Jogos Olímpicos deverão gerar R$ 2,7 bi em receitas

Jogos Olímpicos deverão gerar R$ 2,7 bi em receitas

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O Rio de Janeiro é hoje o quarto maior mercado do Airbnb no mundo, atrás de Nova York, Londres e Paris - Crédito: Pedro Kirilos

A CNC – Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo apresentou recentemente um estudo o qual revelou que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que ocorrerão na capital fluminense no próximo mês, deverão gerar receitas de R$ 2,68 bilhões ao setor turístico do Estado do Rio de Janeiro. O resultado representa um avanço nominal de 18,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em agosto, 909,4 mil turistas devem visitar o Estado (666,3 mil brasileiros e 243,1 mil estrangeiros), gerando R$ 1,77 bilhão em receitas. Já a Paralimpíada deve receber 468,5 mil turistas, produzindo um faturamento de R$ 912,4 milhões. A CNC estima que os turistas estrangeiros devem deixar no País US$ 1,04 bilhão, o que corresponde a uma média de US$ 929 por visitante – equivalente a R$ 3.089 (considerando o câmbio a R$ 3,33).

Dentre os segmentos que estarão em destaque durante o evento, o de alimentação deverá responder por um terço da receita gerada pelos jogos. A expectativa é que bares, restaurantes e lanchonetes faturem R$ 927,1 milhões. Outros dois segmentos que se destacam na movimentação de divisas durante os Jogos são: transporte rodoviário (R$ 738 milhões) e atividades artísticas, esportivas e de lazer (R$ 474,1 milhões). Juntos, esses três segmentos devem responder por quase 80% das receitas durante o período.

Na visão do economista da CNC, Fabio Bentes, “Segmentos importantes do setor de turismo, como hotelaria, agências de viagens, transporte aéreo e marítimo, bem como locação de automóveis, tendem a ter um faturamento menor nessas datas porque a maior parte das receitas dessas atividades não costuma ocorrer durante a prestação do serviço”.

O evento esportivo deverá gerar cerca de 4.080 empregos temporários durante o período dos Jogos. As principais oportunidades são para garçons, motoristas e cozinheiros, que, juntos, respondem por 40% da força de trabalho do segmento.

Para acessar o estudo completo, clique aqui.

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