Qual a importância do Gerente de Projeto numa operação de timeshare?

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Os participantes deste painel. Felipe Lima, Francisco Costa Neto, Felipe Cavalcante, Armando Ramirez e César Nunes

Direto de Maceió (AL) – Este painel encerrou agora há pouco a grade de programação do primeiro dia do ADIT Share que está acontecendo no hotel Best Western Premier Maceió. O evento que é promovido pela ADIT Brasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil e que tem a Revista Hotéis como Media Partner, reúne 250 pessoas, vindas de quase todos os estados brasileiros para debater temas interessantes do setor. Quem moderou este painel foi Armando Ramirez, Gerente de Novos Negócios da RCI Brasil e contou com a participação de: Felipe Cavalcante, Diretor geral do ILOA Resort, Francisco Costa Neto, Diretor do Rio Quente Resorts, Felipe Lima, Diretor de vacation do Beach Park e César Nunes, Diretor comercial do Royal Palm Hotéis e Resorts.

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Desafios profissionais

Os desafios de encontrar um gerente de projeto de timeshare no mercado atual foi a tônica deste painel que abordou também identificar o profissional com experiência no setor ou experiente sem atuação prévia no segmento. Costa Neto começou o painel lembrando que o Rio Quente resorts entrou no modelo de timeshare em 1999 achando que seria mais um canal de distribuição. “No meio do caminho descobrimos que era um bom negócio e tempo compartilhado hoje é nossa prioridade. Temos 26 mil clientes, 8500 vendas ao ano e um faturamento de R$ 205 milhões em faturamento. Para manter este ritmo de crescimento, temos várias ações, pois timeshare não se vende sozinho ou somente numa sala de vendas. É necessário uma série de componentes para alavancar o negócio”, assegura Costa Neto.

Armando Ramirez, Gerente de Novos Negócios da RCI Brasil foi quem moderou este painel
Armando Ramirez, Gerente de Novos Negócios da RCI Brasil foi quem moderou este painel

Perfil jovem

Felipe Lima disse que o Beach Park tem um perfil de contratar profissionais entre 20 a 30 anos cursando turismo, marketing e publicidade. César Nunes disse que no Royal Palm a faixa etária é de 25 anos e uma pessoa com experiência que formou os demais. “Hoje temas duas coordenadoras que cuidam de vendas e pós vendas. Em Campinas existe uma mão de obra bem qualificada. Nosso projeto já tem dois mil clientes e em dezembro completa três anos”.

Cavalcante disse que no Iloa a mão de obra também é bem jovem e formada dentro do próprio empreendimento. “Procuramos ampliar raízes dentro de nosso projeto, mas trazemos também profissionais externos para agregar experiências”.

Case de sucesso

Em razão do Rio Quente Resorts estar no mercado desde 1999 e ser o maior no segmento de vendas de tempo compartilhado, ele é considerado um verdadeiro celeiro de talentos. E neste aspecto Costa Neto destacou. “Nós já exportamos grande talentos para outras empresas, pois importamos com nossa gente, com as pessoas que trabalham conosco e fazem parte de nosso sucesso. Temos plano de carreira bem definida, pois trabalhamos com testes vocacionais e crescer internamente faz parte de nossa cultura corporativa”, assegurou Neto.

Felipe Lima disse que é uma cria do Beach Park, pois começou a trabalhar como assistente de vendas e sua dedicação fez que evoluísse e hoje seja o gestor do vacation do Resort. “Cada unidade gerencial no Beach Park é autônoma, mas é mensurada pelo resultado que entrega. No sistema de jardinagem, por exemplo, avaliamos a coleta seletiva e o sistema cinco S são fatores consolidados. As pessoas que estão dentro de células acabam virando líderes, pois são incentivadas a isto”, garante Lima.

Novos hábitos

E como atender o novo cliente, novos hábitos e como se adaptar a isto? Esta é uma preocupação de Costa Neto e ele disse: “O processo de vendas de timeshare ainda é muito conservador, mas tem de mudar e acompanhar a tecnologia e as necessidades do cliente. As mudanças devem acontecer e são necessárias para a própria sobrevivência do negócio”, avaliou.

Programas para preparar os novos profissionais que estão surgindo no mercado, plano de carreira, incentivos e muito treinamento foram aspectos comuns que os debatedores apontaram para o surgimento dos novos gerentes de projetos.

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