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Festival de Inverno de Monte Verde reúne teatro, música, dança e circo

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O Festival de Inverno de Monte Verde está repleto de atrações que prometem contagiar o público - Crédito: Divulgação

A 6ª edição do Festival de Inverno de Monte Verde/Camanducaia, começa no sábado, dia 7 de julho, com atrações culturais gratuitas e para toda a família. A proposta é oferecer aos moradores do Sul de Minas Gerais e visitantes, uma extensa programação que inclui shows, concertos, teatro, dança e circo, nos quatro sábados do mês de julho, na vila conhecida como a “Suíça Brasileira”.

O Festival de Inverno de Monte Verde/Camanducaia, por seus seis anos de realização, entrou para o calendário dos mais importantes festivais culturais do Brasil. Seu diferencial são os cortejos ao ar livre, que integram arte e pessoas, ao início dos espetáculos. O evento é uma das atrações da cidade localizada entre as belas paisagens naturais do Estado de Minas Gerais, favorecidas pelo clima frio da região. Na vila de Monte Verde é possível degustar as delícias da culinária mineira, fondues e pratos de origem europeia e ficar hospedado em aconchegantes hotéis e pousadas.

Realizado pela Prefeitura Municipal de Camanducaia, com o patrocínio da Melhoramentos Florestal, através de Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, o Festival de Inverno é gerido pela Associação Trium Brasil e Espaço Ampliar – Assessoria, Projetos e Eventos. O prefeito de Camanducaia, Edmar Cassalho Moreira Dias, afirma que a iniciativa visa difundir a cultura e valorizar os artistas locais, com suas produções influenciadas pelos costumes europeus, a cargo dos fundadores de Monte Verde, imigrantes vindos da Letônia. “Monte Verde tem uma grande vitalidade no campo da cultura e do turismo que beneficia a todos os moradores e visitantes”, afirma.

A sexta edição do Festival de Inverno colore toda a charmosa vila, com atrações na Avenida Monte Verde e no Pátio da Galeria Suíça. As tradicionais apresentações que não podem faltar são o Ballet da Associação Beneficente de Monte Verde (ABMV) com danças típicas da Letônia e a Orquestra Melhoramentos Caieras. As outras atrações do evento vêm dos quatro cantos de Minas Gerais, como o Grupo Maria Cutia de Belo Horizonte e a Cia BrinCanto de Poços de Caldas, com espetáculos que resgatam brincadeiras e canções da cultura regional. O circo também tem vez com apresentações da Trupe Gaia e da Associação Dramágico de Teatro. Ainda na programação o grupo Poesia Cantante e os tambores do grupo Taiko Ryukyu Koku Matsuri Daiko.

As apresentações de circo prometem trazer muita diversão – Crédito: Divulgação

Oficinas Culturais

O Festival de Inverno de Monte Verde promove como novidade dessa edição as oficinas de formação e capacitação em área cultural, que acontecem em agosto e setembro, na cidade de Pouso Alegre. Os temas das oficinas são “Arte Brasileira”, “Discurso, Memória e Patrimônio Cultural” e “Arte Floral Profissionalizante”, com carga horária de 12horas/aula.

Apresentações de ballet fazem parte da programação do Festival de de Inverno de Monte Verde – Crédito: Divulgação

A proposta é valorizar o patrimônio material e imaterial de Minas Gerais. Elas acontecerão na cidade de Poucos Alegre, localizada a um raio de 50 quilômetros de diversos municípios, com o intuito de facilitar o acesso para a população do sul do Estado. Apesar de serem gratuitas, essas atividades necessitam de inscrição prévia. Informações sobre as inscrições para as oficinas culturais do Festival serão divulgadas no site da Prefeitura de Camanducaia www.camanducaia.mg.gov.br.

Confira as atrações do Festival de Inverno de Monte Verde/Camanducaia 2018:

07 de Julho

15h – Grupo Poesia Cantante apresenta “A Matrioska caiu no Samba”. A escritora e poetisa Andréa Avelar retira objetos do Baú Misterioso de Isolda para contar como uma história pode virar poesia e música, mostrando às crianças que tudo, qualquer coisa, pode transformar-se em uma linda história. O espetáculo é baseado nos livros: “Isolda e o Mistério do Baú de Histórias” e “Água…O Tesouro da Terra”, ambos de sua autoria.

17h – Associação Dramágico de Teatro de Divinópolis apresenta “O Circo das Ilusões”. Com linguagem de teatro de rua, o espetáculo é apresentado em um único ato, contando a história de um circo e seus personagens. Entre alianças, amores  e desavenças, os personagens vivenciam suas angústias de uma perspectiva sobre o amor, a morte e vida.

14 de Julho

15h – Grupo Maria Cutia apresenta “Na Roda”. As histórias de um menino sem nome, de Martim e Mariana e sua grande banda, de uma fazenda e seus animais são contadas e cantadas ora por palhaços, ora por máscaras expressivas, ora por atores brincantes em contínuo diálogo com o público que, ao final, entra na roda e brinca também. Espetáculo brincante com repertório de canções colhidas no Vale do Jequitinhonha e no norte de Minas.

17h – Grupo de Taiko Ryukyu Koku Matsuri Daiko apresenta “Tambores”. Grupo fundado em 1982, no Japão, na província de Okinawa, com filiais no Brasil e em mais nove países. Festejam a tradição de tambores do Reino Ryukyu.

21 de Julho

14h – Grupo Vivencia de Teatro de Poços de Caldas – Cia.BrinCanto apresenta “BrinCanto pelo Brasil”. O menino Olavinho inicia a história chegando à casa de seus avós muito triste, porque seus pais precisam trabalhar em plenas férias, enquanto todos os seus amigos estão indo viajar. Frustrado por ter que ficar sempre na casa dos avós, o garoto faz um desabafo, mas seus avós, prontamente, lhe mostram que, através dos livros, é possível viajar sem sair de casa! Começa então uma viagem pelo Brasil, permeada por diversas canções e muita diversão.

17h – Grupo Trupe Gaia apresenta “O Circo chegou”. Trazendo a diversidade do circo o Espetáculo O Circo Chegou acontece no clima do Circo de Picadeiro. Vários artistas apresentam números de malabares, equilibrismo, mágica, palhaço valorizando as práticas circenses de solo e aéreo, numa mistura do circo contemporâneo com o circo tradicional.

28 de Julho

14h – Grupo de Ballet da ABMV – apresenta “Dança da Letônia”.

16h – Orquestra Melhoramentos Caieiras. Com mais de 50 músicos e diversos instrumentos em sua formação, a Orquestra, apesar do título clássico, tem uma ‘pegada’ bem contemporânea e popular, com repertórios que agradam a diversos públicos, não apenas os apreciadores de música erudita.

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