parte para um novo desafio profissional após a entrega de resultados e conquistas relevantes para a empresa. “Esta nova organização faz parte da nossa estratégia de crescimento para os próximos cinco anos”, diz Rodriguez, antecipando parte das informações que serão anunciadas durante sua próxima vinda ao Brasil, em meados de junho.

A criação de uma estrutura denominada América do Sul dentro do organograma da empresa é uma iniciativa que visa atender o crescimento da RCI no Brasil. De acordo com Rodriguez, o País representa uma parte muito importante dos negócios gerados pela América do Sul.

Em 2017, a RCI Brasil movimentou um volume 13% maior de semanas vendidas em propriedades compartilhadas em comparação a 2016. Entre 2012 e 2017, a entrada de novos sócios atingiu um crescimento de 147%. Em um recorte anual, 2017 apresentou crescimento de 27% em relação ao ano anterior.


A base da operação em São Paulo é também o reflexo positivo da gestão brasileira. “O plano de desenvolvimento da América do Sul a partir do Brasil é o reconhecimento de um modelo de gestão funcional que deve ser replicado. O objetivo é desenvolver ainda mais o mercado brasileiro em timeshare e multipropriedade e, ao mesmo tempo, acelerar o crescimento deste modelo de negócio em países da América do Sul”, finaliza o executivo.