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Negociação e programa de parcerias na gestão de viagens corporativas são debatidos no 3º Fórum Costa Brava

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O terceiro painel apresentado no 3º Fórum Costa Brava de Gestão de Viagens Corporativas, que acontece no Royal Palm Plaza Resort, em Campinas (SP) abordou como tema “Como ter sucesso no programa de parcerias?”, que promoveu um debate entre fornecedores e clientes, que apresentaram maneiras de negociar, comprar e vender produtos e serviços com alta demanda e mercado aquecido, abordando a estratégia adequada para os diferentes segmentos de viagens e quais as tendências em acordos corporativos.

 

Participaram como palestrantes do painel: André Tambosi, Diretor de Negócios Estratégicos, na Atlantica Hotels International; Eliane Martins, Coordenadora da área de Gestão de Viagens Corporativas do Grupo Continental Automotive; Rodrigo Napoli, Diretor comercial da Avianca; Rubens Schawartzmann, Diretor-geral da Costa Brava Turismo; e como moderadora Patricia Thomas, Sócia-diretora da Academia de Viagens Corporativas.

 

Tambosi iniciou a palestra falando sobre a importância das relações e parcerias entre os investidores, a empresa e todo cadeia produtiva para favorecer uma melhor negociação com o fornecedor no que se refere a viagens corporativas e hotéis. “As empresas necessitam fazer parcerias de longo e médio prazo para ter uma relação mais madura, consistente e transparente no momento de negociação. Flexibilidade na negociação também é fundamental”, frisou.

 

Já Eliane enfatizou a importância do gestor ter conhecimento e informações precisas do mercado, pois os clientes e fornecedores estão cobrando cada vez mais por serviços de excelência. “Necessitamos destas informações atualizadas para manter uma relação e negociação transparentes com nossos parceiros, e prestar serviços de qualidade neste mercado que está aquecido e concorrido”, pontuou.

 

Outro assunto levantado pelos palestrantes referentes as negociação e parcerias em viagens corporativas foi referente a tarifas de fornecedores, como os hotéis, companhias aéreas e entre outros. “O gestor deve fazer uma análise junto aos fornecedores e procurar uma melhor tarifa e verificar o que mais pesa para a empresa se é o preço ou qualidade. Negociar entre seus fornecedores uma politica de tarifas e analisar a qualidade do serviço de cada um deles”, ressaltou Eliane.

 

Para finalizar os palestrantes disseram que as negociações neste processo de viagens corporativas não deve focar somente em preços, mas sim verificar o que seu parceiro oferece de diferencial, qualidade e garantia de serviços e flexibilidade de tarifas. “Todos esses componentes são fundamentais para manter uma parceria sólida, sem desgastes, flexível, econômica e qualitativa, para conseguir convencer seu viajante e fidelização do fornecedor”, salientou Napoli. 

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