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Mapie Consultoria lança pesquisa sobre viagens compartilhadas

A pesquisa contou com a participação de 5.828 participantes e 46% dos pesquisados optou por alugar uma residência em alguma viagem de lazer nos últimos 12 meses

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Este estudo da Mapie indica que a cadeia de serviços está sendo redesenhada para o futuro e não seria diferente com o turismo

A vida digital e os millennials são os grandes propulsores da economia compartilhada, que pode ser definida como um movimento sócio-econômico que permite que consumidores troquem ou comprem produtos uns dos outros através de plataformas digitais, o chamado C2C (consumer to consumer). Nesta nova economia, há plena co-criação e uso da criatividade coletiva, os recursos são utilizados de forma mais sustentável e há uma constante relação de ganha-ganha, que acontece entre os parceiros envolvidos.

Plataformas de economia compartilhada estão presentes e impactando todas as indústrias, dos transportes à moda. A cadeia de serviços está sendo redesenhada para o futuro e não seria diferente com o turismo.

Carolina Sass de Haro: ” “De aviões a passeios turísticos, as viagens compartilhadas já permeia toda a cadeia”

Segundo Carolina Sass de Haro, sócia diretoria da Mapie, hoje é possível que toda a viagem seja organizada e vivenciada através de plataformas neste formato. “De aviões a passeios turísticos, este modelo já permeia toda a cadeia e seguirá crescendo, pois atende ao desejo de viver experiências autênticas e proporcionar contato real com pessoas locais”.

Para conhecer em profundidade o que desejam estes clientes e o impacto disso nos negócios turísticos, a Mapie e o Disque9 conduziram uma pesquisa com respondentes de todos os estados brasileiros.

Do total de 5.828 participantes, 46% dos pesquisados optou por alugar uma residência em alguma viagem de lazer nos últimos 12 meses. Isso representa um crescimento de 32% em relação ao ano anterior. 97,93% voltaria a utilizar este formato em viagens de lazer nos próximos 12 meses e 87,67% recomendaria para os amigos.

Em relação as viagens de negócios, o número ainda é modesto. Apenas 9,39% dos pesquisados alugou uma residência em viagens a trabalho, porém 23,77% responderam que tem alta probabilidade de utilizar este tipo de hospedagem nos próximos 12 meses.

Vale notar que o índice de satisfação com as residências alugadas é elevado e compete diretamente com a hotelaria tradicional. 60,41% dos respondentes disse que ficou muito satisfeito com a localização da propriedade. Outros pontos avaliados como satisfatórios foram a facilidade de busca e reserva (60,32%), o atendimento prestado pelo anfitrião ou proprietário (57,33%), a estrutura física (52,44%) e a facilidade de check in e check out (52,21%). “Observamos que turistas utilizam todos os tipos de meios de hospedagem, fazendo a escolha de acordo com o objetivo da viagem. Residências alugadas são apenas mais uma opção da cesta e não representantes exclusivas de um determinado perfil de hóspede”, diz Carolina. Uber, Airbnb, Cabify e AlugueTemporada são as plataformas de viagens compartilhadas mais utilizadas pelos pesquisados, com destaque para o Uber que já possui 60,64% de adesão.

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