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GRI 2016 discute oportunidades de bandeiras nacionais e internacionais no País

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Executivos debateram oportunidades e desafios das bandeiras ante as grandes redes e como se diferenciar no mercado

Mais um painel foi encerrado na segunda edição do GRI Hotéis 2016 – Global Real Estate Institute, levantando o tema “Bandeiras Nacionais e Internacionais: Entre oportunidades e dificuldades”. O encontro de CEOs, gerentes e executivos do setor acontece no hotel Pullman São Paulo Ibirapuera, na zona sul da capital e conta com a Revista Hotéis como Mídia Oficial.

Participaram deste debate nomes como Ricardo Manarini, VP Regional de Desenvolvimento da IHG – Intercontinental Hotels Group – que moderou a discussão -; Abel Castro, SVP de Desenvolvimento para as Américas e Caribe da AccorHotels; César Nunes, Diretor Comercial do grupo Royal Palm Resorts; Guilherme Martini, CEO do Costa do Sauípe; Paula Muniz, VP Real Estate e Desenvolvimento da Hyatt, dentre outros.

Dentre vários assuntos, os participantes comentaram sobre dificuldades de padronização em bandeiras de alcance internacional em determinadas regiões, serviços centralizados, modelos de administração, ponto de vista jurídico em relação a contratos de bandeiras estrangeiras no Brasil e riscos de investimento.

O primeiro dia do evento chegou a receber 120 pessoas, público que foi dividido por três salas em cada período. Hoje, cerca de 80 executivos participam ativamente dos debates.

Segundo Patrícia Frazatto, Diretora de Hospitalidade do GRI Club Brazil, o evento  tem como objetivo reunir os principais players da cadeia do mercado hoteleiro – investidores, incorporadores, proprietários, administradores, consultores, advogados e arquitetos – para debater assuntos que tragam soluções em comum. “A ideia é tomar a iniciativa para fazer alguma coisa. Falamos sobre Condo-Hotel, falta de funding vindo do BNDS, novos modelos de concorrência como Airbnb, que estão deixando toda uma cadeia preocupada. E neste momento de crise, o interesse é juntar essas pessoas para encontrar soluções”, declara.

A Diretora afirma ainda que os executivos veem a possibilidade de firmar parcerias e visualizar como anda o mercado com outros executivos que ocupam a mesma posição – uma das metas do GRI. Esta é uma oportunidade dos grandes gestores unirem forças e ideias para desenvolver o mercado como um todo e principalmente seu próprio negócio. “Eles procuraram o GRI como uma forma de relacionamento para entender o que outras pessoas estão fazendo e a forma de esperar um retorno através disso”, pontua Patrícia.

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