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RCI Brasil cresceu 13% em vendas no mercado brasileiro em 2017

Indicadores positivos de 2017 traz boas perspectivas à empresa e investimentos no Brasil

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A RCI Brasil, tradicional empresa mundial em intercâmbio de férias, comemora os bons números do acumulado de 2017 e as oportunidades do mercado para 2018. Com o reaquecimento do mercado e as viagens retornando ao menu de opções dos brasileiros, a empresa movimentou em 2017 um volume 13% maior de semanas vendidas em propriedades compartilhadas em comparação a 2016.

O interesse do brasileiro pelo mercado de timeshare e multipropriedades cresce anualmente. Nos últimos anos, entre 2012 e 2017, houve um crescimento de 147% na entrada de novos sócios ao modelo de negócio. Em um recorte anual, 2017 apresentou crescimento de 27% em relação ao ano anterior. O ano de 2018 sinaliza para a continuidade do crescimento com expectativas muito positivas. “A facilidade que o negócio oferece ao cliente e a possibilidade de programar com antecedência os dias de descanso garantem um custo-benefício atrativo e  conveniente à cultura do brasileiro”, diz Maria Carolina Pinheiro, Diretora-geral da RCI Brasil.

No outro lado da ponta, os números confirmam o bom momento da empresa e a confiança da retomada do setor. Nos últimos anos, a soma de empreendimentos afiliados à empresa cresceu cerca de 63%. Mesmo com a economia brasileira em recessão, em 2017, o crescimento foi de 8%.

Os índicadores positivos abriram frente para a expansão da equipe no Brasil. Desde janeiro, a RCI Brasil vem reestruturando e agregando capital humano à empresa com o intuito de criar novas oportunidades e rentabilizar bons negócios. “A proposta da companhia é atrativa para toda a cadeia. Se por um lado temos os empreendimentos e propriedades com garantia de ocupação futura e baixa ociosidade, por outro temos o viajante com uma ampla gama de destinos a ser escolhido e a certeza financeira de que é possível vivenciar a experiência em um país que se programou. O brasileiro, ainda que tenha reduzido alguns itens de lazer, não deixou de viajar. É como um benefício adquirido, essa vontade de conhecer novos lugares e culturas é latente e o mercado cada vez mais demonstra esse perfil e comportamento do consumidor”, concluiu Maria Carolina.

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