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RCI comemora 25 anos de atividades no Brasil com 82% do mercado em que atua

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Juan Ignácio Rodriguez, Vice-presidente para a América Latina da RCI ao lado de Maria Carolina Pinheiro, Diretora geral da RCI Brasil

A RCI – Resort Condominiums International está completando 25 anos de atividades no Brasil e tem bons motivos para comemorar. A empresa detém 82% do mercado de administração de produtos de férias voltados ao tempo compartilhado que movimentou US$ 600 milhões no ano passado com um crescimento de 11%. No portfólio da empresa estão 212 empreendimentos afiliados em diversas regiões do Brasil, com um crescimento de 51% nos últimos cinco anos. Somente no ano passado, foram 20 novos empreendimentos.

E o sucesso desta atuação no ponto de vista de Juan Ignácio Rodriguez, Vice-presidente para a América Latina da RCI é muito trabalho, dedicação e acreditar no potencial do turismo do Brasil. “Nestes 25 anos de atividades no Brasil já vivemos momentos muito difíceis, pois além dos problemas sócio econômicos, não havia uma legislação que garantisse a segurança para quem comprava os produtos de tempo compartilhado, assim como também faltava segurança para quem administrava. Hoje os tempos são outros, o Brasil possui uma legislação moderna, comparada a das melhores no mundo. Existe um lastro por trás das vendas e grandes redes nacionais já adotaram o modelo, como o Rio Quente, Beach Park, Mabu, Tauá, Royal Palm, entre outras redes que estão tendo uma boa performance neste modelo de negócio”, destaca Rodriguez.

Segundo ele, assim como em qualquer negócio, os tempos mudam e por isto, alguns ajustes na legislação são necessários e isto já está sendo pensando em países como o México e os Estados Unidos, onde esta modalidade de negócios já se consolidou há muito anos. Mas o negócio precisa ser reinventado, pois o crescimento já não é o mesmo. “Enquanto o turismo de tempo compartilhado registrou um aumento de 11% no Brasil no ano passado, no México este crescimento não passou de 5%. Mas o país ainda apresenta um enorme potencial, pois atrai um número muito grande de canadenses e norte-americanos em busca de sol, águas mornas e limpas. Estes visitantes representam 75% da indústria do tempo compartilhado no México”, explica Rodriguez.

E para se posicionar cada vez mais competitiva frente a concorrência no Brasil, Rodriguez garante que a RCI vai continuar focada apostando na melhora contínua dos produtos e serviços para atrair ainda mais clientes. “Acreditamos que o tempo compartilhado tem muito a crescer no Brasil e poderá também atrair um grande número de turistas estrangeiros. Para isto é necessário redefinir políticas públicas de incentivos ao turismo, melhorar a conectividade com os destinos e a infraestrutura”, conclui Rodriguez.

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