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O impacto da arquitetura na experiência do hóspede

Considerando a mudança cada vez mais rápida nos gostos dos clientes, arquitetos listam as tendências em design de interiores e arquitetura para os próximos anos

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No projeto de Thomas Michaelis para o Novotel Porto Atlântico (RJ), a madeira e tons pastéis foram protagonistas

A publicidade pode ser a peça chave para destacar um produto ou serviço no mercado, mas ela não está sozinha. O que está sendo vendido ao cliente também deve estar compatível com a propaganda, e a aparência é item primordial no primeiro contato.

No âmbito da hotelaria, um dos grandes responsáveis pelas primeiras impressões do cliente é sua arquitetura e decoração, conjunto que pode traduzir o que ele espera vivenciar naquele lugar. Um projeto arquitetônico pode exprimir os conceitos e premissas do hotel, que pode ser moderno, tecnológico, clássico, sóbrio ou descontraído. Sendo assim, um projeto de arquitetura proporciona uma imersão do hóspede no destino e precisa trazer experiências novas e boas sensações.

Nas mais variadas experiências, sejam a lazer ou trabalho, as novas gerações buscam inovação, criatividade e versatilidade. E este é o maior desafio do projeto de arquitetura: ir de encontro com as novas necessidades de um público que está em constante mudança. Aliar os serviços do hotel à sua estrutura é um dos desafios para fidelizar os hóspedes.

Consuelo Jorge: “Os espaços estão mais integrados e menos segmentados” – Foto – Divulgação

Para a arquiteta Consuelo Jorge, responsável pelo design de hotéis de grandes bandeiras e redes como Pullman, Mercure e ibis da AccorHotels, Blue Tree, Transamérica, dentre outros, o projeto precisa ser personalizado, versátil e leve para se adaptar aos desejos desta nova geração. “Os materiais, as cores e o design do projeto deverão acompanhar a forma que as pessoas se comportam. Os espaços estão mais integrados e menos segmentados. A tecnologia e interatividade precisam fazer parte deste conceito, ao mesmo tempo, o design precisa ser funcional e prático para atender um hóspede que não quer perder tempo e quer aproveitar ao máximo a sua estadia. Os móveis desenvolvidos deverão ser multiuso. Não existe mais aquela divisão de lobby, bar, restaurante, mesa de trabalho. Tudo está integrado e conectado. A marcenaria deverá ser menos rígida, mais flexível e mais sensorial. Ao mesmo tempo, as peças precisarão ter muita personalidade para causar impactos e sensações surpreendentes. Móveis com muito excesso de detalhes tenderão a ser substituídos por peças simples e funcionais, o menos é mais”, argumentou.

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